Após o café da manhã e ter dado uma geral no apartamento, molhando também as plantinhas da Anfitriã, fui para a rua, pegando o M9 (andei quase toda a linha), para fazer conexão em Michel-Ange Molitor, direção Gare d1Austrelitz, e após, o M10, para saltar em Javel-André Citroën.
Entrei no Parque, pela porta ao lado de Quai. Não havia fila para subir no Balão Cativo e apenas três pessoas estavam na minha frente aguardando a descida do grupo que embarcara anteriormente.
Outro aumento. Eram 8 euros, passou para 12, depois 15 e, agora, são 20 euros, sendo que aplicam uma redução para quem tenha mais de sessenta anos. Mas, compensa, principalmente para quem gosta de fotografar.
Ao sair do balão, fui até a fonte de água natural e gasosa, ambas bem geladinhas, que fica logo atrás do ponto de venda dos ingressos, para reabastecer a minha garrafa. Depois, fui caminhando em direção às estufas, fotografando de tudo um muito. Aproveitei para usar o banheiro público existente perto dos jatos d'água.
Muitos grupos de crianças, com seus professores e cuidadores e incontáveis pessoas deitadas no gramado, bronzeando-se, davam um colorido especial à grande área verde do imenso parque.
Alcancei o ponto dos jatos de água. eram poucos os que estavam funcionando, mas, mesmo assim, a algazarra da criançada era enor-me e contagiante. Comecei a filmar e fotografar e veio uma "incon-veniente" e me impediu de continuar a fazê-lo.
Troquei, então, a minha indumentária. Tirei a saída de praia e co-loquei uma canga, afinal, fora até ali para divertir-me com as crianças e refrescar-me e não para ficar de blá-blá-blá com gente mal amada.
Um rapaz, muito gentil, ofereceu-se para fotografar-me. A tempe-ratura da água estava uma delícia. Se não tivesse tanta coisa para fazer, ficaria ali até a hora do fechamento do parque. A esta altura, já tinha bebido toda a água da minha garrafinha. Retornei ao ponto d'água, aproveitando para secar a roupa, até voltar a vestir a saída de praia e para deliciar-me com o lanche que havia levado: frutas diversas e pomme pote.
Saí pelo mesmo portão através do qual entrara, para fazer o trajeto de retorno ao apartamento, idêntico ao da vinda, invertido. Dei, ainda, uma passadinha no Carrefour, para comprar 3 garrafas d'água gasosa deliciosa, que ele está vendendo, com o brinde de mais uma e na Boulangerie, para comprar uma salada e uma baguette.
Cheguei em casa bronzeada, feliz com o passeio e, uma vez mais, grata a Deus, que esteve sempre comigo.