sexta-feira, 24 de julho de 2026

24º dia - 24/07 - Parc Monceau e outras áreas revisitadas.

Bonjour, Monsieur, Dame! 

Hoje, consegui sair de casa, mais cedo, às 9h, após uma faxininha leve.  O relógio da Farmácia marcava 26º, mas tudo indicava que a temperatura iria aumentar, no decorrer do dia.

Embarquei no M9 e fiz conexão com o M2, em Nation, para desembarcar em Monceau, estação bem  na entrada do Parc Mon-ceau, no 8º arr.

Eu acho que, se residisse em Paris, todo dia sairia de casa para caminhar pelos seu belos e aprazíveis parques.  Não caminhei, dessa vez, por todo ele, porque minhas pernas já não aguentam o tranco.  Fui até o lago, mas não fotografei as incontáveis estátuas que lá existem, embora tenha encontrado uma novidade - um espaço canino parisiense.  Muito interessante.

Saindo dali, embarquei no M2, para saltar em Pigalle.  Fui à Place des Abbesses para, uma vez mais, fotografar o Mur de Je t'aime.  Uma decepção.  Coberta a metade do muro, que está em reparos (aliás, o que não está em reparos, em Paris?  É obra prá tudo quanto é lado...), mas eu tenho a foto do muro por inteiro (eu te amo, em todas as línguas), no blog.  Justo onde está escrito eu te amo, está coberto por tábuas.

Retornei e fui almoçar no Bouillon de Pigalle, imenso e tão concorri-do quanto o da Republique.  Hoje, escolhi de plat, uma comida bem brasileira - bife com fritas, acompanhado de uma garrafa de vidro com meio litro de coca-cola.  Isto mesmo.  Além da carrafe d'eau, o garçom colocou na mesa uma carrafe de coca zero.  Acho que eles tiram o refrigerante de uma máquina.

Ao sair, fui caminhando até Blanche, onde está localizado o Moulin Rouge, para fotografá-lo e resolvi, a partir dali, ir até Saint Denis, para ver se a "seta" tinha sido realmente reposta, na Igreja onde, supostamente, estão enterrados os ossos de reis, rainhas etc.  Não consegui chegar ao meus destino.  A linha 13 do Métro está inter-ditada, em virtude de obras, a partir da Place de Clichy.  Poderia ter seguido, de busão, mas, na realidade, já estava muito cansada. 

Decidi voltar para casa.  Quando cheguei em Montreuil, 36º, pude fotografar um casamento que tinha acabado de acontecer, na Mairie.

quinta-feira, 23 de julho de 2026

23º dia - 23/07 - Parc des Buttes Chaumont

Não, eu não poderia voltar para o Brasil, sem rever este belíssimo e bem cuidado parque, o des Buttes Chaumont, no 19º arr., onde sempre passei incontáveis horas (ou lendo, ou caminhando, ou picnicando, ou meditando), sempre que vim a Paris.

Meio complicado, chegar até lá. Embarquei no M9, em Mairie de Montreuil e desembarquei na estação Porte de Montreuil, para fazer conexão com o T (tram) 3b, que me levou até Porte des Lilás.  Lá, embarquei no M11 e saltei em Place des Fêtes, para, finalmente, embarcar no T 7b, na estação Botzaris.  Ao acabar de subir as altas escadarias do metrô e sair da estação, não precisei dar mais do que 78 passos para chegar a uma das entradas do parque.

Caminhei e fotografei bastante e, depois de usar o banheiro público que fica à esquerda de quem entra no parque, pela entrada que fica posicionada em frente à bonita Mairie do 19º arr., embarquei no bus nº 68, sentido Gare de Nord e saltei em Stalingrad, para embarcar no M7, que me levou à Pont Marie, de onde resolvi ir caminhando, da Ile St-Louis para a Ile de la Cité, até alcançar o Restaurante Symposium, nas proximidades da Fonte St, Michel, onde almocei um delicioso Fondue Royale (de boeuf, magret e poulet), com fritas.

Desisti do que programara para após o almoço, porque, primeiro, só saí do restaurante, às 17h30min., segundo, porque estava muito can-sada e, terceiro, porque ainda precisava dar uma passada no Franprix, para realizar umas comprinhas. Voltei de metrô e cheguei em casa, às 18h30min., onde abandonei a bolsa e saí novamente.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

22º dia - 22/07 - Caminhando e fotografando.

Iniciei o dia, pelo Hôtel de Ville, localizado ao lado da longa Rue de Rivoli - é a Mairie de toda Paris.  Um belíssimo prédio.  

Em seguida, depois de passar por trocentas lojas de lembrancinhas da Cidade Luz,  fotografei, bem de frente, a Ile de Saint-Louis, ligada, por ponte, à Ile de la Cité.  

Logo adiante, o Hotel Dieu, fundado em 651, ao lado da Catedral Notre Dame de Paris.  Impossível pensar em entrar na igreja (queria vê-la pós incêndio e obras de restauração), haja vista a enorme fila que estava formada e ia até à ponte que liga a ilha a St. Michel.

 Fotografei o Sena e suas navettes, os bouquinistes, o Palácio da Justiça,  a Conciergerie, a Fontaine Saint Michel e fui almoçar, mais uma vez, no Le Symposium - escargots, de entrada, filet mignon de porc + sauce e moutarde à lancienne e frites maison e dessert: pomme faite maiso - une formule dos deuses.  

Depois, fui fotografar uma feira de rua, em Cluny - muito comum, durante todo o ano, nos vários bairros dessa cidade fantástica.  

Saindo dali, fui para as Tulherias, ao parque de diversões que sempre funciona ali, para andar na roda gigante, de 55m de altura, que não imaginava oferecer vistas tão fantásticas da cidade.  Quando comprei o ingresso, achei caro - 20 euros, para três rodadas, somente, mas super valeu a pena.  

Cansada, voltei para o apartamento,

21º dia - 21/07 - Annecy, A Veneza dos Alpes.

Amigos(as), valeu todo o sacrifício e investimento (perdi a primeira viagem, por um engano tolo e insisti, comprando novas passagens para a terça-feira). Levantei às 3h45min. e só voltei a me deitar, para recuperar a energia, às 24h45min.

O embarque, agora, é diferente, mas explicarei tudo, em outro post, quando retornar ao Brasil e foi feito na Gare de Lyon, saindo o trem, às 7h, em ponto, como de hábito.  Fechou redondo e eu cheguei à bela Annecy, às 11h23min., distante 492km de Paris - 4 horas de viagem, depois de apreciar belíssimas paisagens, através da janela do confortabilíssimo trem, entre elas, o imenso lago de Aix-les-Bains Le Revard e de fazer a tão temida por mim (bengalando, rs.), troca de comboio, quando chegamos à Gare de Lyon Part Dieu, pelo curto espaço de tempo - 12 minutos, para sair em disparada até outra plataforma e localizar-me num assento livre.

O dia estava belíssimo - 32º/35º, a cidade, extremamente florida - mais bonita ainda do que havia visto em várias fotos e vídeos e, férias, gente para todo lado e de todas as raças.  Uma festa para os olhos.

Saindo da Gare, caminhei em direção ao lago, colocado como item imperdível, na minha programação, observando tudo.  Fiquei gratificada de, após uma longa e exaustiva caminhada, ter chegado ao Lago de Annecy, majestoso, de frente para os Alpes Suíços.  Fiz vários registros (veja no facebook - Iolanda Lopes de Abreu.) e fui caminhando, pelo Parque de l'Europa, passando pela Pont des Amours e parando para descansar, sentada sob frondosas árvores, em frente a um parquinho de crianças.

Saindo dali, dei de cara com o Centro de Informações Turísticas, onde entrei e fui muito bem atendida, recebendo dois mapas da cidade e orientações práticas, e um Burguer King, onde entrei para comprar um enoooooorme copo de coca zero, com bastante gelo (glasson), eis que havia feito um farto lanche no trem, trazido de casa.

Logo em frente, indo para a primeira rua à direita, reiniciei a caminhada e fui dando de cara com trocentos restaurantes, com ótimos preços de formules e logo cheguei ao Centro Histórico Medieval.  Comércio intenso (de tudo, um muito) e sofisticado.

Cheguei até o local que dá o título de Veneza dos Alpes, à encan-tadora Annecy - os canais, maravilhosamente floridos.   Não se para de fotografar.  Cada detalhe era um flash.  Já um pouco cansada, Parei no Paul (imperdível, em toda a França) e deliciei-me com um pain de pommes e um suco de laranjas prensadas.

Retornei atè à Gare, bisbilhotando aqui e ali e aguardei a partida do trem, pontualmente, às 19h15min e que fez outro percurso, pois era um comboio "direto" para Paris, onde chegou às 23h15min.

Depois de pegar o M1 e o M5, fazendo conexão em Nation, cheguei ao aparamento à meia noite e cinco minutos, cansada, mas muito feliz.  Au revoir.


segunda-feira, 20 de julho de 2026

20º dia - 20/07 - Um dia PUNK.

Não vou deixar de contar como o dia de hoje foi punk, para que não aconteça o mesmo com você, em qualquer dia de viagem.

Ontem, estava muito cansada, diria mesmo, estressada.  Só consegui deitar-me, às 23h e coloquei relógio e celular para despertarem às 4h, mas lógico que o sono não veio logo.

A expectativa de ir a Strasbourg.  Tudo arrumado de véspera, conse-gui sair de casa na hora aprazada - 5h30min.  Não fazia frio, como na véspera - 23º.  Embarquei no M9 e fiz conexão, na estação Républi-que, com o M5, para chegar à Gare de L'Est, super a tempo.  Logo, olhei para uma das imensas telas que apontam os horários dos trens, plataformas, situação das linhas.

Estranho, não aparecia o horário do meu trem.  Peguei a passagem e, logo bati com a data - 27/07, a próxima segunda-feira.  Que engano primário!  Eu, com tanta prática...  Havia, inadvertidamente, me preparado para a viagem para Strasbourg e, não, Annecy.  Não pestanejei e resolvi, imediatamente, retornar ao apartamento e pegar o bilhete para esta cidade e dirigir-me à Gare de Lyon.

Se eu estivesse com o bilhete em mãos, daria tempo de passar de uma Gare para a outra, mas não foi o caso.  Aqui, mesmo que eu tivesse perdido a hora de embarque, poderia ter o bilhete substituído, sem ônus algum, até uma hora após o horário de saída do comboio (fica a dica), mas...

Então, de casa, fui para a Gare de Lyon e, depois de muito blá, blá, blá, consegui comprar novos bilhetes de ida e volta, para amanhã, mas só tive um ressarcimento de 20 euros, pela troca do bilhete de volta e ainda paguei 109 euros pelos novos bilhetes, mas pelo menos vou poder ficar mais tempo nesta linda cidade, que dá de cara para os Alpes Suíços, porque consegui um trem que si mais tarde de lá e a viagem é direta, diferente da ida, que será com conexão.

Vim para casa, "vendendo azeite".  Bloqueio total. Lanchei e fui dor-mir.  Descansei bastante, durante três horas.  Fui ao Carrefour, a fim de renovar o estoque para cafés e lanches e, ao retornar para casa, coloquei as compras nos seus devidos lugares, vi as novidades do Whatsapp, passei msgs., do Dia do Amigo e postei no Face e, agora, estou blogando.

Castigos para a falta de atenção:  passarei quaro dias comendo em casa; não me permiti fazer nenhum passeio, em Paris, hoje.

Amanhã, chegarei por volta da meia noite, portanto, só falarei de Annecy, na quarta-feira.  À bientôt.

domingo, 19 de julho de 2026

19º dia - 19/07 - Depois do Culto, Área da Bastilha.

Se vocês soubessem o frio que fez na madrugada passada... Tive de levantar, para fechar a janela e a porta do quarto, para não congelar. O relógio marcava 1h.  Ao sair, às 7h30min., para comprar uns itens, para o passeio de amanhã, o termômetro da farmácia marcava 16º.  É hoje!  Se, quando estava fazendo calor, o povo aqui andava de casaco e botas, imagino como será durante este dia.

Às 9h30min., já estava chegando à Igreja, na Praça da República.  O Pastor Paulo estava na porta e ficamos papeando, enquanto o grupo do louvor ensaiava os cânticos.  Foi um Culto bastante abençoado.  Uma vez encerrado, almocei no Bouillon, para não perder tempo, porque ele fica ao lado de Teatro Déjazet, como já disse anteriormente, onde são realizados os cultos.

Em seguida, segui para a Bastilha e fui revendo o Teatro da Ópera da Bastilha, a Coluna - vi que uma feira se realizava ali perto e, não pude resistir, dei uma chegadinha lá - e, entrando pela Rue Saint Antoine, fui revendo:  a antiquíssima École de Francs Bourgeois, a Place des Vosges, a Maison de Victor Hugo, o Hôtel de Sully, a Église de Saint Paul, as grandes frutarias locais e, finalmente, embarquei no M1 para fazer conexão com o M9 e retornar para casa.  Foi uma caminhada e tanto, mas valeu.  

sábado, 18 de julho de 2026

18º dia - 18/07 - Le Jardin des Plantes.

Hoje, após um compromisso nos Champs Elysées, embarquei no M1e  fiz conexão com o M5, para desembarcar na Gare d'Auterlitz, que fica bem em frente ao Jardim das Plantas.

Este é um espaço fantástico.  Além de seus belíssimos e bem cuidados jardins, ressalte-se que tudo que lá é plantado é identificado com plaquinhas, possui uma menagerie (jardim zoológico de porte médio, o mais antigo de Paris), o Museu Nacional de História Natural, A Grande Galerie de l'Évolution e Serres (estufas) imensas. 

E quando cansar de caminhar, incontáveis bancos protegidos por imensas e centenárias árvores o acolherão para descansar ou picnicar.

Além de quiosques com delícias (bem verdade que caras) francesas e sorvetes, pode-se contar com toilettes, lembrando que, na entrada lateral, bem em frente à Gare, existe um excelente McDonald's, onde você pode pode comprar seu lanche, antes de entrar nos Jardins.

Obs.:  Veja algumas fotos dessa belezura que postei no face (Iolanda Lopes de Abreu)