quinta-feira, 16 de julho de 2026

16º dia - 16/07 - Hoje foi massa.

Saí de casa às 9h30min. e o relojão da Farmácia, em frente ao prédio onde estou hospedada, pelo Airbnb, marcava 29º.  Fui até à Avenue Champs Elysées, nº 34, levar umas castanhas de caju para uma moça que muito me ajudou, ontem e, depois, encaminhei-me para o Quartier Latin e fui fotografando: Musée de  Cluny, La Sorbonne, Église de Saint-Étienne-du-Mont, Biblioteca de Sainte-Geneviève, a Faculdade de Direito, a Mairie do 5ª arrondissement e o magnífico Pantheon.

Realizei, então, uma pausa para o almoço.  Demorei-me mais do que o normal, porque estava sentada numa mesa de calçada, de um Restaurante/Bar, bem na badalada Rue Sufflot.  Ficar apreciando o ir e vir da multidão que invadiu Paris, nesse verão, dá para perder a hora.

Depois, segui para o Jardin de Luxembuourg.  Estava, como sempre, incrivelmente florido.  Fiz registros dos canteiros, do lago, da Fontaine de Médicis (de 1630), do Senado e da Tour Montparnasse, que, assim como a Tour Eiffel, é vista de incontáveis pontos da cidade.

Saindo dali, peguei o Bus 38, logo ao deixar os Jardins e desembarquei em Val de Grâce, onde ficam a igreja/hospital, do mesmo nome, o Observatório e a Fontaine des Quatre Partes du Monde (esqueceram da quinta, rs., mas é belíssima).

Exausta (até minha confortável sandália Melissa reclamou e arrebentou, de tanto que andei), voltei a pegar o 38, até uma entrada do M4.  Fiz a conexão com o M9 e cheguei em casa com uma leve chuva, que logo passou.

Não deixem de ver as fotos, no Facebook.


quarta-feira, 15 de julho de 2026

15º quinto dia - 15/07 - Ando devagar, porque já tive pressa...

Pois é, quem não lembra da música do Almir Sater?  É nesse compasso que eu estou indo.  Antes, ficava a bisbilhotar, de tudo um muito, durante quatorze, quinze horas, por dia.  Atualmente, com a idade avançada, quase 79 anos, caminho dentro das minhas possi-blidades.

Saí de casa, hoje, com o propósito de começar pela visita à Opéra de Paris.  Chegando lá, a fila para entrar (ingresso a 14/20 euros) era quilométrica.  Dei uma guinada e entrei no lojão da Lindt (melhor chocolate suíço), no outro lado da rua e descansei, no ar refrigerado, saboreando um delicioso sorvetão de chocolate e creme, coberto com chantilly.  No meu blog, tenho registros da Ópera, anteriores.

Continuei, depois, caminhando e fotografando o Café de La Paix e, da esquina, a Coluna da Place Vendôme (Praça dos Joalheiros).  Dei uma guinada e fui para as Galeries Lafayette.  Imagina, tudo em liquidação (soldes).  Pirei.  Comprei três calças compridas lindas, a 9,99 euros cada uma e, depois, fui à cobertura, fotografar Paris, do alto.  Agora, tem escada rolante para subir até o 8º andar e para descer, também. 

Aproveitei para usar os toilettes - incontáveis, mas são, agora, cobrados - 1,50 euros.  Desci até o local da novíssima ponte de vidro que permite que se faça os melhores registros do belíssimo maga-zine.  Por sorte, só havia um casal de coreanos, na fila, antes de mim.  o rapaz, muito simpático, me fotografou e eu os fotografei, afinal, gentileza gera gentileza.

Dei uma esticada nos Champs Elysées e voltei para casa, para deixar o peso, com a ideia de retornar ao centro da cidade, mas acabei por dar mais uma saída só para comprar três garrafas de Evian e uma garrafa de suco de abricó para mim e outra para meu vizinho, Monsieur Girard, cego, que é um amor de pessoa e tem dificuldade de ir às compras.  Fui levar o suco na porta dele e ele logo me atendeu.

Tomei um bom banho, fiz um lauto lanche e estou aqui a digitar. À  demain.

terça-feira, 14 de julho de 2026

14º dia - 14/07 - Hoje, eu me superei.

Dormi até um pouco mais tarde e, logo após o café da manhã, liguei a TV (pela primeira vez, porque , quase todos vocês sabem, não suporto televisão) para assistir o Desfile Comemorativo de le 14 Juillet, no Champs Elysées, feriado nacional.  

Assistir ao vivo a grande festa, sentada nas cadeiras dispostas ao longo da Avenida, a partir do Round Point, teria sido bem fácil para mim, pois bastaria inscrever-me através do site disponibilizado pela Prefeitura, mas ficar exposta ao sol, durante a bela festa, dirigiu-me para a frente da TV.

Ontem, também, não saí para ver a queima de fogos e bela apresen-tação de drones, junto à Tour Eiffel, porque também não fez a minha praia.  Preferi ficar em casa.  Hoje, recebi fotos e vídeos do belo espetáculo, pelo Face.

Acabado o desfie, saí para ir à Place de Italie.  Fiz fotos do local, incluindo o Place d'Italie 2, imenso shopping, que está em reforma e a Marie local e segui para  Bercy, fazendo a conexão para o Cour Emilion, que está cada vez mais procurado pelos franceses e turistas do Mundo todo.  A nova decoração aérea (tiraram as sombrinhas) está muito simpática.  Almocei, como sempre, no Five Guys (embora não aprecie fast food, mas, às vezes, quebra um galho) que tem sanduíches e refrigerantes especiais (já experimentou coca cola de cereja?).

Retornei a Bercy, onde desembarquei e saí da estação do Métro, para entrar pela lateral do Accor Arena de Paris, no imenso parque (14 hectares).  Subi a escadaria das queda d'águas e cheguei ao local das 21 estátuas (obra de Rachid Khimoune) inauguradas em 2001, que ficam na extremidade da bela Ponte Simone Beauvoir, que me levou até o conjunto de 4 torres da Biblioteca François Mitterand. 

Fui pegar água com gás geladinha, mas acabaram com a fonte, então embarquei no bus 325, com destino ao Castelo de Vincennes.  Dado ao adiantado de hora, já passava das 19h30min, não pude entrar.  Também, ali funcionaria uma fan zone, com entrada gratuita para quem desejasse torcer para a França, no jogo contra a Espanha.  A fila era enooooorme. Embarquei no M1 e passei para o M9, retornando para casa.  Ufa, que disposição!!!

segunda-feira, 13 de julho de 2026

13º dia - 13 de julho - Batendo pernas, prá valer.

Hoje, coloquei o relógio para despertar às 6h, para ajudar meu vizinho do 5ª andar, Monsieur Girard, que é cego, nas compras de mercado, mas ele passou-me um e-mail avisando que fora sozinho até o Franprix, porque batera na porta e eu não o atendera e que, de outra vez, me chamaria.

Saí de casa, às 9h30min, sem chapéu e levando uma capa na bolsa, porque tudo indicava que iria chover.  Céu com muitas e grossas nuvens, ventos fortes, que já batiam desde a madrugada, temperatura com queda para 30º...  Fui para o Champs Elysées (M9 + M1), "turistar".  Estava procurando uma loja específica, e vocês sabem, a numeração aqui é sequencial mesmo: 2, 4, 6,...  Comecei no nº 146 e fui até o nº 34, onde a encontrei, mas o Segurança avisou-me que só voltaria a abrir, na quarta-feira, após as 14h.

No trajeto, não pude deixar de entrar: na Galerie des Champs, onde um Mc Donald's espetacular está localizado (usei o banheiro - 0,50 cents, mas não paguei porque um cidadão gentil, ao sair do reser-vado, deixou a porta aberta para mim); tem também um lojão só de Haagen-Dazs.  Dei uma entrada, ainda, nas Galeries La Fayette Champs Elysées, que tem uma sorveteria no hall principal, de tirar do sério, qualquer diabético.

Então, embarquei no M1 e fiz conexão em Hotel de Ville, com o M11 e desci na Estação Rambuteau.  Contornei o Centre Georges Pompidou, que está em reforma e, por isso, todo cercado, e fui até à interessante Fonte Stravinsky (instalada em 1983) e, para minha surpresa e alegria, todas as esculturas (que ficaram durante muitos anos imóveis) estavam funcionando. 

A fome logo deu sinal.  Também, o que já tinha andado.  Parei para almoçar no movimentado Restaurante Chou Chou, no Bd. de Sebastropol.  Pelo menos, descansei por uma hora.  Depois, continuei caminhando e passei em frente à Fontaine des Innocents, também recentemente restaurada e, pelas duas fachadas do Les Halles (Não me atrevi a entrar.  É um Centro Comercial gigantesco, sempre fervilhando de gente.  Tem, inclusive, uma piscina pública.  Este lugar, há 55 anos atrás, quando aqui estive com o Fernando, era suspicious.  Já falei sobre ele, no blog.). Na última esquina antes de chegar ao Centro Comercial, existe um Starbucks colossal, que fica sempre com uma multidão bem instalada, comendo ou fazendo hora.

Seguindo em frente, passei pela lateral da Igreja de St. Eustache (construída entre 1532 e 1632) e segui até a Bourse de Commerce, 40 Rue Berger.  Como estava a poucos passos da Verrerie de Halles, fui até lá para comprar um porta garrafas de praia (está fechada para férias coletivas).  Depois, embarquei no ônibus 74 e saltei no ponto final, Chatelet, embarcando no M1 + M9, para voltar para casa.

Chegando em Montreuil, dei uma esticada ao Carrefour para comprar dois litros de Evian, dois palmiers, uma Orangine e uma Coca zero.  Ao passar pela boulangerie, na esquina de casa, não resisti  e comprei um coca congelada na pressão, porque, na parte da tarde, o sol reapareceu e a temperatura foi a 34º.

domingo, 12 de julho de 2026

12º dia - 12 de julho - Após o Culto na Igreja Pão de Vida, um rolé legal.

Primeira programação do dia? Ir à Casa do Senhor.  Hoje, o Pastor Paulo pregou sobre "A Palavra".  Não tivemos a participação da Pastora Eliane, que estava presente, mas vinha se sentindo mal, desde o transcorrer da semana.  Ela ainda se ressente do câncer que a acometeu no ano passado.   Ao final do Culto de hoje, guaraná Antártica (um luxo, em Paris), empadinhas quentinhas e uma torta de chocolate.  É tudo a bom preço, para ajudar nas despesas da Igreja.

Você tem ideia de quanto custa o aluguel do espaço do Teatro Déjazet, para duas horas de culto?  1.250 euros. Só existe um Culto, atualmente, pela manhã, aos domingos, às 10h.  Ao final do mês, são 5.000 euros.  Muito caro, não é? Mas o Pastor Paulo e os irmãos que administram os dízimos e as ofertas, na Pão da Vida, por mais de 20 anos, conseguem manter a Igreja naquele espaço fantástico.

Ao terminar o Culto, fui almoçar no Bouillon Republique, Restau-rante colado ao teatro supracitado.  Eram 11h50min. e levei uns dez minutos na fila.  Incrível, sempre tem fila para entrar;  Este Bouillon é enorme e ocupa dois andares, mas a acomodação dos frequen-tadores é organizadíssima.  O serviço é impecável, os garçons são super eficientes e o atendimento flui como se a casa estivesse atendendo a uma dúzia de pessoas.

Imaginem que eu pedi uma soupe a l'oignon gratinée (a melhor e mais barata que já me serviram em Paris), de entrée - 3,90 euros; boeuf borguignon, lard fumé, coquillettes, plat - 12,20 euros; dessert, crème brulée - 3,80 e uma Vittel demi (água sem gás) e, l'adition (a conta) ficou em 22,10.  Dei 2,20 euros de gorjeta (não é obrigatória). Inimaginável, não é?  Saí uma hora depois e muitas pessoas aguar-davam, na porta, sua vez de entrar, porque a casa estava lotada.

Saindo dali, embarquei na Estação Republique, no M8, para desembarcar na estação École Militaire.   Entrei no Hotel des Invali-des e fui fotografando, só por fora, até à Tour-Maubourg.  Não comprei ingresso para entrar em nada.  Um abuso, antes, as entradas nesses locais eram gratuitas.  Agora...  Como eu já conheço tudo, fiz uma economia, mas pedi a um segurança para ir de elevador ao sub-solo, para usar o banheiro.  Ufa, ele queria o ingresso, mas acabou deixando eu descer.

Saindo dali, (até a tumba do Napoleão tem cobrança de ingresso para ser vista), usei o acesso posterior e contornei a área militar, para acessar o Musée Rodin. A entrada já está custando 14 euros e, agora, você não paga mais para visitar só a parte externa, não. Tem de pagar o combo: museu mais jardins.   Fazia um calor... Fiquei sentada em frente à estátua do Pensador, aproveitando a sombra e tirando fotos dos passantes que me pediam ajuda.  

As roseiras e as hortênsias brancas e verdes, como sempre, dando seu show à parte.  Aproveitei o banheiro local, sempre muito limpo e fui ao restaurante comprar uma garrafa de 300ml de Evian - 3 euros (compraria trocentas, porque foi a água mais gelada que pude beber fora de casa).

Colocaram um galpão enorme da Dior, no meio do parque, o que impediu a caminhada até os fundos,  Rodiei, fotografando outras obras do Rodin e, como não podia deixar de ser, a Porta do Inferno (que estava coberta de pó branco, rsrsrs - não tem chovido, para o lava-jato das esculturas...).

Saindo, para retornar ao apartamento, entrei na estação Varrene, do M13, pertinho do Museu e fiz conexão em Miromesnil, pegando o M9 (delícia, esta linha, pois seus carros são todos refrigerados).  Ao saltar em Montreuil, parei na praça, para tomar um sorvete de coca-cola (última moda), assistindo, sentada, ao jogo de petanka da turma local). Entrei no apartamento, às 17h30min. e passei à melhor atração do dia - um gostoso banho e cama, para descansar um pouco e vir blogar.

sábado, 11 de julho de 2026

11º dia - 11/07 - Conhecendo Marie de Montreuil, nos seus mínimos detalhes.

Hoje, minha programação foi reabastecer a geladeira, no Franprix, logo após o café da manhã e, ao depois, circular por Mairie de Montreuil, fotografando tudo, para mostrar a vocês, pelo Facebook, como é esta vila, distante 8km de Paris, e que está situada no Departamento de la Seine-Saint Denis.  Seus habitantes são conhecidos como Montreuillois.

Bati pernas durante uma hora e meia e fiquei encantada com tudo o que vi.  A temperatura era de 31º.   A área tem uma grande praça, em cuja extremidade oposta à da localização do prédio onde estou hospedada, está a Mairie de Montreuil (Sede Administrativa).  Na praça, duas entradas com escada para o Métro e também duas entradas com elevador e duas, com escada rolante.

Na praça, existe um espaço cercado para brincadeiras de crianças,  uma área de areia, demarcada para o jogo de petanka (bocha, boccia ou bule), com bancos ao redor, brinquedos eletrônicos para menores, mesas e cadeiras, que estão sempre totalmente ocupados, de um bar que fica do outro lado da rua Walwein, um teatro, um cinema, uma boulangerie, uma farmácia, um Jeff de Bruges, uma Manceau Fleurs, uma Marionnaud, duas casas de produtos Bio e alguns Restaurantes.

Você pensa que acabou aí?  Não.  Duas linhas de ônibus, a 129 (para Romainville-Vassou) e a 322 (para Bobigny), têm seu início de percurso, na Rua Walwein, ao lado da praça.  Bem no centro dela, há uma longa rua que divide um enorme centro comercial, ao meio.  Ali, encontramos um imenso Carrefour, KFC, colado a um McDonald's, um O'TACOS, uma C&A, a HEMA, mais uma farmácia, casa de venda de armações de óculos, a Yves Rocher e muito mais.

Vou postar no Face, as fotos, porque o bairro ainda tem muitas utilidades mais.  Almocei, dormi um pouco, à tarde e, depois, fiz os circuitos dos dois ônibus citados acima.

De lembrar que, colado ao prédio do apartamento da minha Anfitriã Airbnb, existe um Hotel Ibis.  Ah, tarde demais, descobri a cereja do bolo.

sexta-feira, 10 de julho de 2026

10º dia - 10/07 - Nova canicule a caminho?

Hoje, não foi fácil, não.  Primeiro dia de calor, que peguei, aqui em Paris - 36º.  Embora tenha ventado o tempo todo, foi complicado, andar prá lá e prá cá, porque a secura é muita.  Tive até de comprar um protetor labial.  Será que uma nova canicule está a caminho?

Iniciei o dia meio easy rider,  Fui a La Defense, o Distrito Financeiro de Paris, fiz uns registros fotográficos e entrei no imenso centro Comercial da Estação final do M1.  Um espetáculo. Para ficar por ali, o dia inteiro.  Não entrei no prédio da FNAC, o que faço sempre, porque, durante o percurso de metrô, resolvi que, ao retornar, iria fotografar a Comedie Française e o Palais Royal, e seguiria para o Museu do Louvre para, depois, descer pelo Jardins des Tuilleries, até a Pirâmide, no centro dos Champs Elysées.

Como colocaram o balão que foi usado como pira olímpica, nas últimas olimpíadas, bem no lindo lago central, interrompendo a continuação da caminhada, fui para a direita, em direção à Rue de Rivoli, no ponto onde está a estátua dourada de Joanna D'Arc.

Dali, fui para o Carrossel do Louvre, que estava fervilhando de gente.  Fiquei logo irritada.  Usei um banheiro (1 euro e meio), que não existia no local, e saí dali para embarcar no Métro Louvre-Rivoli, a fim de fazer conexão com o M4 e seguir para Saint Michel.

Pela primeira vez, fiquei rodando no subsolo, por mais de uma hora e meia, seguindo as setas M4 (outras pessoas subiam e desciam escadas, assim como eu) e não encontrava o acesso desse metrô.  Entreguei os pontos e resolvi voltar para casa. A meio do caminho, indignada, resolvi reiniciar a ida para o local onde pretendia almoçar. Afinal, se a cada dia houver um problema e eu desistir do passeio, chegarei ao final da viagem e não aproveitarei tudo, conforme a expectativa.

Finalmente, com a ajuda de uma policial, embarquei no RER B droit e saltei, uma estação depois, em Saint Michel.  Ufa!  Fui almoçar o que estabelecera para hoje - um kebab, num Giro's, na Rue Saint Severin.  Dali, peguei um ônibus para Kremlin Bicetri e saltei na Place Monge, para pegar o M7, com conexão para o M9 e retornei ao apartamento.  Aproveitei e passei numa casa de frutas e comprei mais cerejas deliciosas.

Estava cansadíssima.  Tomei um banho e dormi até 21h30min.  Então fui lanchar e vim blogar.  Até amanhã!