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segunda-feira, 27 de julho de 2026

27º dia - 27/07 - Strasbourg e Colmar

Hoje, um combo perfeito.  Fui para a região da Alsácia e conheci duas cidades fantásticas, na divisa com a Alemanha: Strasbourg (491km de  distância até Paris) e Colmar (551km de distância até Paris).  Ambas estavam entupidas de gente de todo o Mundo e quase aumentei meu vocabulário em alemão. rsrsrs.

Depois, postarei mais detalhes e colocarei fotos.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Roteiro para Dez Dias - 10º Dia

           Bonjour, amie!  Je suis très desolèe.  Seu último dia em Paris...desta vez.  Outras oportunidades virão.  Despertar às 7h.  Vamos aproveitar bem esta manhã, deixando tudo pronto no apartamento, dando uma choramingada na recepção do hotel, uma vez que o check-out deveria ser às 14h, mas cliente de nove pernoites, já é considerado V. I. P. e pode pedir para deixar a acomodação às 15h.  Trato feito, tomar o café às 7h 45min. e sair do htl às 8h15min.,  mas, atenção!  Você terá um rendez-vous para as 15h.   Seja pontual, para retirar a bagagem e aproveitar a sala de guarda de malas que o Ibis coloca à disposição dos hóspedes, e sair batido para fazer o que desejar, até às 19h, quando deverá retornar ao hotel e aguardar o transfer.
           Nossa direção?  Não há mais dúvida.  Estação Alésia do M 4, no 14º arr.,  para embarcar rumo a Porte de Clignancourt.  Iremos ao 2º arr.; desembarcar na estação Réaumur-Sèbastopol  para mais uns contatos com algumas passagens cobertas de Paris, em sua grande maioria, muito bem cuidadas e um charme à parte.

Passage du Grand Cerf: 145 Rue St. Denis.  Construída entre os anos 1825 e 1835.



Passage du Caire, com três entradas: 239 Rue St. Denis. 

Outra entrada da Passage du Caire
 
A Passage du Caire é a mais longa das que sobreviveram às reformas do Barão de Haussmann.

Galerie Vivienne: e, Rue des Petits-Champs.  Construída em 1823.  No seu interior, a Livraria Jousseaume, fundada em 1826 e a Livraria Siroux (esta nota é em homenagem  ao Grande Magistrado Paulista, Exmº. Sr. Dr. José Waldecy Lucena, um dos maiores estudiosos e conhecedores do Direito no Brasil.)

Chiquerésima, a Vivienne

Sebo, filatelia e cartões postais.  O chão, uma beleza à parte.  Esta Galeria é monumento histórico.

Passage Choiseul: 23 Rue St. Augustin.  Inaugurada em 1827.

Galerie Colbert: 4 Rue Vivienne.  Inaugurada em 1826, foi totalmente reformada e está agregada à Biblioteca Nacional e a diversas Faculdades de Paris.  Belíssimo o seu interior.


Fachada da Galerie Colbert

 
Passage des Panoramas: 11 Boulevard Montmartre. ´ Primeira passagem verdadeira de Paris, é de movimento intenso, durante todo o dia.



                Construídas no início do século XIX, as passagens cobertas foram muito importantes para a sociedade da época, acolhendo um comércio de boa qualidade.
             Inaugurada em 1860, a Passage des Princes foi a última a ser construída.



            Para fechar com chave de ouro este roteiro de dez dias, almoçar no Restaurante do terraço das Galeries Lafayette, para, ao final, retornar ao hotel.  Embarcar no M 7 (rosa), linha La Courneuve/Marie d'Ivry, no sentido desta última, para desembarcar na estação Châtelet e fazer a conexão do M 4 (roxa), linha Porte de Clignancourt/Porte d'Orleans, no sentido desta última e saltar na estação Alésia.  
             Depois de deixar a bagagem no reservado do hotel, tempo livre até à hora do transfer.  Sugestão:  Ir até o Arco do Triunfo e subir ao terraço, para ver todo o seu entorno, com o Champs Elysées à frente e o Grande Arche de La Défense, ao fundo, ou, se preferir, à Tour Eiffel, enfrentando uma filinha básica, para subir de elevador.  E então, valeu, não valeu?  Já está pensando em voltar?
Iolanda Lopes de Abreu   

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Roteiro para Dez Dias - 9º Dia (final)

Atenção!
Peço desculpas, mas, por questão de segurança serão excluídos,
sem moderação, os comentários feitos sob anonimato,
ou seja, sem identificação do(a) autor(a).

           Ao sair do Aquarium, caminhar até a estação Trocadéro do M 9 (verde claro), linha Pont de Sévres/Mairie de Montreuil, no sentido desta úlltima, para desembarcar na estação Miromesnil e fazer a conexão com o M 13 (azul claro), linha Châtilon-Montrouge/Saint-Denis-Université, no sentido desta última, para desembarcar na estação Garibaldi.  Você estará no limite do 18º arr. de Paris, para conhecer o Marché aux Puces de Saint Ouen, que está além do Boulevard Périphérique (caminhar até passar sob ele).
           Ah, ver coisas baratas, pensará você.  É bom preparar seu espírito.  Aí estão, num espaço imenso, objetos de arte antigos, móveis estilosos, roupas e acessórios de décadas passadas e muito mais e, de repente, você se encontrará procurando algo especial para a decoração de sua casa, como por exemplo, uma antiga e autêntica louça de Sèvres. 



            Outro modo de chegar a este mercado, tão conhecido, que funciona sábado, domingo e segunda-feira, é embarcar no M4 (nosso conhecido) e desembarcar na última estação, Porte de Clignancourt, onde ele começa.  Vamos fazer a rota, no sentido Garibaldi/Porte, para não termos de ir e vir.  Muito cuidado com os pickpockets e com os vendedores de "roupas de marca".  Na área há muitas opções para seu almoço ou lanches.
           Retornar ao hotel, a tempo de produzir-se para o show noturno (argh).  Escolha o da sua preferência, mas lembre-se:  é proibido fotografar ou filmar qualquer dos espetáculos.  Esporte fino e gravata serão bem recebidos.  Nada de tênis, bermudas, camisetas e coisas que tais.  Ah, ia-me esquecendo:  deixem-me dormindo no hotel.
Iolanda Lopes de Abreu

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Roteiro para Dez Dias - 9º Dia (1ª parte)


  Atenção!  Mover as peças!  Ajustar com a sua programação!
      Primeira atividade do dia, somente para quarta-feira ou sábado.   

           Despertar às7h e sair do hotel às 7h 30min.  (Ué, estamos de dieta?  E o café da manhã?), para embarcar no M 4 (já decorou, né?) no sentido Porte de Clignancourt e desembarcar na estação Strasbourg-St. Denis, fazendo a conexão com o M 9 (verde claro), linha Mairie de Montreuil/Pont de Sèvres, no sentido desta última,  e saltar na estação Alma Marceau, quase à beira do Sena (se quiser dar uma recuadinha até à Ponte de l'Alma, para fotografar, em sua cabeceira está a "Chama da Liberdade" em homenagem à Lady Dy que faleceu nesta entrada sob a ponte, à margem do Sena).


            Vamos tomar café na feira dos ricos, que se realiza entre as estações Alma Marceau e Iéna, na Av. du Président Wilson, entre a rue Debrousse e a Place d'Iéna.   Tudo de bom.  Aí está um verdadeiro mercado a céu aberto, o Marché Wilson, onde você sentirá o modo de viver do bairro e, participando, sentir-se-á um(a) parisiense.  Já conheço uns "feirantes" e então, provo uma porção de coisa deliciosa, de graça.
É só escolher...

Ui, Coquilles Saint Jacques, que delícia!

E nada de ficar apertando as frutas para ver se estão no ponto, sim!?!

Queijos e mais queijos, e cheios de buracos, os mais gostosos...

A Tefal francesa - de tirar o boné.  Minhas panelas são todas Tefal Francesa.  Não acabarão nunca!
 
Ai meu diabetes!    Não tem problema, nõ.  Vamos de remédio em cima...

Tudo de primeira!  Fresquíssimo...


Se quiser, comprarr um frango para "pique-niquer" no parque.

De tudo, um muito...

 
Vai um casaquinho básico?
O setor de flores fica na entrada do mercado, na extremidade da estação Iéna do M 9.   Saindo do Marché, você estará na Place d'Iéna, com uma estátua, bem ao centro. 
                                                                            
            Do outro lado da Praça, o Conseil Economique e Social e, à direita, o Musée Guimet.


         
           Entrar na Avenue d'Iéna e descer em direção ao Rio Sena, para chegar ao Aquarium de Paris, que, de acordo com a propaganda, é bem mais que um aquário.  É imperdível.  Preço do ingresso: 19,50 euros.  Com ele, você receberá um plano de visita do aquário.  Dois, os lembretes: "Je n'utilise pas de flash" e "Je ne pique-nique pas", para você, uma vez querendo entrar.




           Ambiente todo refrigerado, excelentes toilettes, boutique, snack-bar e programação variadíssima.  Animações lúdicas para crianças: espetáculos e ateliers; dois Cinémas Nat Geo Wild; Animações Pedagógicas e Diversas Exposições.  Acesse http://www.cineaqua.com/.

Iolanda Lopes de Abreu







terça-feira, 16 de agosto de 2011

Roteiro para Dez Dias - 8º Dia (final)

          Ir até o final da Praça que fica em frente à Notre Dame  e descer a escada para a entrada da Crypte Archéologique du Parvis Notre-Dame (cripta arqueológica do adro de Notre Dame) - 3 Rue d'Arcole/7 parvis Notre-Dame, Place Jean Paulo II - 4º arr., em frente à fachada principal da Notre Dame.
          Atenção: neste local, que recebe visitantes diariamente, das 10h às 18h, exceto na segunda-feira, dias feriados, domingo de Páscoa e Dia de Pentecostes,  não há toilettes nem, acesso para pessoas de mobilidade reduzida.  São permitidas fotografias sem flash, o ingresso custa 3 euros e você recebe um encarte com um resumo do que é apresentado no percurso do Museu.
           Preparar-se para conhecer ou reconhecer os primórdios de Paris - a história da cidade romana de Lutécia, na Ile-de-la-Cité, e da tribo celta dos Parisii, de onde se originou o nome da cidade, Paris - e ver suas ruínas, informando-se através de  maquetes, mapas e vídeos que ilustram a evolução da cidade.  Se você anda daqui para lá e de lá para acolá e não distingue as elevações da Cidade Luz, a não ser Montmartre, ficará encantado(a) ao percebê-las numa enorme maquete.  As termas também são muito interessantes.
           Sair do Parvis e fazer uma visita, observando detalhes, da Catedral de Notre Dame: o Portal da Virgem, o Portal do Último Julgamemnto, a Portal de Sainte Anne, a Galeria dos Reis e a Grande Galeria; no interior: os vitrais, os órgãos, as Capelas, o Transepto e a Sala do Tesouro. Subindo até às torres - são duas, de onde pode-se avistar bem as gárgulas, o ingresso custa 8 euros.
           Terminada a visita, dirigir-se à estação St. Michel do M 4 (roxa), linha Porte d'Orleans/Porte de Clignancourt, na direção desta última, para saltar na estação Châtelet e embarcar no M 7 (rosa), linha Vllejuif-Louis Aragon/La Courneuve, no sentido desta última e saltar na estação La Fayette, para alcançar as Galerias Lafayette (abertas das 9h 30min. às 20h, de lundi au samedi; até 21h, le jeudi), 40, Bd. Haussmann, porque eu sei que você ainda quer comprar muita coisa, mas, uma vez lá, não deixe de olhar para o alto, bem no setor dos perfumes, para apreciar a belíssima cúpula, de vitrais. 



      O Détax – O Détax nada mais é do que o reembolso de 12% (doze por cento) do valor total de suas compras, que lhe é feito, desde que tenha comprado acima de 170 euros, e cujo valor  poderá ser-lhe entregue   no   aeroporto (não aconselho - a fila é enorme e o serviço lento) ou depositado em sua conta bancária, se feito anteriormente, cumprindo todas as formalidades (apresentação de passaporte, prenchimento de documento especial para este fim etc.), numa loja onde tenha comprado.  As Galeries Lafayette têm um setor especialmente para este atendimento.



          Embarcar no M 7 (rosa), estação La Fayette, da Linha Villejuif-Louis Aragon/La Courneuve, no sentido desta última e saltar na estação Gare de l’Est, para fazer a conexão com o M 4 (roxa), da Linha Porte de Clignancourt/Porte d’Orleans, no sentido desta última e desembarcar na estação Alésia.  Que tal um lanche no KFC, bem na passagem para o hotel?
           Boa noite de descanso!

Iolanda Lopes de Abreu

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Roteiro para Dez Dias - 8º Dia (2ª parte)

           Continuar descendo o Quai de Saint Bernard que emenda com  o Quai de la Tournelle.  Ir até à Pont de La Tournelle.  À esquerda, bem na esquina, o renomado restaurante La Tour d'Argent (15, Quai de la Tournelle) e, au rez de chaussée do mesmo prédio, bem de frente para o Sena, Le Petit Musée de La Table.  Uma vez que você não está com uma roupinha básica para almoçar aí, pode dar uma entradinha e fazer reserva para o Reveillon de 2011, pela módica quantia de 500 euros, rs. rs.

O lendário La Tour d'Argent.

Le Petit Musée de La Table
          Entrar na Rue de La Tournelle, à esquerda da Tour d'Argent e, logo após o primeiro quarteirão, irá encontrar boas opções para almoço.  Retornar à ponte do mesmo nome e atravessá-la.  Você estará chegando à Ile St-Louis (bem pelo seu meio), que fica atrás da Ile de la Cité.  Contorne toda ela, fotografando as pontes de acesso, a Notre Dame em sua parte posterior e  braços do Sena banhando a Ilha.  Depois, entrar pela mais longa rua local, a rue St. Louis en L'Ile.

Belos prédios estão por toda a Ilha.

Sorvetes Berthillon 
           A respeito dos badaladíssimos e caríssimos sorvetes artesanais Berthillon - 31, rue St. Louis en L'Ile, devo dizer que não estão  com esta bola toda não e que são encontrados em várias lanchonetes da Ilha.  Sou mais um Dagen Hass ou qualquer sorvete nas esquinas da Itália.
Rue St. Louis en L'Ile, onde há de tudo, para todos os gostos.


Delícias e delícias.

           Finalmemnte, saia da Ilha, acessando a Pont Marie.  Hora de dar uma caprichada nas fotos da Notre Dame: começar, uma vez que estará nos fundos da igreja, pelos arcobotantes; rosáceas sul e norte (nas laterais); rosácea oeste, na frente;  a torre fina e alta (verdadeira flecha) e as gárgulas.           

Iolanda Lopes de Abreu

domingo, 14 de agosto de 2011

Roteiro para Dez Dias - 8º Dia (1ª parte)

                         Despertar às 7h, café da manhã às 7h 30min. e sair do hotel às 8h.  Pegar o M 4, no sentido Porte de Clignancourt, e saltar na estação Denfert Rochereau, para fazer a correspondência para a Linha Charles de Gaulle-Étoile/Nation do M 6 (verde clara), e saltar na Place d'Italie.  Embarcar no M5 (laranja), Linha Place d'Italie/Bobigny-Pablo Picasso, saltando na estação Gare d'Austerlitz.  Voltar um pouquinho e fotografar o Hopital Pitié de La Salpetrière (estou dando ênfase a este e outros hospitais, porque mais adiante falarei sobre a Assistência Pública na França, em especial, em Paris).
.
La Salpètrière, de não muito suaves recordações, mas as pessoas de coração imenso que ali conheci, Dra. Dagreou (falecida precocemente), Monsieur Phillipon, Monsieur Rivierez, Monsieu Didier (Médicos e Professores de mão cheia), Mme. Elisabeth (Infirmière) e demais  Colegas serão sempre lembradas com carinho.
           Se for do seu interesse, fotografar a Gare (onde chegam os trens vindos do centro da França), das mais simples.  Atravessando o Boulevard de l'Hopital, você estará na grande área ocupada pelo Muséum National d'Histoire Naturelle (85 Quai d'Austerlitz).  Outros acessos: Rue Cuvier e Rue Buffon.  Este é o local que considero de maior complexidade para vistar em Paris, ultrapassando mesmo o Museu do Louvre, ainda mais se você estiver acompanhado(a) de crianças e adolescentes.  Eu diria que cinco dias não são suficientes para descobrir e vivenciar tudo o que está para dentro dos muros do imenso Jardin des Plantes (25 hectares), que apresenta visitas guiadas e animações.
            Começa-se a visita descobrindo-se uma infinidade de variedade de plantas, todas catalogadas.  Eu já havia visto a tulipa negra no Canadá, mas a quantidade de cores e formas das tulipas que o jardim apresenta é de fazer-se ahs e ohs, a todo instante.  São mais de dois milhões de visitantes por ano e, como revela a programa do museu, um livreto muito bem elaborado para cada quatro meses do ano e que apresenta o que haverá de exposições, conferências e animações, são cinco as missões do local: pesquisa, apresentação de coleções, ensino, perícia e difusão.



             No Jardim você vai encontrar sanitários, lanchontes, restaurante, um grande Anfiteatro, uma Escola de Botãnica, uma Biblioteca, bebedouros com água potável, área de jogos, área de pique-nique e boutique.

             A dificuldade, se você só tem uma parte do dia destacada para chegar até aqui, é escolher o  que visitar, dentro dos grandes pavilhões, ao final do imenso jardim: Grande Galeria de l'Évolution, Galerie des Enfants, Galeries d'Anatomie comparée et de Paléontologie, Galerie de Mineralogie et Géologie (fechada por um ano, para renovação), Cabinet d'histoire du Jardin des Plantes, Grandes Serres du Jardin des Plantes e Ménagerie.  Cada setor tem uma tarifa diferente.

           Sugiro, para quem tem pouco tempo,a Grande Galerie de l'Evolution - 7 euros (no ticket há um aviso de que toda saída é definitiva, ou seja, você não pode entrar, visitar, sair para visitar outra galeria e querer retornar - para isto, deverá comprar novamente seu ticket) - tempo gasto, vendo uma animação ou outra: 2horas.  No interior de cada galeria há excelentes banheiros.
           Sair do Jardin des Plantes, pelo mesmo local em que tenha entrado.  Seguir para o Quai Saint Bernard, quando encontrará, ao seu longo, entre ele e o rio, numa extensão de 600 metros do Jardin Tino Rossi, o Musée de La Sculpture en Plein Air, criado em 1980, com mais de 25 peças de escultores diversos.  Aí, você matará dois coelhos de uma cajadada só:  conhecerá este magnífico museu ao ar livre e curtirá o charme de uma caminhada, num belo espaço verde, ao longo do Rio Sena.  Especial momento para fotos.
Escolhi esta escultura, não aleatóriamente, mas para que você veja a quantas anda o vandalismo em Paris.

Iolanda Lopes de Abreu