Mostrando postagens com marcador Roteiros I. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Roteiros I. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de julho de 2026

27º dia - 27/07 - Strasbourg e Colmar

Hoje, um combo perfeito.  Fui para a região da Alsácia e conheci duas cidades fantásticas, na divisa com a Alemanha: Strasbourg (491km de  distância até Paris) e Colmar (551km de distância até Paris).  Ambas estavam entupidas de gente de todo o Mundo e quase aumentei meu vocabulário em alemão. rsrsrs.

Depois, postarei mais detalhes e colocarei fotos.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Roteiro para Três Dias - 3º dia.

          Despertar às 7h, tomar o café da manhã às 7h 30min. e sair do hotel às 8h – Caminhar até o M 4 (roxa), estação Alésia, da Linha Porte d’Orleans/Porte de Clignancourt, no sentido desta última e saltar em Denfert Rochereau, para embarcar no M 6 (verde), Linha Nation/Charles de Gaulle/Étoile, no sentido desta última, e saltar na estação Trocadéro.  Mon Dieu!  A Tour Eiffel como estou cansado(a) de ver!  Será miragem?  Ora, eu não iria deixar você ir embora sem fotografar, deste ponto, o mais conhecido cartão postal da Cidade Maravilhosa (Êpa!!!)  e plano de fundo do meu blog.   


          De frente para a torre, à esquerda, o Palais de Chaillot, à direita, o Musée de l’Homme, ladeado por estátuas douradas (não há nenhuma com controle remoto na mão – Iolanda, olha a irreverência!).  Ir descendo.  Vendedores de miniaturas da torre, a “rapaze” de dança de rua, malabaristas, de tudo um pouco.   Após as escadarias, Le Jardin de Trocadéro, à esquerda, o Aquarium de Paris (imperdível – ficará para quando você vier com mais tempo) e,
atravessando a Pont d’Iena (fotografar o Sena - na foto abaixo, uma navette e um ponto de embarque para passeios fluviais),
ela, majestosa, La Tour Eiffel.  Subir?  Nem pensar, porque seu tempo é curto.  Fotografar de todos os ângulos que puder, inclusive do Champ de Mars, de onde esta foto foi tirada.

          Embarcar no Car Rouge, no ponto existente em frente à Pont d’Iena, no Quay Branly, para aproveitar o segundo dia do passe, saltando na Ópera Garnier.  Fotografar, por fora, e contornar a casa de Espetáculos, até alcançar as Galerias Lafayette (aberta das 9h 30min. às 20h, de lundi au samedi; até 21h, le jeudi),  40, Bd. Haussmann, porque eu sei que você está indócil para comprar perfumes, mas, uma vez lá, não pode deixar de olhar para o alto, bem no setor destes, para apreciar a belíssima cúpula, de vitrais. 
O Détax – O Détax nada mais é do que o reembolso de 12% (doze por cento) do valor total de suas compras, que lhe é feito, desde que te-nha comprado acima de 170 euros, e cujo valor  poderá ser-lhe entregue   no   aeroporto (não aconselho - a fila é enorme e o serviço lento) ou depositado em sua conta bancária, se feito anteriormente, cumprindo todas as formalidades (apresentação de passaporte, prenchimento de documento especial para este fim etc.), numa loja onde tenha comprado.  As Galeries Lafayette têm um setor especialmente para este atendimento.
          Embarcar no M 5 (rosa), estação La Fayette, da Linha La Courneuve/Place d’Italie, no sentido desta última e saltar na estação Gare de l’Est, para fazer a conexão com o M 4 (roxa), da Linha Porte de Clignancourt/Porte d’Orleans, no sentido desta última, e saltar na estação Alésia.  Dar uma passadinha no Carrefour (bem próximo do hotel) e comprar o que você estiver imaginando em levar para casa (observados os limites de peso de bagagem*.  Chegar ao hotel, meia hora antes do check-out (14h), para tomar um banho rápido e retirar seus pertences do apartamento.  Aguardar o transfer, no lobby do hotel, contabilizando o seu AMOR pela Cidade Luz.
Iolanda Lopes de Abreu


terça-feira, 5 de julho de 2011

Roteiro para Três Dias - 2º dia (3ª parte).

             Da Rive Gauche, para a Rive Droit.  Embarcar, agora, no M 10 (verde “massa de abacate”), Linha Boulogne/Pont de St. Cloud - Gare d’Austerlitz, na direção desta última estação e aí pegaremos o M 5 (laranja), Linha Place d’Italie – Bobigny/Pablo Picasso, no sentido desta, para fazer a correspondência e saltar na Bastille. Sebo nas canelas que eu vou levar você a um lugar especial (Um?  Não, dois.  Ah por estes lados da cidade mágica, tout est beau!).  (Leia, antes da viagem, a história da Queda da Bastilha – quando estive aqui, pela primeira vez, há mais de 30 anos, o cenário era outro e você via muitas pedras enormes - marcos da época). 
             Hoje, ali está a imponente e moderna Ópera de Paris – Bastille, construída onde era antes a Gare de La Bastille, tendo à sua frente a Place de La Bastille, com a Colonne de Juillet.  À frente da sala de espetáculos, Le Bassin de l’Arsenal, com o Port de Plaisance, num braço do Sena.

Ópera da Bastilha
  Contornar a Praça, pela calçada do canto, alcançar a Rue Saint-Antoine, ao lado da estação do Métro Bastille, por onde foi a chegada.  Entrar à esquerda e caminhar até o número 62 – Hôtel de Sully; retornar até a Rue de Birague e caminhar até o final, observando o interessante e variado comércio local.  Passar sob uma arcada e escolher caminhar para a direita.  Ao final, no nº 6, a Maison de Victor Hugo com belíssimo mobiliário e enorme coleção de pratos de parede, do escritor, que só não superam em beleza a minha (quem me dera!), e uma fantástica escrivaninha para ser usada de pé.  Não, desta vez, não dá para entrar.  Retornar. À direita, bem no centro das arcadas, que sustentam tetos abobadados e apresenta restaurantes, galerias de arte e butiques de moda, a entrada para o primeiro lugar especial: a Place de Vosges (antiga Place Royal), para muitos, a mais encantadora praça parisiense (sei não!), que apresenta 36 pavilhões (9X9X9X9) com a mesma simetria, circundando gramados* muito bem cuidados, adornados com chafarizes e estátuas.  Estamos no badalado Marais, com sua arquitetura clássica, de arrepiar de linda.
*Na última vez que estive no Marrais, em abril p.p., os gramados estavam sendo irrigados diariamente, pois era grande a seca, em plena metade da primavera.  Plaquinhas indicavam: pelouse em conservation – não é lindinho?  Ninguém precisa saber falar francês, para entender “gramado em conservação” e não deitar e rolar por ali, o que é um hábito bem francês para não dizer, europeu.
Place des Vosges
     Sair da Praça, pela esquerda, bem ao final, entrar pela Rua Francs-Bourgeois e dobrar, à direita, na Rue de Sèvignè, chegando ao número 23,   localização do segundo lugar especial, onde você reviverá grandes momentos da História de Paris, o Musée Carnavalet (o melhor de Paris, o único imperdível e o que é melhor ainda, entrada grátis), com seu belo e bem cuidado jardim, uma estátua de Luís XIV (ele era realmente um gato) e o que você não pode imaginar de arte decorativa. 
       Prosseguindo no nosso roteiro, andar até o final da Rue de Sévigné e dobrar à esquerda, na Rue du Parc Royal, pegando, à direita, a Rue de Thorigny, para chegar ao número 5 e encontrar os enormes portões fechados, do Musée Picasso (Argh, está fechado para obras – de igreja – estive aqui em 2009, 2010, 2011 e nunca consegui acesso.  Conforme informação na placa à entrada, as reformas somente terminarão em 2013.) Mas vale registrar na sua câmera, já que irá até à entrada.
Fachada posterior do Museu Picasso e seu jardim, já restaurados.
           Caminhar até o M 8 (roxa), Linha Créteil/Préfecture – Balard, no sentido desta última, e desembarcar na estação République – conforme o horário, se estiver ainda por volta das 17h 30min., sair do Métro, fotografar a Praça e visitar uma das passagens cobertas, construídas no século XIX, existente bem ali pertinho, entre a Place de La Republique e a Rue Béranger – Le Passage Vendôme, medindo 57 m de comprimento e 4m de largura.  Retornar à estação République e pegar o M 11, (marrom) Linha Mairie des Lilás – Châtelet (a menor linha), na direção dessa última, para desembarcar na estação Rambuteau.  Ir até o Centre George Pompidou, fotografar e curtir, pelo menos um pouquinho, os animadores de rua, que entretêm, por horas a fio, os passantes.
Centre George Pompidou
          Andar mais um pouquinho e encantar-se com a “cidade subterrânea” de Les Halles, o Centro Comercial Les Halles, com piscinas olímpicas, cinemas, lanchonetes, clube de snooker, enfim, de tudo um pouco.  A área ao ar livre está toda cercada de tapumes, devido à grande transformação que está sofrendo o local, que abrigará o novo Coração de Paris.
             Para ter um grand finale na nossa extensa jornada neste segundo dia de tour, embarcar no M 4 (carmim), Linha Porte de Clignancourt/Porte d'Orleans, no sentido desta estação, e desembarcar em Montparnasse Bianvenüe.  Do alto deste prédio é que se tem a melhor visão, em 360º, de toda Paris. Subida de elevador -196m em 38 segundos. Ticket - 11,50 euros.  Aproveitar para fazer um delicioso lanche, comprar toda uma parafernália de souvenir e verificar os indicadores dos pontos trísticos, enquanto estiver aguardando a cidade se iluminar. 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Roteiro para Três Dias - 2º dia (2ª parte).

          Vamos continuando no nosso roteiro.  São 8h 15min. e já estamos acomodados no vagão do M 4, sentido Porte de Clignancourt.  Quer sentir o clima?  Saltaremos na Estação Châtelet, em plena hora de rush.  Prova de fogo.  Respire fundo (o francês dá um empurrãozinho, pisa e pede pardon.  Simples, né?)  Mas não faça o mesmo (ou faça, sutilmente, porque você não pode só sentir o clima, tem de entrar nele, he, he, he!).  Aproveite o tempo durante o trajeto.  Veja os hábitos dos passageiros.  Todos portam um MP4, um IPOD, um mobile de última geração (se não estão se comunicando com alguém, estão jogando ou, ouvindo música),  lendo um livro (e lêem, e lêem, e lêem) ou jogando Sudoku (palavra oxítona em français).  Observe como proceder, para acionar a porta do vagão, quando ele parar na estação e vc quiser embarcar ou desembarcar. Examine as “réguas” afixadas sobre as portas do vagão, indicativas da linha que se está usando (com a cor), das stations e as correspondances (linhas que fazem correspondência na station tal), para ir-se familiarizando como é trés facile locomover-se de Métro. 


          De repente, entrará um chanteur e apresentará sua arte no percurso de umas três estações; depois, passará a sacolinha e mudará de vagão.  Colabore!  Bastará ao artista anônimo a cara de enfado do(a)  empertigado(a) francês(a).  Pronto.  12ª estação após o embarque – Châtelet (Que loucuuuuuuura!  “Cuidado com seus pertences!”, ouve-se este constante aviso, pelos alto-falantes locais).  Todo cuidado é pouco.  Mantenha sua bolsa ou mochia, à frente do corpo.  Em todo canto há um pickpoket, o nosso popular trombadinha.   Agora, vou testar você.  Iremos a La Dèfense – o término da reta que vem do Louvre, atravessa as Tulleries, percorre os Champs-Elysées e alcança o Distrito Financeiro, a cidade dos negócios e museu de arte contemporânea a Plein Air. Veja o mapa, verifique qual a Linha em que deveremos embarcar, sua cor, qual direção seguir e leve-me até à porta do comboio.  Excellent! Vous avez bien fait!!!  Pegaremos a Linha 1 (Amarela) - Château de Vincennes/La Dèfense, sentido La Dèfense.  Viu como é fácil?  Você já está pós-graduado(a) em metrô parisiense. 
          Mas, atenção: após cruzarmos o Rio Sena, haverá uma estação chamada Esplanade de La Dèfense, onde vale a descida, mas olhe o relógio, fofinho(a), vamos saltar na seguinte, a do Grand Arc de La Dèfense.  Não há erro.  Descida obrigatória, se não quiser ser multado, porque a partir daí você estará além da Zona 2.  Encontraremos  um movimentado comércio, ainda dentro do Métro.  Se precisar, aí existe um banheiro público (limpíssimo), sobre o qual falarei depois.  Sairemos pela escada rolante e, uau!  Gente, que colírio para os olhos!  Lamento dizer que o elevador do Grande Arco está parado há alguns meses, quando houve um acidente.  Diz-se, a boca pequena, que não  voltará a funcionar.  Fotos, só fotos.  Nada de entrar na FNAC ou no Shopping Les Quatre Temps.   Ah, tentações!!!






          Primeiro prédio,  arquitetura arqueada,  tem ali localizados um hotel, a FNAC (aqui você faz reservas para espetáculos em geral), um Monoprix, cafeterias, loja de flores, restaurantes, banheiros limpíssimos (aproveite para fazer a Fase 1 ou a Fase 2, porque banheiro é um negócio meio complicado na Cidade Luz, para quem anda às carreiras e não sabe a localização dos banheiros públicos,  etc.)  Hoje, vamos ficar deste lado, porque agora precisamos retornar, pela mesma L 1 em que viemos, do Métro para saltarmos na estação Charles de Gaulle - Étoile.  Na calçada da direita (subindo o Champs-Elysées), embarcare-mos num Car Rouge, bem na última parada na via triunfal.
Obs.:  Existem em Paris duas operadoras de sightseeing, que se utilizam de ônibus "chope duplo" (double deck), uma, com carros vermelhos (Les Cars Rouge), cobrindo uma só rota, ideal para quem tem pressa, e

outra, com carros amarelos e verdes (L'Open Tour), cobrindo 4 rotas e seus passes são válidos por 2 (dois) dias consecutivos.  Como nosso tempo é pouco, daremos preferência à Empresa Les Cars Rouges e vamos dar um giro bastante interessante pela cidade, com apoio de serviço de áudio (9 línguas), tendo a duração de 2h e 15 min., ao custo de 26 euros (na outra Empresa custa 32 euros). Neste tipo de transporte que elegemos, pode-se saltar em cada um dos 9 pontos de parada, circular pelos lugares de interesse da área e retornar ao ponto onde tenhamos desembarcado, para voltar a embarcar no próximo veículo que ali chegar,  mas faremos um  non stop, para fotografarmos na sequência e voltaremos, após o tour. para o nosso ponto inicial.

Roteiro do Car Rouge que faremos; Place d'Etoile, Champs Elysées, Grand Palais, Petit Palais, Pont Alexandre III, Terminal Air France, Pont de L'Alma, Musée de Art Moderna de Paris, Trocadéro, Palais de Chailot, Aquarium, Pont d'Iena, Tour Eiffel, Champ de Mars, École Militaire,  Hotel des Invalides (Le Duomo), Pont Alexandre III,  Quais des Tuileries, Rue de Rivoli, ao alto do Jardin des Tuileries, Place Vendôme, Opéra Garnier, Bd de La Madeleine, Madeleine, Place de La Concorde, Museus Jeu de Pome e de L'Orangerie, Ponte de La Concorde, Assemblée Nationale,  Musée Dorsay,  Escola Nacional de Belas Artes, Institut de France, Casa da Moeda, Place St. Michel, Île de La Cité, Prefeitura de Police, St. Chapelle, Palais de Justice, Notre Dame, Concergerie, Musée du Louvre, Jardin des Tueleries, Quais Françoise Mitterrand, Quai des Tueleries, Champs Elysées,  Etoile.  Procure acomodar-se no andar de cima, se não estiver chovendo.  Fotografe tudo e assinale o que você achar de maior interesse.
          Hora de Almoçar - M 1 (linha amarela), sentido Château de Vincennes, até Châtelet, para pegar a correspondance - M4 (linha carmim), sentido Porte d'Orleans, para saltar na estação St. Michel.  Restaurante La Fontaine St. Michel, em pleno Quartier Latin.


Hora de saborear um delicioso bifão, com fritas crocantes e salada.  Sou freguesa assídua - 22,30 euros mais 2,50 de gruja.  (Ai, nem pensar em conversões.  Je suis a Paris.  Sem transtorno bipolar). O que é caro é a bebida gaseificada - um copo de coca zero - 4 euros.  Une bouteille d'eau potable, la courtoisie du restaurant;  (Hábito em todo Restaurante). Saiba também que, comer do lado de fora,  vendo e sendo visto, tem um preço mais salgado.
Iolanda Lopes de Abreu

sábado, 2 de julho de 2011

Roteiro para Três Dias - 1º dia



Nossa Senhora Dama de Paris
          Então, foi dada a partida.  Vou apresentar o primeiro roteiro – para 3 (três dias).

1º dia: início – 15 horas. (Não se descabele – estamos em pleno verão, que teve início em 21 de junho, assim, os dias são bem longos, clareando por volta das 7h e escurecendo por volta das 21h 30min.). M 4, (carmim) sentido Porte de Clignancourt – saltar na estação Saint. Michel – Fontaine Du Davioud (uau, que foule!); atravessar o Quai des Grands Augustins e, cruzando pela Pont de la Tournelle, sobre o Rio Seine (Mon Dieu, o Bateau Mouche lá a diante e a Notre Dame!), da Rive Gauche para a Rive Droit, alcançando a Île-de-la Cité (haja coração!) – Cathédrale de Notre-Dame de Paris – Marco Zero,

Praça em frente, sobre o Parvis; Hôtel Dieu (hospital mais antigo, à direita) – em frente, Prefeiture de Police – Palais de Justice (Sainte Chapelle) – Conciergerie – Pont Neuf – passando por trás do Musée Du Louvre, alcançar a Rue de Rivoli – para a direita, a Comédie Française e o Palais Royal com seu belo jardim.  Retornando, entrar pela primeira arcada do Museu do Louvre – a Pyramide; cruzando sob o Arc Du Triomphe du Carrossel, atravessar o Jardin du Carrossel e entrar no Jardin des Tulleries (ao final do jardim, à direita, o Museu Jeu de Paume e, à esquerda, o Museu de l’Orangerie) – Place da La Concorde  ("Nossa, o que estou vendo?!  Não acredito! Lá longe, à esquerda, a Tour Eiffel?! Vou ter um piripaque!") – continuando em frente (não, deixe eu esfregar os olhos – a via triunfal, Les Champs Élysées, e, ao fundo, o Arc de Triomphe de l'Etoile. Sob o Arco, olhar para o lado oposto do Champs Elysées - Eis lá o Arco de La Défense.   Pegar o M 2 (azulão) sentido Nation – saltar na estação Pigalle – Moulin Rouge – caminhar até a estação Anvers, pelo Boulevard de Rochechouart, satisfazendo sua curiosidade, sim, porque você está numa espécie de Distrito da Luz Vermelha, em Amsterdã. – Museu do Erotismo, sex-shops, clubes de strippers, salas de videos-pornôs e muito mais, além de uma parafernália de luzes e gente de todo o Mundo – subir, à esquerda, para embarcar no Funiculaire de Montmartre - veja Paris do alto.  Ela estará acendendo suas luzes.  Basilique de Sacré Couer.  Sair e contornar, à direita, para alcançar a Place de Tertre (dos pintores e caricaturistas). 
Sacré Coeur

Ufa!  Jantar no La Bohéme – de preferência, sentando do lado de fora.  Aqui parece uma filial do Brasil (fazer o quê?).
Curta esta maravilha!
Fonte: http://www.goear.com/

Caminhar um pouco vendo o interessante comércio local.  Sorvete e crepe são boas pedidas, para fechar a noite.  Retornar ao funicular,  Pegar o M 2 (azulão) em Anvers e saltar uma estação depois – Barbés Rochechouart (ou, se preferir, seguir a pé) e fazer a conexão no M 4 (carmim), sentido Porte d’Orleans, até Alésia.
Agora, um banho reparador e cama,  veja a acomodação de um twin no hotel Ibis Alésia-Montparnasse.

Iolanda Lopes de Abreu