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quarta-feira, 29 de julho de 2026

29º dia - 29/07 - Outra Canicule?

Os meteorologistas não falham.   A informação era de que a tempera-tura iria subir, na quarta-feira e na quinta-feira.  

Ontem, quarta-feira, por volta das 17h, enquanto estava na piscina de Bercy, a temperatura girava em torno de 33º.  

Hoje, às 17h30min., chegando em casa, exausta, por causa do calor excessivo, vi que o relógio da Farmácia de Marie de Montreuil marcava 39º.

O que irá acontecer amanhã, não sei. Vou deitar, uma vez que a temperatura de hoje foi punk.  Não consegui andar muito, mas depois eu conto, porque, o que revi, valeu a pena.  Bisous.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

22º dia - 22/07 - Caminhando e fotografando.

Iniciei o dia, pelo Hôtel de Ville, localizado ao lado da longa Rue de Rivoli - é a Mairie de toda Paris.  Um belíssimo prédio.  

Em seguida, depois de passar por trocentas lojas de lembrancinhas da Cidade Luz,  fotografei, bem de frente, a Ile de Saint-Louis, ligada, por ponte, à Ile de la Cité.  

Logo adiante, o Hotel Dieu, fundado em 651, ao lado da Catedral Notre Dame de Paris.  Impossível pensar em entrar na igreja (queria vê-la pós incêndio e obras de restauração), haja vista a enorme fila que estava formada e ia até à ponte que liga a ilha a St. Michel.

 Fotografei o Sena e suas navettes, os bouquinistes, o Palácio da Justiça,  a Conciergerie, a Fontaine Saint Michel e fui almoçar, mais uma vez, no Le Symposium - escargots, de entrada, filet mignon de porc + sauce e moutarde à lancienne e frites maison e dessert: pomme faite maiso - une formule dos deuses.  

Depois, fui fotografar uma feira de rua, em Cluny - muito comum, durante todo o ano, nos vários bairros dessa cidade fantástica.  

Saindo dali, fui para as Tulherias, ao parque de diversões que sempre funciona ali, para andar na roda gigante, de 55m de altura, que não imaginava oferecer vistas tão fantásticas da cidade.  Quando comprei o ingresso, achei caro - 20 euros, para três rodadas, somente, mas super valeu a pena.  

Cansada, voltei para o apartamento,

segunda-feira, 13 de julho de 2026

13º dia - 13 de julho - Batendo pernas, prá valer.

Hoje, coloquei o relógio para despertar às 6h, para ajudar meu vizinho do 5ª andar, Monsieur Girard, que é cego, nas compras de mercado, mas ele passou-me um e-mail avisando que fora sozinho até o Franprix, porque batera na porta e eu não o atendera e que, de outra vez, me chamaria.

Saí de casa, às 9h30min, sem chapéu e levando uma capa na bolsa, porque tudo indicava que iria chover.  Céu com muitas e grossas nuvens, ventos fortes, que já batiam desde a madrugada, temperatura com queda para 30º...  Fui para o Champs Elysées (M9 + M1), "turistar".  Estava procurando uma loja específica, e vocês sabem, a numeração aqui é sequencial mesmo: 2, 4, 6,...  Comecei no nº 146 e fui até o nº 34, onde a encontrei, mas o Segurança avisou-me que só voltaria a abrir, na quarta-feira, após as 14h.

No trajeto, não pude deixar de entrar: na Galerie des Champs, onde um Mc Donald's espetacular está localizado (usei o banheiro - 0,50 cents, mas não paguei porque um cidadão gentil, ao sair do reser-vado, deixou a porta aberta para mim); tem também um lojão só de Haagen-Dazs.  Dei uma entrada, ainda, nas Galeries La Fayette Champs Elysées, que tem uma sorveteria no hall principal, de tirar do sério, qualquer diabético.

Então, embarquei no M1 e fiz conexão em Hotel de Ville, com o M11 e desci na Estação Rambuteau.  Contornei o Centre Georges Pompidou, que está em reforma e, por isso, todo cercado, e fui até à interessante Fonte Stravinsky (instalada em 1983) e, para minha surpresa e alegria, todas as esculturas (que ficaram durante muitos anos imóveis) estavam funcionando. 

A fome logo deu sinal.  Também, o que já tinha andado.  Parei para almoçar no movimentado Restaurante Chou Chou, no Bd. de Sebastropol.  Pelo menos, descansei por uma hora.  Depois, continuei caminhando e passei em frente à Fontaine des Innocents, também recentemente restaurada e, pelas duas fachadas do Les Halles (Não me atrevi a entrar.  É um Centro Comercial gigantesco, sempre fervilhando de gente.  Tem, inclusive, uma piscina pública.  Este lugar, há 55 anos atrás, quando aqui estive com o Fernando, era suspicious.  Já falei sobre ele, no blog.). Na última esquina antes de chegar ao Centro Comercial, existe um Starbucks colossal, que fica sempre com uma multidão bem instalada, comendo ou fazendo hora.

Seguindo em frente, passei pela lateral da Igreja de St. Eustache (construída entre 1532 e 1632) e segui até a Bourse de Commerce, 40 Rue Berger.  Como estava a poucos passos da Verrerie de Halles, fui até lá para comprar um porta garrafas de praia (está fechada para férias coletivas).  Depois, embarquei no ônibus 74 e saltei no ponto final, Chatelet, embarcando no M1 + M9, para voltar para casa.

Chegando em Montreuil, dei uma esticada ao Carrefour para comprar dois litros de Evian, dois palmiers, uma Orangine e uma Coca zero.  Ao passar pela boulangerie, na esquina de casa, não resisti  e comprei um coca congelada na pressão, porque, na parte da tarde, o sol reapareceu e a temperatura foi a 34º.

domingo, 5 de julho de 2026

2º dia - 03/07: Descontrair, este já era meu plano.

Colocara o celular para despertar às 6h (detalhe:  diferença de fuso horário para  Brasil - + 5h).  Acordei, meio nauseada.  Parecia que um trator tinha passado por cima de mim, mas não perdi o ânimo.  Tirei material de apoio (café Melitta, cápsulas de café expresso, adoçantes, chás etc.) da mala de bordo e, usando delícias que a Anfitriã deixara na geladeira, para minha utilização, preparei meu café da manhã.

Procurei ser breve e saí do apartamento o mais rápido possível, afinal, queria chegar cedo em Disney, programa que agendara para o dia de hoje.

Embarquei no M9 e desembarquei na estação Nation, a fim de fazer a conexão com o RER A.   Affe!  Não estava funcionando, então pe-guei o M1 e desembarquei em Charles de Gaulle-Étoile, onde embarquei no RER, em direção a Marne-la-Vallée, onde ficam os Parques Disneyland, antes chamados de Euro Disney.

Quis ir até lá, logo no primeiro dia após minha chegada na Cidade Luz, para esfriar minha cabeça.  Brincar feito criança, espairecer...  Por outro lado, pensava que, sendo o início das férias dos europeus, os parque ainda estariam um pouco vazios.  Ledo engano.  Logo ao entrar, os parque abrem às 9h30min. e eu cheguei às 10h, deparei-me com levas de brasileiros, argentinos, portugueses, africanos, chineses a dar com o pau, japoneses, and so on - loucuuuuura.  À primeira vista, tive a impressão de que as pessoas brotavam do chão.

Cada atração tinha fila de espera de, em média, 50 minutos.  Nunca vira os dois parques tão abarrotados de gente, nem em 2023, no aniversário da Disney Paris.  Ainda bem que fui de bengala, porque obtive umas prioridades.  Não pude andar no Carrossel, porque só gosto do "cavalão" e ele pareceu-me maior que das outras vezes.  Rsrsrs.  Minhas pernas não me permitiriam montá-lo.

Assisti o desfile da tarde, mas não quis esperar o da noite, porque fiquei a imaginar o que seria o tumulto da hora do retorno.  Queria mais era voltar para minha confortável cama.  Até que não tive dificuldade para almoçar, porque eles cuidam com perfeição do lado alimentação - são muitas opções, quer para lanches rápidos, quer para refeições mais completas ou mesmo, sofisticadas, mas tudo caro, é bem verdade.

Expensivo mesmo foi o ingresso para os dois parques, para uma pessoa só, no caso, eu, por um dia: 164 euros,   mas como seria uma despedida...  Afinal, quem está na chuva, tem de se molhar.  Descontrair, hein?

Voltando para casa, aproveitei e entrei no Carrefour, a três minutos a pé, do apartamento, e abasteci-me de água e pequenas gulodices.  

Voo Air France 443, Rio/Paris, em 30/06 e o 1º dia em Paris, em 1º/07.

 Olá, queridos(as)!

Desculpo-me, inicialmente, por somente estar começando a postar sobre a tão esperada viagem para a França, no dia de hoje, 05/07, mas ocorreram inúmeros imprevistos, dentre eles, o maior, o atraso de 3 horas e meia na partida do AIG.  Cheguei à Cidade Luz bem na hora do rush, quando o trânsito fica caótico, então, não preciso dizer mais nada.

Mas agradecer a Deus, foi o mais importante, porque cheguei bem e minhas malas não foram extraviadas.  Quatorze horas de voo, já constituem uma batalha, assim, se tudo tivesse corrido dento do normal, teria dormido o suficiente. O serviço de Open Bar da Air France caiu muito, também.  Troblerone, Häagen-Dazs etc., já eram.  Só as bebidas foram bastante variadas e em grande quantidade.

Desejando entrar no apartamento, o mais rápido possível, dei-me com desacertos inacreditá-veis, pois não conseguia acompanhar a orientação dada pela proprietária do imóvel, uma pessoa incrível, que acionou o Monsieur Girard, de um apartamento abaixo do que eu alugara e que, finalmente, abriu a habitação.

Sabem o que é cansaço físico e emocional?  Pois é, o avião não partira  no horário marcado inicialmente, por estar apresentando problemas mecânicos.  Alguns passageiros tentaram dar ataque de pelanca, outros esdraiaram-se pelo chão, em frente ao check-in...  Eu, calejada de tantas viagens, recebi os respingos e fiquei muito alterada.   Foi complicado.

Ainda dei uma saída rápida, para ir até a estação do Metrô, quase em frente ao prédio onde fica o apartamento, para comprar o Passe Navigo Découverte mensal, válido de 1ª/07/26 a 31/07/26 (valor: 90 euros e 80 cents),  Ao abrir uma das malas, somente tive forças para pegar uma roupa de dormir, tomar um banho total, beber muita água e desmaiar.  Não foi mole não.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Ondas de calor - Alerta Laranja.

            Calor excessivo, neste mês de  maio, na França, moçada! Confesso que estou assustada com o que me espera, em julho.

            Antes de atingir o pico de 39°C nesta quinta-feira, o alerta laranja de onda de calor se estendeu ainda mais (A previsão de tem- peraturas de 39°C ainda é alta, ou seja, espera-se um alerta de onda de calor).

                Portanto, previnam-se: bebam bastante água, usem roupas leves e calçados confortáveis, banhem-se, mesmo nas vias públicas, quando houver condições para tal (chafarizes, duchas, lagos etc.) não abandonem chapéus e bonés e até mesmo sombrinhas e usem e abusem de lugares refrigerados.

              



 

quarta-feira, 29 de abril de 2026

O que fazer no Feriadão de 1º de Maio?

            Olá, queridos(as}!  Estive ausente por um bom tempo, não é?  Vou explicar o motivo:  Estou fazendo mais um curso, que me toma muito tempo mas, logo logo, estarei encerrando mais esta etapa da minha vida.

            Os dias estão passando muito rápido e, em breve, já estarei arrumando as malas a fim de seguir para a Cidade Luz.  Aos poucos, vou definindo o que fazer por lá e adjacências, anotando, num rascu-nho, um breve roteiro.

            Mas, vamos lá.  Se você está dando um giro por Paris, neste Feriadão de 1º de Maio, quando muitos atrativos estarão fechados, seguem dicas para você não perder sua viagem.

A Maison de la culture du Japon, em Paris, apresenta a obra de Kazuo Kitai, considerado um dos grandes mestres da fotografia japonesa do pós-guerra. Intitulada "Kazuo Kitai, Em Louvor ao Cotidiano", a exposição reúne cerca de 130 fotografias que documentam lutas estudantis, resistência camponesa e aldeias ameaçadas de destruição.

A Feira de Paris 2026 retorna ao Paris Expo Porte de Versailles, com dias de descobertas, compras e entretenimento, incluindo um concerto exclusivo de KeBlack.

Sob o teto de vidro do Grand Palais, mais de 230 carros clássicos serão exibidos no dia 3 de maio em Paris, como prelúdio para o Tour Auto de 2026. Antes do início deste evento, herdeiro do Tour de France Automobile, os entusiastas poderão ver de perto esses modelos excepcionais, na véspera de sua partida pelas estradas da França.

            Muitas seriam, ainda, as opções, mas lembre-se de aproveitar o breve tour, usando a manhã e a tarde de um dia, para fazer o passeio de chopp duplo (hop-on hop-off), num combo com cruzeiro pelo Rio Sena; vá a Montmartre, de Funicular; desfrute do voo no balão cativo, no Parc André Citroën, np 15º arr.; faça o trajeto, a pé, desde o Arco do Triunfo, percorrendo todo o Champs-Elysées, passando pela Place de la Concorde, indo até o Jardin des Tuileries; e não perca uma ida à Catedral de Notre Dame, para vê-la depois de restaurada.  Bisous.