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terça-feira, 28 de julho de 2026

E, finalmente, nadei no Sena!

"J'étais très désolée", isto mesmo que você entendeu.  Eu estava muito desolada.  Iria retornar ao Brasil, sem tomar banho no Rio Sena, mas hoje, uma vez que a temperatura voltou a subir, fui à baignade do programa Paris Plages, em Bercy.  Saí de casa às 16h e retornei às 19h.

Caminhei bastante, contornando a Arena Bercy e tive dificuldade em atravessar duas pistas de alta velocidade, sem semáforos e, ainda por cima, não tendo visto o elevador da Passarela Simone de Beauvoir, desci uma escadaria de madeira meio mal cuidada, com tábuas sol-tas.  Só eu...

Mas, depois darei detalhes da organização e postarei fotos.

segunda-feira, 27 de julho de 2026

27º dia - 27/07 - Strasbourg e Colmar

Hoje, um combo perfeito.  Fui para a região da Alsácia e conheci duas cidades fantásticas, na divisa com a Alemanha: Strasbourg (491km de  distância até Paris) e Colmar (551km de distância até Paris).  Ambas estavam entupidas de gente de todo o Mundo e quase aumentei meu vocabulário em alemão. rsrsrs.

Depois, postarei mais detalhes e colocarei fotos.

sábado, 25 de julho de 2026

25º dia - 26/07 - C'est si bon.

É, pessoal, está muito bom, está gostoso, mas hoje, resolvi dar uma ajudazinha às pernas.  Saí de casa, às 8h30min. e retornei às 20h30min., numa boa. 

Usando o combo M9 + M1, cheguei à Place Étoile, bem a tempo de embarcar num dos primeiros Big Bus - Hop on Hop off que partem do ponto da Place Charles de Gaulle.   Sentei-me na parte de cima, eis que o sol estava amável, naquele horário.  

Resolvi que saltaria, quando houvesse interesse e voltaria a embarcar. Difícil escalar, em Paris, lugar onde interesse não existe, mas declaro a vocês, que o que me cativou mais foi o Petit Palais, cuja entrada é gratuita e porque eu nunca visitara antes, ao contrário do Grand Palais.

Quando restaurar meu wi-fi, postarei incontáveis fotos desse dia fantástico.  Ah, sim, o Big Bus é incomensuravelmente mais caro que o TOOT Bus, mas, inegavelmente, muito mais completo o seu roteiro.

Numa das paradas, próxima à Notre Dame, entrei pela Rue de La Huchette e almocei, novamente, no Restaurante Symposium - comi, suspirando, uma deliciosa Raclatte.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

21º dia - 21/07 - Annecy, A Veneza dos Alpes.

Amigos(as), valeu todo o sacrifício e investimento (perdi a primeira viagem, por um engano tolo e insisti, comprando novas passagens para a terça-feira). Levantei às 3h45min. e só voltei a me deitar, para recuperar a energia, às 24h45min.

O embarque, agora, é diferente, mas explicarei tudo, em outro post, quando retornar ao Brasil e foi feito na Gare de Lyon, saindo o trem, às 7h, em ponto, como de hábito.  Fechou redondo e eu cheguei à bela Annecy, às 11h23min., distante 492km de Paris - 4 horas de viagem, depois de apreciar belíssimas paisagens, através da janela do confortabilíssimo trem, entre elas, o imenso lago de Aix-les-Bains Le Revard e de fazer a tão temida por mim (bengalando, rs.), troca de comboio, quando chegamos à Gare de Lyon Part Dieu, pelo curto espaço de tempo - 12 minutos, para sair em disparada até outra plataforma e localizar-me num assento livre.

O dia estava belíssimo - 32º/35º, a cidade, extremamente florida - mais bonita ainda do que havia visto em várias fotos e vídeos e, férias, gente para todo lado e de todas as raças.  Uma festa para os olhos.

Saindo da Gare, caminhei em direção ao lago, colocado como item imperdível, na minha programação, observando tudo.  Fiquei gratificada de, após uma longa e exaustiva caminhada, ter chegado ao Lago de Annecy, majestoso, de frente para os Alpes Suíços.  Fiz vários registros (veja no facebook - Iolanda Lopes de Abreu.) e fui caminhando, pelo Parque de l'Europa, passando pela Pont des Amours e parando para descansar, sentada sob frondosas árvores, em frente a um parquinho de crianças.

Saindo dali, dei de cara com o Centro de Informações Turísticas, onde entrei e fui muito bem atendida, recebendo dois mapas da cidade e orientações práticas, e um Burguer King, onde entrei para comprar um enoooooorme copo de coca zero, com bastante gelo (glasson), eis que havia feito um farto lanche no trem, trazido de casa.

Logo em frente, indo para a primeira rua à direita, reiniciei a caminhada e fui dando de cara com trocentos restaurantes, com ótimos preços de formules e logo cheguei ao Centro Histórico Medieval.  Comércio intenso (de tudo, um muito) e sofisticado.

Cheguei até o local que dá o título de Veneza dos Alpes, à encan-tadora Annecy - os canais, maravilhosamente floridos.   Não se para de fotografar.  Cada detalhe era um flash.  Já um pouco cansada, Parei no Paul (imperdível, em toda a França) e deliciei-me com um pain de pommes e um suco de laranjas prensadas.

Retornei atè à Gare, bisbilhotando aqui e ali e aguardei a partida do trem, pontualmente, às 19h15min e que fez outro percurso, pois era um comboio "direto" para Paris, onde chegou às 23h15min.

Depois de pegar o M1 e o M5, fazendo conexão em Nation, cheguei ao aparamento à meia noite e cinco minutos, cansada, mas muito feliz.  Au revoir.


quinta-feira, 16 de julho de 2026

16º dia - 16/07 - Hoje, foi massa.

Saí de casa às 9h30min. e o relojão da Farmácia, em frente ao prédio onde estou hospedada, pelo Airbnb, marcava 29º.  Fui até à Avenue Champs Elysées, nº 34, levar umas castanhas de caju para uma moça que muito me ajudou, ontem e, depois, encaminhei-me para o Quartier Latin e fui fotografando: Musée de  Cluny, La Sorbonne, Église de Saint-Étienne-du-Mont, Biblioteca de Sainte-Geneviève, a Faculdade de Direito, a Mairie do 5ª arrondissement e o magnífico Pantheon.

Realizei, então, uma pausa para o almoço.  Demorei-me mais do que o normal, porque estava sentada numa mesa de calçada, de um Restaurante/Bar, bem na badalada Rue Sufflot.  Ficar apreciando o ir e vir da multidão que invadiu Paris, nesse verão, dá para perder a hora.

Depois, segui para o Jardin de Luxembuourg.  Estava, como sempre, incrivelmente florido.  Fiz registros dos canteiros, do lago, da Fontaine de Médicis (de 1630), do Senado e da Tour Montparnasse, que, assim como a Tour Eiffel, é vista de incontáveis pontos da cidade.

Saindo dali, peguei o Bus 38, logo ao deixar os Jardins e desembarquei em Val de Grâce, onde ficam a igreja/hospital, do mesmo nome, o Observatório e a Fontaine des Quatre Partes du Monde (esqueceram da quinta, rs., mas é belíssima).

Exausta (até minha confortável sandália Melissa reclamou e arrebentou, de tanto que andei), voltei a pegar o 38, até uma entrada do M4.  Fiz a conexão com o M9 e cheguei em casa com uma leve chuva, que logo passou.

Não deixem de ver as fotos, no Facebook.


terça-feira, 14 de julho de 2026

14º dia - 14/07 - Hoje, eu me superei.

Dormi até um pouco mais tarde e, logo após o café da manhã, liguei a TV (pela primeira vez, porque , quase todos vocês sabem, não suporto televisão) para assistir o Desfile Comemorativo de le 14 Juillet, no Champs Elysées, feriado nacional.  

Assistir ao vivo a grande festa, sentada nas cadeiras dispostas ao longo da Avenida, a partir do Round Point, teria sido bem fácil para mim, pois bastaria inscrever-me através do site disponibilizado pela Prefeitura, mas ficar exposta ao sol, durante a bela festa, dirigiu-me para a frente da TV.

Ontem, também, não saí para ver a queima de fogos e bela apresen-tação de drones, junto à Tour Eiffel, porque também não fez a minha praia.  Preferi ficar em casa.  Hoje, recebi fotos e vídeos do belo espetáculo, pelo Face.

Acabado o desfie, saí para ir à Place de Italie.  Fiz fotos do local, incluindo o Place d'Italie 2, imenso shopping, que está em reforma e a Marie local e segui para  Bercy, fazendo a conexão para o Cour Emilion, que está cada vez mais procurado pelos franceses e turistas do Mundo todo.  A nova decoração aérea (tiraram as sombrinhas) está muito simpática.  Almocei, como sempre, no Five Guys (embora não aprecie fast food, mas, às vezes, quebra um galho) que tem sanduíches e refrigerantes especiais (já experimentou coca cola de cereja?).

Retornei a Bercy, onde desembarquei e saí da estação do Métro, para entrar pela lateral do Accor Arena de Paris, no imenso parque (14 hectares).  Subi a escadaria das queda d'águas e cheguei ao local das 21 estátuas (obra de Rachid Khimoune) inauguradas em 2001, que ficam na extremidade da bela Ponte Simone Beauvoir, que me levou até o conjunto de 4 torres da Biblioteca François Mitterand. 

Fui pegar água com gás geladinha, mas acabaram com a fonte, então embarquei no bus 325, com destino ao Castelo de Vincennes.  Dado ao adiantado de hora, já passava das 19h30min, não pude entrar.  Também, ali funcionaria uma fan zone, com entrada gratuita para quem desejasse torcer para a França, no jogo contra a Espanha.  A fila era enooooorme. Embarquei no M1 e passei para o M9, retornando para casa.  Ufa, que disposição!!!

quinta-feira, 9 de julho de 2026

9º dia - 09/07 - Um combo espetacular, sem querer.

Saí de casa, às 10h.  Brisa gostosa.  Meu programa: ir à Géode, entran-do pela Citè des Sciences et de lIndustrie, para rever uma amiga de mais de vinte anos, depois, atravessar, pela ponte, o Canal de l'Ourcq e percorrer todo o trecho do Parque de la Villette, para sair pela entrada oposta, fotografando tudo.  Então, embarquei no M9 e saltei na estação Nation, para pegar o M2 e fazer conexão com o M7.

Quando cheguei na plataforma do M2, vi uns rapazes reabastecendo as enormes e sempre bem fornidas máquinas de refrigerantes e águas e todo tipo de gulodices.  Sempre tivera a curiosidade de saber como aquilo era levado a efeito.  Logo resolvi filmar.  Hein?!  Como? Ha-via deixado o móvel a carregar, na cozinha. 

Quase desabei:  meia hora para retornar e pegar o danadinho, impres-cindível, em termos de turismo, mais meia hora para retornar ao ponto em que já estava, ou seguir em frente, com o no show?  Ah, o que tenho mesmo é força na peruca.   Lembrei-me do corinho que cantava com as crianças, na Igreja Batista do Méier, o Rio:  "Desanimados, não, não, não..."

Voltei, peguei o celular e parti para o abraço, mas, ao chegar à Géode (em 2023, estava fechada para obras e não encontrei Madame Suzanne Esparron - brasileira casada com francês), soube que ela não estava mais trabalhando ali.  Que pena!  Mas, não perdi a viagem, porque, em 11 minutos, às 12h30min, teria início o filme Le Royaume des Requins. Ingresso = 12 euros (tarifa reduzida, devido à idade).  A atendente, muito gentil, escolheu uma excelente poltrona para mim e conduziu-me, de elevador (a entrada é feita, normal-mente, por altas escadarias) até à plateia.  Duração do filme, uma hora.

Saindo dali, fui caminhando em direção ao Canal acima citado.  Verifiquei que, agora, para atravessá-lo, não se passa mais pela alta ponte, mas por uma ponte elevadiça.  Ia cruzando a nova passagem, quando, ao olhar para a direita, avistei uma embarcação da Empresa Paris Canal, que faz a travessia do Canal Saint Martin, ancorada e uma fila de turistas aguardando embarque.  Apressei o passo e procurei saber se havia vaga.  Positivo.  Valor do passeio: 22 euros.

Fiquei feliz da vida, porque sempre faço o passeio pela Canauxrama e, desde a última vez, o seu embarque é a partir da Place de La Bastille.  Então, a navegação teria de ser em outra ocasião.  Interes-sante é que a rota da Paris Canal é mais completa, porque, depois de passar pela Bastilha, eles nos conduzem pelo Rio Sena, até ao cais ao lado do Museu Dorsay.  Pena que não estava na minha programação visitá-lo nessa jornada.  Desembarquei e entrei num ônibus, cujo ponto inicial era ao lado do museu e chegava até o Arco do Triunfo, onde desembarquei e peguei o M1 + M9 e vim em casa para deixar a bolsa e ir ao Franprix, comprar e suco em litro.  Que dia legal!


terça-feira, 7 de julho de 2026

7ª dia - 07/07 - Trocadero e a Tour Eiffel, mais o Aquarium de Paris

Acordei às 7h e corri para a "cozinha das delícias".  Eu acho que o café da manhã tem sido a maior e melhor atração do dia.  Ou seria o lanche do anoitecer?  Sei não.  Penso que já engordei uns dois quilos.  Vou dar uma paradinha aqui, porque lembrei-me de ter comprado um pote de sorvete de pistache, que ficou me esperando, no congelador.  Volto já.

Hummm, estava uma delícia,  Blogando agora, para ficar em dia com as notícias, conforme anunciei.  Estou saindo de casa, são 11h, 6h no Brasil e a temperatura é de 32º.

...

Embarquei no Mètro Marie de Montreuil, que me conduziu, sem necessidade de conexão, ao Trocadero.  Esta acomodação em Mon-treuil é perfeita.  Quando embarco no início/final da linha, não preciso dizer, que vou confortavelmente sentada.  Mas, o melhor mesmo, devo salientar, é que no nível da Praça Marie de Montreuil, entro sempre no elevador (não sou obrigada a descer incontáveis degraus de escada) e chego ao sous-sol, onde embarco em outro elevador, para acessar o veículo.  Très facile, d'accord?

Então, uma das vantagens do M9, que serve a Marie de Montreuil, chegar direto no lugar de melhor visão da Torre Eiffel.

Desembarquei e, ainda caminhando pelos longos corredores do metrô, encontrei uma barraca de frutas com uma quantidade enorme de belas cerejas (comprei meio quilo - 5,50 euros) e saí fotogra-fando:  Bem de frente para a torre, avista-se a estátua de Foch (General francês.  Foi o Comandante em Chefe das forças aliadas no fronte Oeste durante a Primeira Guerra Mundial).  Antes de subir os poucos degraus, entre o Museu da Arquitetura e dos Monumentos e o Museu do Homem, existe, agora, um ponto de água potável e aspersor de bruma.  Ah, esquecia-me de dizer que, antes de sair da estação do Métro, sentido Trocadero, bem em frente à escada rolante, existe agora um banheiro bem montado, com entrada paga (2 euros).  Achei ótima esta inovação.  Já passei um aperto ali, sem toilette, num 31 de dezembro.  Ufa!!!

Entre as trocentas pessoas tentando obter a melhor foto da torre, estava eu preparando-me para uma selfie, quando apareceu um dos incontáveis nigerianos, vendedores ambulantes de miniaturas da famosa torre, que se ofereceu para fotografar-me.  Dei a ele 1 euro e ele ficou agradecidíssimo.  Em troca, fotos ótimas, que eu não conseguiria tirar, porque fazer selfie é um saco.

Fui descendo sem pressa, em direção ao Aquarium de Paris, atração que nunca perco.  Preços de entrada: 27,50 euros ou 24,50 euros (reduzido, para os de mais de 60 anos).  Venho sempre aqui.  Excelentes informações sobre a vida marinha, filmes em ambientes confortáveis, áudio visual fantástico, ar condicionado em todos os ambientes e bons banheiros.  Minha praia. Permaneci ali, por uma hora e meia.

Retornei ao Métro-Trocadero e embarquei no M6, sentido Nation, indo até Place d'Italie, trocando para o M7, direção La Courneuve, com o fim de saltar na Place Monge, para visitar Madame B.  Mas, lá chegando, ... "Iolanda, cadê o endereço da Beatriz?"  Deixara em casa. Lógico que eu sabia chegar ao nº 84, da Rue Monge, onde ela mora, mas em Paris, você tem que saber o código da abertura da porta principal e o código do apartamento, para eventualmente interfonar (os prédios não têm porteiro) e, quase sempre, são dois "bâtiments" a acessar. Voltar em casa, jamais. E eu portava um saco de castanhas de caju da terrinha, para a minha Amiga, filha do Dr. Carlucio Andrade, meu ex-oftalmologista, já falecido.  O número do telefone dela, ainda bem, estava registrado no meu celular, mas, e o wi-fi que cai assim que saio do prédio?

Não titubeei.  Entrei no comércio existente ao lado e pedi ao atendente, um africano super simpático que telefonasse para ela.  Ele gentilmente assim o fêz e me colocou em contato com Mme. B.  Eitcha!  Finalmente, nos encontramos e papeamos.   Ela havia feito duas cirurgias num joelho e uma, no outro e está enorme de gorda.  Entre outros inúmeros assuntos, fiquei sabendo que sua moto fora roubada e ela não comprara outra.

Não me demorei mais do que uma hora.  Saindo de lá, passei no africano que me ajudara e tirei um punhado de cerejas da sacola e dei a ele, que repetiu, por diversas vezes, merci, merci, merci, todo sorridente.  Pois é, gentileza gera gentileza.

Atravessei a rua e entrei num Franprix, para comprar Perrier gasosa, a fim de repor a da dona do apartamento, que eu usara, ontem à noi-te.  Voltei para a estação do metrô e, usando o M7, ainda no sentido La Courneuve, desembarquei na estação Chaussée d'Antin La Fayette, para embarcar no M9 e chegar em casa, às 18h15min - temperatura 32º.

Banho, comer, comer e blogar.  A demain.






terça-feira, 1 de agosto de 2023

Euh là, là !!! Um mês em Paris!

Olá, Amigas e Amigos, Seguidores do meu blog, ou não, aqui estou eu de volta, após um mês redondo em Paris, vivendo comme un français.  Em voo noturno Air France, desembarquei em Paris, no dia 27 de junho e embarquei, pela mesma Empresa, em voo diurno, no dia 27 de julho, realizando uma feliz viagem, com bastante saúde, graças ao Bondoso Deus.   

Desde 2018, não dava uma esticada à cidade onde o Amor está no Ar (ou estava?), caminhei muito, bisbilhotando tudo e tenho muito a contar.  Vem comigo, vem, você vai ficar encantada(o), embora, muitas vezes surpresa(o) e, às vezes, até decepcionada(o), como eu fiquei. 

Postei quase 2.000 fotos pelo Facebook (algumas remetidas automaticamente ao Instagram) pouquíssimas, pelo Signal (para os que se comunicavam sempre por lá) e agradeço, uma vez mais, aos que me ajudaram nas andanças solitárias, diárias, curtindo e/ou comentando os posts.

Inicio, fazendo algo que nunca fiz, porque não sou garota-propaganda, falando sobre o excelente apartamento do Vincent, que aluguei, pelo Airbnb, com sua localização e vantagens. 






1º  Após exaustiva pesquisa na Plataforma (junho é um Mês aquecido para locações, na Cidade Luz, a procura é incomensurável), mas valendo-me de conhecer bem todos os arrondissements dentro da Petite Ceinture de Paris, não pestanejei em ficar em Bobigny, a dez minutos de passadas do prédio, até o ponto final da Linha M7 - La Courneuve 8 Mai 1945.  Pontos positivos:

        a) apartamento novo, em prédio idem,  claro, bem ventilado, condomínio de grande segurança, muito bem cuidado, de vizinhança educada e simpática e com tudo que o turista precisa para passar as suas férias, ou mesmo um estudante, para ficar uma temporada.







        b) rua super residencial, silenciosa, dentro de um bairro fervilhante;

        c) comércio ativo: três enormes Mercados, um da Rede Lidl (a quatro minutos do apê - abre às 8h30min), outro, da Rede Carrefour (a oito minutos) e, ainda um, da Rede Casino (ao lado da estação do Métro);  Marché des 4 Routes - misto (coberto - de produtos agrícolas e aberto - de tudo, um muito), funcionando terça-feira, sexta-feira e domingo, até 14h30min.

        d) outras facilidades: Agência dos Correios, Barbearia, Coiffures, Laveries, Chaveruris, Cafés, Boulangeries (em frente ao Lidl, a Louise), ao lado da B. Louise,  pela ordem, a Zeeman (tudo para casa e roupas, com preços ótimos), chaussea (calçados e tênis de marca, com 50% de desconto), OCEAN (Restaurant Buffet du monde), Fitness Park; Floristas,  Patisseries, Boucheries, Mercadinhos, Restaurantes, Centros Médicos e Dentários,  Kiosque Du Primer (dentro da estação do Métro - com todo tipo de fruta), Farmácias, Caixas Eletrônicos (que eu chamo de Bancos Emparedados ou de paredes), Casas Lotéricas e Casas de Câmbio, 2 paradas do T1, ponto final da Linha 7 do Métro, ponto final de várias linhas de Bus e muito mais. 








e)        custo-benefício excelente.

2º  A respeito da Linha 7 do Métro:  para quem não conhece Paris, logo diz: "Ah, mas é muito distante."
Não, não é.  Para começar, vc embarca no ponto inicial e faz seu trajeto sentado, o que é uma raridade, pois todos os vagões das diversas linhas do metrô, a qualquer hora do dia, estão sempre apinhados de passageiros; esta linha, a cor de rosa, atravessa Paris, de leste para o sul, passando pelo centro - melhor que isso, só dois disso; ela passa por importantes estações, como por exemplo:  Porte de la Villette, Stalingrad, Gare de L'Este, Chaussée d'Antin La Fayette, Opéra, Palais Royal Musée du Louvre, Pont Neuf, Châtelet, Pont Marie, Place Monge, Les Gobelins e Place d'Italie, possibilitando trocentas conexões - é ou não é uma linha "mamão com açúcar"? 


quinta-feira, 27 de setembro de 2018

22º Dia em Paris - 2018.

Você acredita que os termômetros hoje voltaram a marcar 28 graus?  Um dia belíssimo, bem apropriado para o destino que escolhi - Parc Zoologique de Paris.
Muito fácil chegar lá.  Ao desembarcar na estação Château de Vincennes, Linha 1 do Metrô, siga a indicação ônibus 46, para sair do subterrâneo.  Você sai e já está num terminal de ônibus que existe ali e o Zoológico fica a 5 paradas de ônibus - não erre para desembarcar, porque a distância entre uma parada e outra é bastante longa.

Entre o terminal e o Zoo  de Paris, como ele também é conhecido, você contorna todo o Château de Vincennes, passa pela entrada do Parc Floral e atravessa uma parte do Bois de Vincennes, o que já é um passeio e tanto
O preço da entrada, 20 euros adulto, parece meio salgado, mas, para você ter uma ideia, eu passeei por lá, durante quatro horas - área enorme, banheiros limpíssimos, restaurantes, quiosques com lanches e pontos de bebidas geladinhas,além de poder apreciar cuidados especiais dos tratadoresm, com os animais.

O Zoológico foi inaugurado em 1934, mas ele ficou fechado para reformas e, quando reinaugurou, em 2014,  deixou muita gente de queixo caído, inclusive eu, que logo tratei de ir conhecê-lo.

Confesso que hoje, fiquei meio decepcionada - acho que muitos animais, ou saíram de férias (rsrsrs), ou vieram a falecer.  Não vi o meu preferido - a zebra, mas havia muitas girafas, que, de acordo com a ordem da minha predileção, ocupam o segundo lugar.



 O Zoo é uma área de 14,5 hectares dentro do Bosque de Vincennes.


Ele possui como proposta a observação do comportamento animal dentro de um ambiente mais adaptado às suas necessidades.


Os cenários estão toodos muito bonitos.

Debvia ter filmado.  São rápidos demais.

A água está gelada, seu pinguim?

Vem pegar um bronze...

Quem mandou enu vir de casaco?  Agora, procura sombra...




Lindonas!



Como estes arbustos estão conseguindo sobreviver, quase final de setembro, em emio a este calor(28°) e esta seca?



O Zoológico esteve fechado entre 30 de novembro de 2008 e 12 de abril 2014, para obras de reforma, de modo a se adaptar às exigências de acomodação dos animais. 


Rochedo artificial de 65m de altura;




Estou na estufa de 4.000m² que simula um ambiente equatorial.



Se o leão, a onça, oleopardo, a jaguatirica... assustam um pouco, os pinguins e os macacos, é claro, fazem a alegria da criançada, aí incluída eu.

Este parque foi dividido em cinco grandes biozonas naturais (PatagôniaSavana, Europa, Guiana e Madagascar), com ênfase ao respeito pelo meio-ambiente.

Iolanda Lopes de Abreu



quinta-feira, 20 de setembro de 2018

15º Dia em Paris-2018.

Elegi para hoje, conhecer Dijon, a Capital da Borgonha.
E pensar em Dijon aliada a pura mostarda...  Não, não é este o foco.  
Saí de casa às 6h 20min. e parti da Gare de Lyon, às 7h 57min (pontualmemnte como estava na passagem, como sempre).  Não precisei compostar o meu bilhete porque, ao comprá-lo, pedira para imprimir meu nome no mesmo.
Muito próxima de Paris, chegamos à Gare de Dijon Ville, às 9h 34min., depois de fazermos umas poucas paradas (De TGV, 1h 40min.). Dia belíssimo, prometendo fazer bastante calor.
Fui ao toilette da Gare e, ao retornar, começava a procurar um posto de turismo, quando uma gentil funcionária da estação perguntou-me se desejava algum auxílio.
Ao informá-la de que gostaria de um mapa da cidade, levou-me a uma sala e, abrindo um exemplar, mostrou-me onde estavam os pontos de interesse.
Saí dali, seguindo mais ou menos o que ela apontara, mas meio desnorteada, porque uma música mecânica era tocada, bem alto, sem eu nada entender.    


Gare de Dijon
Logo adiante, vi, à esquerda, o que me pareceu um parque e, para lá me dirigi. E não era outro local, senão o Parque Darcy, justo o início do roteiro de passeio.

Parque Darcy

Outra face do Parque.
Saindo por outra passagem, linda, com muitas flores, alcancei o pórtico da cidade.  No entorno, cafeterias e restaurantes.





E lá estava outro carro, imenso, tocando alto música mecânica.  E músicas atuais...





Fiquei apreciando os prédios e resolvi entrar pela rua lateral, aqui.  Estava cansada demais para ficar seguindo mapinha.
Tinha tempo suficiente para descobrir tudo.  Resolvi então que, depois de andar um pouco, pararia para
tomar um café e daria uma arrumada no meu roteiro.
De repente, vejam o que eu vi no chão!
A chouette (coruja) - símbolo de Dijon. 
Estes tachões dourados mostram a direção a tomar, para conhecer os pontos de destaque em todo o centro histórico - é o "Parcours de la Chouette", o caminho que você deve seguir para alcançar os monumentos, sem perder um sequer.  Mas, imagina!  Eu a vi de cabeça para baixo, o que significava que, ali, era o final do roteiro, que tem 23 pontos de interesse.  Não me preocupei.  Faria tudo na ordem inversa, afinal, a ordem dos fatores, não alteraria o produto.



Cathédrale St-Bénigne de Dijon , de arquitetura gótica-romana (encontra-se em reformas).

Catedral em cruz grega, inaugurada em 1325.

Lateral da Catedral

Possui um belo órgão.
Église de St-Philibert
Gente!  Que Igreja antiga!  Originariamente do 1X século.

Eu estava no ponto 21 do Parcours.
Vejam bem:  eu estava andando em sentido contrário.


Muitas casas neste estilo.


Aqui nasceu Bossuet (Jacques Bénigne Bossuet),em 27/09/1627 -  bispo e teólogo francês, um dos principais teóricos do absolutismo por direito divino, defendendo o argumento de que o governo era divino e
que os reis recebiam seu poder de Deus.

Théâtre Dijon Bourgogne - hoje funcionando numa Igreja Católica desativada.

Muito bem ornamentadas as floreiras das ruas de Dijon.

Caminhando um pouco mais, entrei numa Loja da Rede Casino,para comprar um sorvete e
olhem o que encontrei - uma prateleira recheada de Vidros de Mostarda - já fui comprando.

Acadenie de Dijon - frente e, a cima, lateral.

Musée de Arte Sacra

Aí, queridos, a fome já era negra, de tanto andar.  Achei este Restaurante bem simpático e
pedi um combo - salada, prato proncipal, uma garrfinha de água com gás e sobremesa.  Perfeito : 20,20 euros mais 2,50 euros de gruja.

Restaurante Le Déclic - 2  Place des Cordiliers





Palais des Ducs et des États de Bourgogne

Notre-Dame
Tour Philippe Le Bon
Bâtiment interior do Palais.










Só depois de caminhar bastante, após o almoço, fui descobrir que musicalhada era aquela que tocava no centro da cidade.
Estava acontecendo o Festival de Musique Mécanique, com a participação de aficcionados do Mundo todo.

Eles chamam a gente para participar, então, soltei a voz.





Adicionar legenda
De repente, não mais que de repente, apreciando os carros fantásticos de música mecânica, dei de cara com o
 Lojão da Mostararda mais famosa de Dijon -a Maille, em pleno calçadão.  Na entrada, uma carrocinha de degustação.  Uva fracionada com pitada de mostarda - uma delícia!



No interior,

sabores para todos os paladares e degustação,à vontade.


Este casal apresentava-se com roupas de época.


Sobrou um tempínho, antes do horário do comboio? Iolanda deu um jeitinho: comprou um ticket - 1,40 euros (serve para ida e volta, se usado no espaço de uma hora), que lhe permitiu dar uma circulada de TRAM,
conhecendo um pouco mais da cidade.  Show!!!

Eu, no TRAM

Iolanda Lopes de Abreu
















































Notre-Dame


Tour Philippe Le Bon


Palais des Ducs et des Étatsde Bourgone


Palais de Justice Cur d'Appel


Convent des BernardinesThéâtre Dijon Bourgone


Igreja de 1200 - St. Philibert


Cathedrale St. Benigne



A maior sorte foi ter ido a Dijon em pleno Festival Musique Mécanique à Dijon (10ª edição).  Muito interessante.



Como não poderia deixar de ser, fui à Maille, casa fundada em 1747, que fabrica a mais conhecida mostarda da cidade.  Degustação livre.  Preços para todos os gostos, de acordo com o tamanho e tipo da embalagem.



Iolanda Lopes de Abreu