Saí de casa às 9h30min. e o relojão da Farmácia, em frente ao prédio onde estou hospedada, pelo Airbnb, marcava 29º. Fui até à Avenue Champs Elysées, nº 34, levar umas castanhas de caju para uma moça que muito me ajudou, ontem e, depois, encaminhei-me para o Quartier Latin e fui fotografando: Musée de Cluny, La Sorbonne, Église de Saint-Étienne-du-Mont, Biblioteca de Sainte-Geneviève, a Faculdade de Direito, a Mairie do 5ª arrondissement e o magnífico Pantheon.
Realizei, então, uma pausa para o almoço. Demorei-me mais do que o normal, porque estava sentada numa mesa de calçada, de um Restaurante/Bar, bem na badalada Rue Sufflot. Ficar apreciando o ir e vir da multidão que invadiu Paris, nesse verão, dá para perder a hora.
Depois, segui para o Jardin de Luxembuourg. Estava, como sempre, incrivelmente florido. Fiz registros dos canteiros, do lago, da Fontaine de Médicis (de 1630), do Senado e da Tour Montparnasse, que, assim como a Tour Eiffel, é vista de incontáveis pontos da cidade.
Saindo dali, peguei o Bus 38, logo ao deixar os Jardins e desembarquei em Val de Grâce, onde ficam a igreja/hospital, do mesmo nome, o Observatório e a Fontaine des Quatre Partes du Monde (esqueceram da quinta, rs., mas é belíssima).
Exausta (até minha confortável sandália Melissa reclamou e arrebentou, de tanto que andei), voltei a pegar o 38, até uma entrada do M4. Fiz a conexão com o M9 e cheguei em casa com uma leve chuva, que logo passou.
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