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sábado, 9 de julho de 2022

Le 14 Juillet - I

Desde o ano de 1880, no dia 14 de julho, temos uma grande festa que comemora a Queda da Bastilha, ocorrida em 1789, fato este que marcou o fim da monarquia absoluta. Mas, o que era a Bastilha? Uma prisão e um marco do poder absoluto e arbitrário do antigo regime imposto por Luís XVI, deposto em 1792 e executado no ano seguinte. Em 14 de julho de 1789, a população de Paris, insatisfeita, tomou a fortaleza que, por incrível que possa parecer, mantinha, então, apenas 7 pessoas presas. A data é comemorada em toda a França, mas os festejos mais marcantes ocorrem em Paris. Espero que você esteja na Cidade onde o Amor está no Ar, neste período de festas, conhecendo, assim, uma nova faceta da mesma.

sábado, 24 de agosto de 2013

sábado, 29 de junho de 2013

Ah, Paris, Paris!

Acesse este link e leia tudo com atenção.

Paris-estructuras imperecederas-seg.pps
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Colaboração enviada por email pelo Amigo José Jacob.

Iolanda Lopes de Abreu

terça-feira, 12 de junho de 2012

Versailles e suas grandes datas - 2ª parte

Grandes datas que marcaram o Château de Versailles - Finalizando:

1687 - Le Trianon de mármore substitui Le Trianon de porcelana.
1710 - Nascimento de Louis XV, neto de Louis XIV.
1715 - Morte de Louis XIV.  Reino de Louis XV.  Regência de Philippe d'Orléans.  O Tribunal deixa Versailles, para retornar em 1722.
1729 - Nascimento de Dauphin, pai de Louis XVI, Louis XVIII e Charles X.
1741 - Conclusão do Lago de Neptune.
1745 - Mme. de Pompadour, favorita de Louis XV - seu reinado dura 15 anos.
1754 - Nascimento de Louis XVI.
1768 - Conclusão do Petit Trianon.
1770 - Casamento de Louis XVI com Marie Antoinette d'Autriche-Lorraine.
1774 - Morte de Louis XV.  Reinado de Louis XVI.
1783 - Assinatura dos Tratados de Versailles (Independência dos Estados Unidos).
1789 - Reunião dos Estados Gerais na sala des Menus-Plaisirs.   Ano em que a Família Real deixa Versailles.




Fonte: Guide Vert.

Iolanda Lopes de Abreu

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Versailles e suas grandes datas - 1ª parte


Grandes datas que marcaram o Château de Versailles:
1631 - Construção do château de Louis XIII
1843 - Morte de Louis XIII - Reino de Louis XIV - Regência de Anne d'Austriche que governa com Mazarin.
1661  - Reino pessoal de Louis XIV que, após a morte de Mazarin, decide governar sem Primeiro Ministro.
1664 - Primeiras Grandes Festas.
1666 - Inauguração das Fontes.
1668 - Construção do "envelope de pierre", projeto de Le Vau.
1671 - O Rei decide criar uma vila em Versailles.
1674 - Primeira grande estadia  do Rei, em Versailles.
1682 - A Corte e os Governantes se instalam em Versailles.
1683 - Morte da Rainha Marie-Thérése.  Casamento secreto de Louis XIV com Mme. de Maintenon.
1684 - Conclusão da Galeria dos Espelhos.  Construção da Orangerie por Mansart.


Iolanda Lopes de Abreu

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Les Présidents de la République à l'Élysée

Encontrei, no Guide Vert, esta relação, que "matou" minha curiosidade.

Entre 1871 e 2011, a França teve 22 Presidentes da República: Adolphe Thiers (1871), Patrice de Mac-Mahon (1873), Jules Grévy (1879), Sadi Carnot (1887), Jean Casimir-Perier (1894), Félix Faure (1895), Émile Loubet (1899), Armand Fallières (1906), Raymond Poincaré (1913), Paul Deschanel (1920), Alexandre Mitterand (1920), Gaston Doumergue  (1924), Paul Doumer (1931), Albert Lebrun (1932), Vincent Auriol (1947), René Coty (1954), Charles de Gaulle (1959), Georges Pompidou (1969), Valéry Giscard d'Estaing (1974), François Mitterrand (1981), Jacques Chirac (1995) e Nicolas Sarkozy (2007).
Agora, vem de ser eleito, no mês de maio p.p., François Hollande.

Iolanda Lopes de Abreu

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Últimas Palavras

Louis XVI: "Povo, eu morro inocente de todos os crimes que me são imputados, eu perdoo aos autores da minha morte. Eu oro a Deus para que o sangue que você espalha não recaia mais sobre a França."

Danton: " Bourreau, tu mostrarás minha cabeça ao público, vale a pena!"

Mme. Roland: "Liberdade, que crimes os cometi em seu nome!"

Depois, a guilhotina.

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"Louvai aos Senhor, todos os gentios, e celebrai-o, todos os povos." Romanos: 15:11

Iolanda Lopes de Abreu

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Place de La Concorde - II

Tentando apagar o rastro sangrento ali  deixado, a praça foi renomeada por revolucionários arrependidos  e passou a chamar-se Place de la Concorde, com o intuito de promover o espírito de reconciliação.

No século XIX a praça ficou ainda mais magnífica, com o erguimento do obelisco, conforme já postado, e a instalação de duas fontes (inspiradas nas fontes da praça St. Pierre, em Roma) e oito estátuas personificando cidades francesas (Brest, Rouen, Lille, Strasbourg, Lyon, Marseille, Bordeaux e Nantes).



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"Mas o que tendes retende-o até que eu venha." Apocalipse 3:25

Iolanda Lopes de Abreu

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Place de La Concorde - I

Desenhada no século XVIII para servir de configuração para a estátua equestre de Louis XV, O Bem Amado, a mais vasta (um imenso octógono de 84.000m²) e a última das praças reais parisienses, a Place de La Concorde serve como  uma espécie de ligação entre Les Jardins des Tuilleries e les Champs-Élysées, servindo de entrada monumental para acessar o Arc de Triomphe.  A praça era delimitada por um fosso cercado de balaustradas.

Os trabalhos duraram de 1755 a 1775.  Em 1792 a estátua real foi desmontada e a Praça Louis XV passou a ser a Place de la Révolution.  Em 21 de janeiro de 1793, a guilhotina foi levantada perto da atual estátua de Brest para a execução de Louis XVI.  A partir de 13 de maio,viu-se passarem 1343 vítimas, entre elas, Marie-Antoinette, Mme, du Barry, Charlotte Corday, les Girondins, Danton e seus amigos, Mme. Roland e Robespierre e seus apoiadores.

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"Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei."  Gál.: 6:18

Iolanda Lopes de Abreu

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Obelisco de Luxor, na Place de la Concorde - I

L'obélisque de Louxor



Erigido sob o reino de Ramsés II (Ano de 1250), na parte fronteiriça do templo de Amon, em Luxor - Egito, o obelisco que hoje encontramos na Place de la Concorde, foi ali erguido, depois de uma viagem interminável, após, em 1830, Mehémet Ali, o vice-rei daquele país ter oferecido dois obeliscos à França.  Apenas aquele (de 3.200 anos) que se encontrava em melhor estado de conservação foi enviado a Paris.  A viagem, feita no barco Luxor, através de Gibraltar, Toulon e Le Havre, durou um ano e meio, até ser colocado no lugar onde hoje encontra-se, em dezembro de 1833 (outra fonte cita dezembro de 1836). 

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"Ouvi e atentai: não vos ensoberbeçais;..." - Jeremias 13:15

Iolanda Lopes de Abreu

 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Paris e os Monumentos in Memoriam.

Não, você não consegue andar um quilômetro em Paris, sem esbarrar em um monumento "in memoriam", de um dos grandes personagens na História da França.  Às vezes, você pode até estar caminhando distraído(a), sem ater-se a belos monumentos, afinal, todos o são, porque eles não estão assinalados no seu roteiro ou porque seu tempo está racionado, mas então você perde um dos "fios da meada".
Certo é que muitos deles não podem deixar de serem registrados.  É o caso do Monumento erigido tardiamente, em 1889, em memória e em homenagem ao Almirante Coligny e que está localizado na Rue de Rivoli, na calçada oposta à do Museu do Louvre.

L'Amiral de Coligny
Mas, quem foi o Almirante Coligny?  Foi uma altíssima figura Protestante do 16º século, conforme indica a placa, à esquerda do monumento, vítima da intolerância religiosa que existia na época e que foi executado na Noite de Saint Barthelemy.


As Guerras Religiosas, na França governada pelo Rei católico Carlos IX,  duraram dez anos - entre 1570 e 1580.  Fato curioso é que o Rei era amigo de um dos mais importantes líderes protestantes, Gaspar de Coligny, entretanto sua mãe, Catherine de Médicis era fervorosa combatente aos protestantes, a quem odiava.
Fomentando este ódio, ela ardilosamente convenceu seu filho de que havia um plano dos protestantes para matá-lo. 
Exatamente no dia 24 de agosto, Dia de Saint Barthelemy, do ano de 1572, teve início um massacre organizado pelos católicos, em Paris, massacre este que durou uma semana, estendendo-se por toda a França.  Calculou-se que cerca de 10.000 pessoas foram assassinadas, entre elas, o Almirante Coligny.

Iolanda Lopes de Abreu

 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Jeau de Paume.

Há muitas postagens atrás, fiquei de falar sobre o Jeau de Paume, quando mostrei o Museu Jeau de Paume (que considerei, durante muito tempo, o melhor museu de Paris - à época em que reunia todos os Impressionistas), situado bem lá no finzinho das Tuileries.


O jeau de paume foi uma das principais modalidades esportivas praticadas entre 1250 e 1650 e Paris era o principal centro dedicado ao esporte, graças à excelente qualidade de bolas criadas pelos artesãos, conhecidos como les paumiers, que as fazia serem muito solicitadas, pois era expressivo o número de praticantes do esporte, naquela época.  A exportação das bolas era proibida, sendo estas dificilmente encontradas em outros países da Europa.  Somente a partir do 18º século o esporte foi ultrapassando as portas de Paris e ganhando outros adeptos.


À semelhança do tênis atual, o jogo consiste em devolver uma bola arremessada sobre uma rede, numa quadra, com o auxílio de uma raquete, sendo as partidas disputadas individualmente, em duplas em trios e até com equipes de quatro jogadores e a contagem dos pontos se faz em 15, 30 e 40 pontos.

Salão de jeau de paume (ou tripot) em Versailles
A princípio, os jogos eram disputados ao ar livre, mas a partir do século XIX, começou-se a trasferi-los para terrenos fechados, nascendo assim os salões de jeu de paume, também conhecidos como tripots.
Não havia árbitros e os jogadores deveriam acatar a decisão dos espectadores em relação às jogadas duvidosas. Entre as suas regras era proibido ao jogador aparentar cansaço, sendo a partida abruptamente interrompida se o participante estivesse mal fisicamente, além da obrigação de limpar e trocar a camiseta ao final do jogo.
A primeira menção de se usar raquetes para o desenvolvimento do jogo data do ano de 1505, sendo que anteriormente já havia jogadores que usavam tacos de madeira. Foi com a introdução da raquete que o jeu de paume alcançou a maior popularidade na França.
Após a batalha de Azincourt, em 1415, o duque de Orléans foi capturado e levado à Inglaterra, onde permaneceu por vinte anos. Foi através dele que o esporte foi introduzido na Inglaterra, já que o duque era praticante do mesmo. Quatro séculos depois, um descendente do duque, Walter Clopton Winfield, inventou o tênis, uma adaptação do jeu de paume, mas jogado sobre grama.
No início do século XX o jeu de paume integrou os Jogos Olímpicos de Verão de 1908, em Londres.  Foi a única aparição do esporte em Jogos Olímpicos.
Quando o esporte caiu em desuso na França, no  final do século XVIII, apareceram praticantes na Inglaterra e nos Estados Unidos.  Estes dois países e, também a Austrália, estão entre as potências do esporte, hoje, sendo que a França tenta timidamente uma rentré.
O jeau de paume foi o primeiro esporte a atribuir o título de campeão do mundo, em 1740, sem interrupção até os dias atuais.  No primeiro dia de setembro, as fases finais do Campeonato de França são celebradas nos Jardins de Luxemburgo.

Fonte e terceira foto: Wikipédia

Iolanda Lopes de Abreu

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Le 14 juillet.



Ficheiro:Flag of France.svg
Bandeira da França, copiada do ficheiro Wikipédia (ficheiro Flag of France.svg)
  
                    Bonjour, mes Amours!  Aujourd'hui cést le 14 juillet!  Dia de festas em toda a França.  Feriado Nacional. O Amor está no ar!  O bleu, o blanc e o rouge dessa bandeira  linda estão em todos os lugares. Durante a Revolução Francesa, iniciada em maio de 1789, precisamente no dia 14 de julho, os revolucionários franceses tomaram a Bastille, uma fotaleza que fora transformada pela monarquia francesa numa prisão de Estado, marcando a queda da monarquia, decidindo os franceses celebrarem, neste dia, a Revolução Francesa.
                    Queria estar em Paris, hoje, mas ninguém me contrata, nem como cozinheira.  Fazer o quê?  Copiei no site http://www.vagalume.com.br/ a tradução do Hino da França, a Marseillaise.  Vejam abaixo. Cantem com o hino apresentado no Youtube. http://www.youtube.com/watch?v=221UWotqwdo .  Proibido derramar lágrimas!!!

A Marselhesa.
Avante, filhos da Pátria,
O dia da Glória chegou.
O estandarte ensangüentado da tirania
Contra nós se levanta.
Ouvis nos campos rugirem
Esses ferozes soldados?
Vêm eles até nós
Degolar nossos filhos, nossas mulheres.
Às armas cidadãos!
Formai vossos batalhões!
Marchemos, marchemos!
Nossa terra do sangue impuro se saciará!
O que deseja essa horda de escravos
de traidores, de reis conjurados?
Para quem são esses ignóbeis entraves
Esses grilhões há muito tempo preparados? (bis)
Franceses! Para vocês, ah! que ultraje!
Que elans deve ele suscitar!
Somos nós que se ousa criticar sobre voltar à antiga escravidão!
Que! essas multidões estrangeiras
Fariam a lei em nossos lares!
Que! as falanges mercenárias
Arrasariam nossos fiéis guerreiros (bis)
Grande Deus! por mãos acorrentadas
Nossas frontes sob o jugo se curvariam
E déspotas vis tornar-se-iam
Mestres de nossos destinos!
Estremeçam, tiranos! e vocês pérfidos,
Injúria de todos os partidos,
Tremei! seus projetos parricidas
Vão enfim receber seu preço! (bis)
Somos todos soldados para combatê-los,
Se nossos jovens heróis caem,
A França outros produz
Contra vocês, totalmente prontos para combatê-los!
Franceses, em guerreiros magnânimes,
Levem, carreguem ou suspendam seus tiros!
Poupem essas tristes vítimas, que contra vocês se armam a contragosto. (bis)
Mas esses déspotas sanguinários
Mas esses cúmplices de Bouillé,
Todos esses tigres que, sem piedade,
Rasgam o seio de suas mães!...
Entraremos na batalha
Quando nossos antecessores não mais lá estarão.
Lá encontraremos suas marcas
E o traço de suas virtudes. (bis)
Bem menos ciumentos de suas sepulturas
Teremos o sublime orgulho
De vingá-los ou de seguí-los.
Amor Sagrado pela Pátria
Conduza, sustente nossos braços vingativos.
Liberdade, querida liberdade
Combata com teus defensores!
Sob nossas bandeiras, que a vitória
Chegue logo às tuas vozes viris!
Que teus inimigos agonizantes
Vejam teu triunfo e nossa glória.

Iolanda Lopes de Abreu