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segunda-feira, 27 de julho de 2026

27º dia - 27/07 - Strasbourg e Colmar

Hoje, um combo perfeito.  Fui para a região da Alsácia e conheci duas cidades fantásticas, na divisa com a Alemanha: Strasbourg (491km de  distância até Paris) e Colmar (551km de distância até Paris).  Ambas estavam entupidas de gente de todo o Mundo e quase aumentei meu vocabulário em alemão. rsrsrs.

Depois, postarei mais detalhes e colocarei fotos.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

13º dia - 13 de julho - Batendo pernas, prá valer.

Hoje, coloquei o relógio para despertar às 6h, para ajudar meu vizinho do 5ª andar, Monsieur Girard, que é cego, nas compras de mercado, mas ele passou-me um e-mail avisando que fora sozinho até o Franprix, porque batera na porta e eu não o atendera e que, de outra vez, me chamaria.

Saí de casa, às 9h30min, sem chapéu e levando uma capa na bolsa, porque tudo indicava que iria chover.  Céu com muitas e grossas nuvens, ventos fortes, que já batiam desde a madrugada, temperatura com queda para 30º...  Fui para o Champs Elysées (M9 + M1), "turistar".  Estava procurando uma loja específica, e vocês sabem, a numeração aqui é sequencial mesmo: 2, 4, 6,...  Comecei no nº 146 e fui até o nº 34, onde a encontrei, mas o Segurança avisou-me que só voltaria a abrir, na quarta-feira, após as 14h.

No trajeto, não pude deixar de entrar: na Galerie des Champs, onde um Mc Donald's espetacular está localizado (usei o banheiro - 0,50 cents, mas não paguei porque um cidadão gentil, ao sair do reser-vado, deixou a porta aberta para mim); tem também um lojão só de Haagen-Dazs.  Dei uma entrada, ainda, nas Galeries La Fayette Champs Elysées, que tem uma sorveteria no hall principal, de tirar do sério, qualquer diabético.

Então, embarquei no M1 e fiz conexão em Hotel de Ville, com o M11 e desci na Estação Rambuteau.  Contornei o Centre Georges Pompidou, que está em reforma e, por isso, todo cercado, e fui até à interessante Fonte Stravinsky (instalada em 1983) e, para minha surpresa e alegria, todas as esculturas (que ficaram durante muitos anos imóveis) estavam funcionando. 

A fome logo deu sinal.  Também, o que já tinha andado.  Parei para almoçar no movimentado Restaurante Chou Chou, no Bd. de Sebastropol.  Pelo menos, descansei por uma hora.  Depois, continuei caminhando e passei em frente à Fontaine des Innocents, também recentemente restaurada e, pelas duas fachadas do Les Halles (Não me atrevi a entrar.  É um Centro Comercial gigantesco, sempre fervilhando de gente.  Tem, inclusive, uma piscina pública.  Este lugar, há 55 anos atrás, quando aqui estive com o Fernando, era suspicious.  Já falei sobre ele, no blog.). Na última esquina antes de chegar ao Centro Comercial, existe um Starbucks colossal, que fica sempre com uma multidão bem instalada, comendo ou fazendo hora.

Seguindo em frente, passei pela lateral da Igreja de St. Eustache (construída entre 1532 e 1632) e segui até a Bourse de Commerce, 40 Rue Berger.  Como estava a poucos passos da Verrerie de Halles, fui até lá para comprar um porta garrafas de praia (está fechada para férias coletivas).  Depois, embarquei no ônibus 74 e saltei no ponto final, Chatelet, embarcando no M1 + M9, para voltar para casa.

Chegando em Montreuil, dei uma esticada ao Carrefour para comprar dois litros de Evian, dois palmiers, uma Orangine e uma Coca zero.  Ao passar pela boulangerie, na esquina de casa, não resisti  e comprei um coca congelada na pressão, porque, na parte da tarde, o sol reapareceu e a temperatura foi a 34º.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Flamengo X Paris Saint-Germain

            Foi massa, mas o Paris Saint-Germain, que havia empatado  com o Flamengo, ao final do tempo normal de jogo - 1 x 1 -, acabou levando a taça, na cobrança dos pênaltis, na decisão do Intercontinental.   

                                                                                            Foto ESPN Brasil


sábado, 8 de fevereiro de 2025

O Funeral do menino Emile Soleil

Dez meses após a descoberta dos ossos do pequenino Emile Soleil, sua família, finalmente, o enterrou hoje, sábado, em La Bouilladisse, onde moram seus pais, após a realização do funeral na Basílica de Sainte Marie-Madeleine, em Saint-Maximin, no Var.

Os restos mortais da criança passaram, durante todo este tempo, pelas mãos dos gendarmes do Instituto de Investigação Criminal da Gendarmeria Nacional e pelas mãos dos que atuam no Laboratório Forense de Bordéus.

Lamentavelmente, 19 meses após a morte de Emile, o mistério em torno de seu desaparecimento e morte continua.  Sequestro seguido de homicídio?  Queda acidental?  Ataque por animal?  Homicídio Culposo?



terça-feira, 27 de agosto de 2024

Faltam poucas horas!

As Paralimpíadas de Paris 2024 terão seu início amanhã, quarta-feira, dia 28 de agosto, às 15h (horário de Brasília) e o evento que abrirá a competição será fora de estádio, da mesma forma como aconteceu nos Jogos olímpicos.

4.400 atletas, de 184 delegações do mundo todo, desfilarão na Avenida Champs-Elysées, indo do Arco do Triunfo para a Place de la Concorde. 

Não deixe de dar o seu apoio, incentivando os atletas, em especial os brasileiros. A festa não terá transmissão pela TV aberta.

sexta-feira, 17 de maio de 2024

Nuit Blanche 2024

Está chegando o grande dia - da Nuit Blanche!  Euh là là!

Foto copiada do Google

Conforme informei,  no ano passado, a data desse evento foi antecipada no calendário, devido às condições climáticas e, nesse ano, permanecerá no dia 1º de junho.

Esta será sua 23ª edição e vai fazer você sonhar até o amanhecer, com uma vasta programação, baseada nas cores do Ultramar e dos Jogos, que promete ser intensa e fascinante.

Serão mais de duas centenas de projetos artísticos bem planejados.  Aguarde que trarei mais informações. 


segunda-feira, 1 de maio de 2023

1º de Maio - um dia tumultuado em Paris.

 

Aproximadamente meio milhão de pessoas participaram, neste 1º de Maio, das manifestações do Dia do Trabalhador, que tiveram início na Place de la République, às 14h e terminaram, à noite, na Place de la Nation (anteriomente chamada Place du Trone).   Mais de uma centena de policiais ficaram feridos (um deles, gravemente, após ser atingido por um coquetel molotov) e quase 300 pessoas foram detidas.

O principal alvo das críticas dos manifestantes foi o Presidente Emmanuel Macron, por sua Reforma da Previdência, que aumenta para 64 anos a idade mínima para a aposentadoria 





segunda-feira, 18 de março de 2019

As novas Fontes do Champs Elysées.

Finalmente, foram inauguradas as quatro novas fontes do Rond Point dos Champs Elysées,após três anos de obras no local.
Cada qual com seu cada qual.
Eu preferia as antigas, que faziam conjuto harmonioso com os belos jardins no entorno.


Fontes Bouroullec
Foto Paris


Iolanda Lopes de Abreu

domingo, 25 de novembro de 2018

Gilets Jaunes - resumo de um dia.

Ainda bem que não estou em Paris!
Aliás, recapitulando, a cidade que tem seu ponto central, a Avenue des Champs Elysées, como cenário para grandes festas, passeatas, protestos, desfiles comemorativos, partida de memoráveis maratonas, "despedidas" de gente famosa, marchés natalinos e muito mais, somente pegou-me de surpresa uma única vez, quando os Produtores Rurais ali acamparam, com a maior naturalidade, transformando a avenida mais famosa do Mundo em uma Fazenda enoooooorme, realizando pacificamente seu protesto.
Tive sorte, porque até leite tirado da vaca, na hora, eu bebi.  Nada de tiros, bombas de gás lacrimogênio, correrias, polícia montada afugentando o povo... Nadica de nada.  Mas ontem, meus (minhas) queridos (as), o bicho pegou.  Em cena, os Gilets Jaunes ou seja, os Jaquetas Amarelas - ou Amarelo/Verde,que resolveram botar para quebrar.
A Avenida e Ruas adjacentes encontravam-se sob forte proteção policial, entre a Place de la Concorde e o Elysée (isto, o Palácio onde reside Monsieur Emmanuel Macron, o Presidente da República), porque, justamente neste trecho, estavam proibidas as manifestações.  Ah, mas manifestantes baderneiros gostam do que é proibido. E eles partiram para cima, com violência, sendo recebidos com bombas de gás lacrimogêneo, jatos de possantes canhões de água... O que fizeram, já dá para deduzir, né?  Só baderna, invadindo lojas, quebrando vidraças, entortando portas, destruindo semáforos e o que mais viam de alvo fácil pela frente.
De se esclarecer que o movimento dos "Gilets Jaunes" está acontecendo em toda a França, onde 106.301 deles foram registrados, no dia de ontem, incluídos aí, 8.000 só de Paris, onde 120 estão sob custódia e 60, presos. Aliás, isto conseguiu enfraquecer o movimento.  Entenda-se aqui, de um povo que se diz traído e que se revolta.
O MInistro do Interior identifica dois tipos de manifestantes: os da província que se mobilizaram em clima de boa índole e os que cometeram atos graves em Paris e em Villefranche-sur Saône (Rhône).

Iolanda Lopes de Abreu



terça-feira, 6 de novembro de 2018

Prêmio Femina

Ontem, dia 05 de novembro, o jornalista e escritor Philippe Lançon, que escreveu a história do ataque ao Charlie Hebdo, contendo acomovente relato da sua reconstrução, na condição de ter sido um dos sobreviventes, foi recompensado pelo prêmio Femina, primeiro dos grandes prêmios literários do outono/2018.

Iolanda Lopes de Abreu








sábado, 6 de outubro de 2018

Charles Aznavour - Foi assim.

Estava prevista a presença de 2.000 pessoas na Place des Invalides, Para as "Hommages a Monsieur Charles Aznavour", ontem, às 10h.
Dia lindo demais, fechando com chave de ouro minhas férias na França, Desembarquei na estação Invalides às 9h50min.  Fiquei surpresa.  Esperava encontrar a enorme área que fica em frente ao Hõtel des Invalides, apinhada de parisienses, franceses e turistas.
Ledo engano.  Encontrei a área toda cercada e fortemente policiada, com uma meia dúzia de gatos pingados para assistirem a cerimônia (entre eles, um eram eu - risos).
De longe, avistei uma concentração de assistência posicionada à direita e outra, à esquerda, em frente à qual haviam colocado uma telona (oops, uma telinha) para a plebe ignara a tudo assistir.
Escolhi caminhar para colocar-me à direita, eis que me encontro já nesta posicionada, no momento atual...  Gente, vocês não imaginam a distância percorrida, a passos largos.  Passada a revista de bolsas etc e cumprido o ritual de detecção de metais, consegui, com muita facilidade, ocupar um lugar perto ao alambrado.
Com algum atraso (falha no rendez-vous, porque Monsieur Macron chegou um pouco atrasado), ultrapassaram os portões principais, acessando o Musée de l'Armée, a escolta e os carros dos credenciados para a referida cerimônia, em grande velocidade.
Pouco se viu e ouviu, através da projeção na tela, além dos cumprimentos de praxe, do Presidente, do que ocorria lá dentro.  De repente, uma música fúnebre pesadíssima começou a ser ouvida, tocada por um clarinetista, e surgiu a urna funerária como corpo do cantante, coberto por enorme bandeira da França e conduzida por militares elegantemente trajados nos seus uniformes.
Para mim, foi a tônica.  E acho que para o Charles também, apesar da enorme e bela coroa de flores depositada à frente do seu esquife, pois poderia ter sido cantada, à capela,  por uma das belas vozes trancesas, a fantástica e retumban te She.
Nem aquele povinho inerte, cá do lado de fora da cerca, ousou cantar, em conjunto, La Bohème.  Retirei-me decepcionada, sem esperar por discursos (um deles ainda ouvido enquanto caminhava em direção ao Sena, para um, quem sabe, até breve) e coisas que tais.





Ao fundo, o esquife envolto pela bandeira da França, visto através do telão.

Iolanda Lopes de Abreu

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

30º Dia em Paris - 2018.

Prezados(as) Amigos(as):
Chegou a hora de voltar para casa.  Embarcarei hoje, às 23h 30min.
Não posso deixar de agradecer ao Bondoso Deus, por ter-me honrado com estes 30 (trinta)  maravilhosos e abençoados dias, na Cidade onde o Amor está no Ar.
Vocês não podem imaginar que dia maravilhoso foi o de hoje.  Céu azulzinho, temperatura super agradável, girando entre os 14º e os 23º, as flores, muitas flores, ainda mostrando-se radiantes e as folhas do outono preparando seus tapetes mágicos.
Foi tudo muito bom.  Parto feliz, com muitas fotos para postar aqui.  Lamen-tavelmente, isto não pôde ser feito paulatinamente com as postagens, por causa de problemas que tive com a Internet no imóvel que aluguei. Tenho, também, muito, ainda, a contar.
Tinha de ser breve, porque dependia da conexão para acompanhar três processos no Rio.
Agradeço a vocês, que estiveram acessando as postagens, incentivando-me a blogar.  Daqui a uma, duas semanas, creio, elas estarão completas e, se quiserem dar uma repassada, muito me alegrarão.  Deus os abençoe.
Agora, irei aos Invalides, ver a homenagem que será prestada ao Charles Aznavour, com discurso do Presidente Emmanoel Macron. Depois eu conto. 



Aproveito para postar mais umas fotos do m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o prédio onde alugueio confortãvel apartamento que aluguei, em Cambronne, no 15º arrondissement, depois de uma seleção minuciosa no Airbnb, para viver este período, à parisienne


Merci.  À bientôt.


A bela e imponente fachada do prédio,de frente para a Rue Miollis.

Vista do prédio,a partir do jardim da parte de trás.
Muitas sacadas com lindas flores.

Incontáveis roseiras numa grande aleia que eu percorria todo dia,para sair e entrar no n° 28, o do meu bloco.

Bela ornamentação do extenso muro que cerca a "propriedade privada".

Uma Escola Maternal num dos blocos do prédio, acredita?  Minha diversão, logo pelas 8h 30min.,
apreciar a entrada das crianças, acompanhadas de seus pais.
Jardins muito bem cuidados e sempre com belas flores.



Primeira porta de acesso, com sensor de chave,

Espaço entre a porta principal e a segunda porta, também com sensor.  Segurança máxima

Interior de um dos elevadores.  Eram dois, no corredor principal.

Iolanda Lopes de Abreu

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Morre Charles Aznavour.

Faleceu hoje, aos 94 anos, o cantor Charles Aznavour, na cidade de Mouriès, no Sul da França, de causa ainda desconhecida.
Este era o comentário em todo canto, hoje, aqui em Paris.
Muito consternados os admiradores do autor de She.

Iolanda Lopes de Abreu


sábado, 15 de setembro de 2018

10º Dia em Paris - 2018

Hoje foi o primeiro dia da 35ª edição das Jornadas Europeias do Patrimônio.
Escolhi, para primeira visita, Le Musée du Barreau de Paris, indicação de Madame B., da última vez que estive aqui durante uma Jornada do Patrimônio, ou seja, em 2015, mas que não pude conhecer, porque vim trazendo a mala que prejudicou minha programação.  

Não tendo conseguido reserva pelo site, porque neste local a visita só é feita "sur inscription" e tendo solicitado, por não possuir a carte bleu, auxílio por email, conforme orientação na programação e não tendo recebido resposta, diri- gi-me assim mesmo, ao número 25 da Rue de Jour (entre a Burse e a Eglise de Saint Eustache), lá chegando 10 minutos antes da hora aprazada para o início da visita - 10h 10min.

Procurava o número (meio apagadinho), quando encontrei uma senhorinha que também não tinha reserva e, como eu, não encontrava o prédio.  Vi o número, de repente, e acercamo-nos do portão.  Embora não tivesse uma viva alma querendo fazer a visita, como não tínhamos o rendez-vous, fomos barradas no baile.  Argh!!!  Foi como um balde de gelo.  Deu-me um desânimo...  

Fui à Tour Saint-Jaques, que também requeria marcação e não me deixaram entrar.  



Voltei, então, à Èglise de St. Eustache,


acrescentar fotos da Nikon


fotografei a escultura fronteiriça e cheguei ao novo Les Halles. Entrei, percorri as lojas, usei o moderno banheiro e, saindo dali, fui em direção ao Beaubourg.



O Forum Les Halles.
Simpático Restaurante próximo ao Centro Georges Pompidou.
Fontaine Stravinsky
Tentei então a entrada para ver uma exposição no Beaubourg - como é conhecido o Centro Georges Pompidou - lugar onde entrara uma única vez - com o Fernando, em 1978, se não me engano.  Desta vez, deu certo.  Entrada Livre, pela Jornada doPatrimônio.




 Colocar fotos da LUMIX


Anunciando o dia da Jornada sem veículos circulando pelo Centro.

A partir daí, pulei fora  das Jornadas e resolvi sentar-me para almoçar (?!?) no Le Paradis,  no 76 Rue Saint Martin, depois de apreciar trabalhos de artistas de rua, muito comuns naquela área.





Saindo do Restaurante, dirigi-me ao Jardin de Luxembourg.  Uau, a fila para entar no Senado estava quilométrica, sob um sol inclemente (fazia uns 29 graus) - é um dos melhores e mais ricos lugares de visitação durante as Jornadas, mas eu já tinha entrado ali, anteriormente.




















Saindo do Jardin de Louxembourg, passei em frente à Rue Soufflot, com o Panthéon ao fundo, mas não tinha mais pernas para subir a "montanha".  Parei para saborear um sorvete.



Embarquei no metrô e fui ao Marché Flottant de Sud-Ouest, à beira do Sena. Uma boa opção para encerrar um dia meio estrambelhado e calorento.  Degustei trocentas maravilhas e comprei uma cestinha de de-li-ci-o-sas ameixas e, como sempre, uma garrafa de suco de pera e um pratinho de comidinhas do Sud-Oest. Pena que não instalem, ali, banheiros químicos. 














Tive de sair do Marché  e entrar num Cafè, para saborear outro sorvete (fazia muito calor), o que me deu direito a usar o toilette. 
Retornei para o apartamento, chegando às 19h. 


Iolanda Lopes de Abreu

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

8º dia em Paris - 2018

Oops!  Amanheceu chovendo!  Graças a Deus!  Vai refrescar!

Fui novamente à Gare Montparnasse-Bienvenue, tentar passagens para Char-tres, Bordeaux e Monte Saint Michel.  Impossível!  Os grevistas estão vendendo passagem só para o mesmo dia.

Resolvi então ir à loja da Paris Vision (M6 + M1 - estação Tuilleries) para comprar um ticket para amanhã, dia 14 de setembro - Ui!  139 euros, com audio guide, mas eu acho que vai valer a pena, para conhecer dois Castelos do Vale de La Loire: Chamborsd e Chenenceau.

Saindo dali, fui subindo a Rue de Rivoli e não escapei da enoooorme oferta de souvenirs.  Afinal, preciso dar umas lembrancinhas, quando voltar (aqueles presentinhos de aniversário que fiquei devendo, porque não podia fazer despesas extras, paralelas à compra do euro para a viagem).

Cheguei à Rue du Louvre e entrei à esquerda, na Rue du Louvre.  Primeira surpresa.  A Bourse está em obras - transformar-se-á num enorme Museu.

Depois, segui para a Verrerie des Halles, onde comprei duas bolsas porta-gelo (cooler).  Continuando, avistei um G20 (estilo Franprix) e fiz umas compras para lanches de viagem de trem e umas bolsinhas de nylon, para souvenir..


Em seguida, fui ao Hôtel de Ville, onde consegui a programação (extensa) impressa das Jornadas do Patrimônio.  Que maravilha, o enorme salão que, anteriormente, basicamente, oferecia folders e programações diversas, apresentando, vez ou outra, exposições de fotografias, agora transformou-se num lojão com artigos variados para venda, tendo como tema o Hôtel de Ville.


Ao sair, embarquei no busão para o Champ de Mars.  Aproveitei e fotografei a Torre Eiffel, dali.


Caminhei até a estação Dupleix do M6, onde embarquei no Métro, para desembarcar em Cambronne.  De frisar que não caiu mais uma gota de chuva durante todo o resto do dia.  Mas lembre-se: a chuva aqui é imprevisível, por isto, a sombrinha/o guarda-chuva deve andar sempre na bolsa/mochila.

Iolanda Lopes de Abreu

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

7º dia em Paris - 2018.

Hoje, tive de madrugar - levantei-me às 5h.  Primeiro passeio "França sobre Trilhos".  Tomei meu café da manhã, super completo,com bastante calma, arrumei-me e saí de casa, com bastante antecedência, para não ter de correr para a Gare de embarque.  Tranquilo o trajeto do Condomínio até a estação Cambronne - muita gente já na rua, às 6h 20min.

Cheguei à Gare St. Lazare às às 7h 10min., com folga, pois o embarque só seria às 7h 41min.  Acho que, meio sonolenta, errei a conexão, tendo de andar muito nos subterrâneos.  Na volta, verificarei outro itinerário melhor.
Nunca embarque sem compostar seu bilhete (muito importante, para não ser multado-a), mas desta vez, o vendedor das passagens, ao marcar meu assento (na 2ª classe, é claro), registrou meu nome completo, o que evita aquele procedimento.  Acho que isto é novidade, pois nunca me ofereceram isto antes.
Partida pontual, como sempre, a composição fez paradas em Evreux Normandi, Bernay, Lisieux (cidade de peregrinação, onde morou e morreu Santa Teresinha  e Pont LÉvêque.

Chegamos a Trouville (Trouville-Sur-Mer)/Deauville, no horário apontado no bilhete: 9h 51min.  O tempo estava nublado.  Deauville e Trouville são duas das mais disputadas cidades para banhos de mar da Normandia. Localizadas à beira-mar, no Departamento de Calvados, as cidades vizinhas atraem um público exigente, que busca destinos de altíssima qualidade.

Do lado de fora da estação, na área de embarque e desembarque, há um banheiro químico (0,30 euros - a máquina só aceita moedas de 0,10 e 0,20 euros e não dá troco).  Se nãousou o do trem, use-o, porque outro, só na entrada da praia o encontrei.

Escolhi seguir primeiro para Deauville, à esquerda da Gare. Mais aristocrática, poderia assim dizer, que Trouville, com belíssimas construções normandas...    

Ah, que conforto!  Por mim, ficava só de trem, para cima e para baixo, apreciando as belas paisagens: os campos de trigo, as cidadezinhas à beira das ferrovias, riachos...

Estação Ferroviária -Trouville/Deauville.

Pracinha numa rotatória, na entrada de Deauville.

Nossa, quantas embarcações!  Acho que cada residente possui uma.

Bem vindo a Deauville.

Resolvi ir caminhando sempre para a direita, em direção ao mar.

Belas construções normandas.



Lá vem o sol, tiu, riu, ra...


As flores, um caso à parte.

Um Casino enooooorme.

Só sentia o cheiro do mar... ele mesmo, nada...

Embarcações para tudo quanto era gosto.

Eita!  Cada canto, um ancoradouro.




Escola de Equitação.  Acho que, agora, está esquentando.  Vou chegar à praia.

Aqui, uma enorme escola.

Muitas, mas muitas quadras de tênis  de saibro.
E finalmente, a praia. 
O requinte da região se reflete no comportamento dos frequentadores da praia. Deauville mantém um certo glamour na hora de botar os pés na areia. Os guarda-sóis coloridos – imagem mais famosa da cidade – se transformam em confortáveis barracas que protegem do calor excessivo no verão e do vento intenso no inverno




As barracas coloridas que decoram a longa faixa de areia na praia, o calçadão de madeira e as elegantes cabines decoradas com nomes de grandes astros do cinema são palcos para os desfiles de quem quer ver e ser visto em Deauville;.as cabines decoradas apresentam nomes dos astros das telas do cinema que já estiveram presentes no Festival du cinéma américain de Deauville (concorrente direto de Cannes na França) e são alvo das lentes dos turistas.

O calçadão de madeira conhecido como Les Planches oferece mais de 600 metros de plataforma e funciona como uma grande passarela para o footing.

Estoui aqui, à beira do Canal da Mancha - e catando conchinhas...



Com uma área pequena, 4 km²,  é fácil percorrer a cidade, de ponta a ponta.

As mansões, nem sempre fáceis de fotografar...




Esate outro Cassino está localizado bem em frente ao balneário.

A cidade se orgulha por ter sediado a primeira loja de Coco Chanel.







De lembrar que, na entrada da praia existe um banheiro cujo ingresso é cobrado - 0,80 euros.  Muito limpo, com uma guardiã.
Depois, retornando à Gare, aproveitei para usar o banheiro da estação e segui para a Pont des Doges.  Atravessei para Trouville (3 minutos a pé, mas com as fotos imperdíveis...).


Pont des Doges - A Foz do Rio Touques separa as duas cidades.



Deauville, além do rio, vista de Trouville.

Muitas floreoras ornamentam o longo caminho que liga a ponte ao mar.

Mercado de Peixes -  La Poissonneríe 





Acesso ao mar.

A oraia de Trouville-Sur-Mer


Adicionar fotos da Lumix.



São muitos os Restaurantes (especialidade, frutos do mar, mas tem uma casa especializada em maravilhosos crepes), ao longo do passeio entre a ponte e o mar, chamado Promenade Savignac.  
Passei no Carrefour, ali mesmo no passeio e comprei um Magnum (o calor estava fortíssimo - chegou a fazer 30º) e uma Perrier Citron, para aliviarem a caminhada até à Gare.  



O trem partiu às 19h 15min.  Sentei-me no lado oposto da ida e pude fotografar a Basílica de Santa Teresinha de Lisieux, bem visível da Gare.   

adicionar foto da Cannon.

Cheguei a Paris, às 21h15min. e, às 21h 50min., cheguei ao apartamento.



Iolanda Lopes de Abreu