Pois é, quem não lembra da música do Almir Sater? É nesse compasso que eu estou indo. Antes, ficava a bisbilhotar, de tudo um muito, durante quatorze, quinze horas, por dia. Atualmente, com a idade avançada, quase 79 anos, caminho dentro das minhas possi-blidades.
Saí de casa, hoje, com o propósito de começar pela visita à Opéra de Paris. Chegando lá, a fila para entrar (ingresso a 14/20 euros) era quilométrica. Dei uma guinada e entrei no lojão da Lindt (melhor chocolate suíço), no outro lado da rua e descansei, no ar refrigerado, saboreando um delicioso sorvetão de chocolate e creme, coberto com chantilly. No meu blog, tenho registros da Ópera, anteriores.
Continuei, depois, caminhando e fotografando o Café de La Paix e, da esquina, a Coluna da Place Vendôme (Praça dos Joalheiros). Dei uma guinada e fui para as Galeries Lafayette. Imagina, tudo em liquidação (soldes). Pirei. Comprei três calças compridas lindas, a 9,99 euros cada uma e, depois, fui à cobertura, fotografar Paris, do alto. Agora, tem escada rolante para subir até o 8º andar e para descer, também.
Aproveitei para usar os toilettes - incontáveis, mas são, agora, cobrados - 1,50 euros. Desci até o local da novíssima ponte de vidro que permite que se faça os melhores registros do belíssimo maga-zine. Por sorte, só havia um casal de coreanos, na fila, antes de mim. o rapaz, muito simpático, me fotografou e eu os fotografei, afinal, gentileza gera gentileza.
Dei uma esticada nos Champs Elysées e voltei para casa, para deixar o peso, com a ideia de retornar ao centro da cidade, mas acabei por dar mais uma saída só para comprar três garrafas de Evian e uma garrafa de suco de abricó para mim e outra para meu vizinho, Monsieur Girard, cego, que é um amor de pessoa e tem dificuldade de ir às compras. Fui levar o suco na porta dele e ele logo me atendeu.
Tomei um bom banho, fiz um lauto lanche e estou aqui a digitar. À demain.
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