domingo, 16 de setembro de 2018

11º Dia em Paris - 2018.

Hoje, o dia fechou redondo.
Tendo ligado a TV para ouvir um noticiário escolhido a esmo, enquanto tomava o meu petit déjeuner (devo lembrar que eu literalmente almoço, na primeira refeição do dia, para somente almoça mesmo, por volta das 14h), deparei-me com a mostra do primeiro dia de visitação à Assemblée Nationale, que havia programado para este domingo.  Fiquei  mais animada.  Tudo comentado pelos repórteres deste canal que acessara.
Arrumei-me (sentia-me bem melhor, com a aplicação do Biofenac e as massagens que fizera antes de dormir) e saí, sem levar a bengala, pegando o M6 + M8, para desembarcar em Invalides, pegando a Rue de l'Université.  
Uau!  Dez horas e duas enormes filas, uma para cada entrada, estavam formadas.  Mas era tudo muito bem organizado:  banheiros químicos, numa área bem reservada, no lado oposto, água mineral e copos e, pasmem, recepção com música ao vivo.  

Diversos folders eram distribuídos na entrada. O que tomava mais tempo era a inspeção de pertences feita com máquinas iguais às de aeroporto.
  
Uma visita imperdível (feita em 1h 40min.), que sugiro a todos, que estejam  em Paris, na época das Jornadas do Patrimônio, comparecerem.  O locaL é BELÍSSIMO.  Os salões são fantásticos e os jardins, maravilhosos.  Na saída, mais música.  Nota dez para a organização.






Salão das Quatro Colunas


As rosáceas no piso são belíssimas.

Library - Biblioteca

70.000 volumes





Fantástica a pintura do teto - projeto de decoração de Delacroix.











Saindo dali, fui a pé até o Jardin do Musée Rodin (Sou fã de carteirinha deste lugar - venho sempre aqui e, uma única vez, entrei no Museu, preferindo o que existe ao ar livre, com suas fantásticas roseiras decorando os bem cuidados jardins).  Dia lindo, para fotografar.  Apesar de ser Dia da Jornada Europeia do Patrimônio, as entradas, tanto para os Jardins, quanto para o Museu, eram cobradas, porque ambos são auto sustentáveis.


O Pensador





As roseiras dos Jardins de Rodin são um caso à parte.









Continuando a caminhar, alcancei o Dôme des Invalides (já fazia bastante calor - uns 28 graus), local onde está a Tumba de Napoleão.  Também não entrava ali, há algum tempo, mas como a visitação era livre, aproveitei para fotografar.  Na entrada, distribuíam um chapéu do Napoleão, de papel, que já vinha vendo um mundaréu de gente usando, pelas ruas.
A bela cúpola dourada avistada dos Jardins de Rodin.




A Tumba de Napoleão.

Vejam se eu não fiquei uma gracinha!
Aproveitei para almoçar no Le Carré des Invalides.  Comi uma deliciosa salada com folhas, fatias de frango, pedaços de abacate, tomates e um delicioso tempero, que era acompanhada de uma fatia de baguete, e também uma tartelette de queijo e champingnon, acompanhado de saladinha, mais uma Schueps Agrum.

 
Excelente almoço - 23,90 euros



Saindo dali, embarquei no M8, estação Tour Maubourg + M1 para desembarcar na estação Champs Ellysées/Clemenceau, exclusivamente para fotografar a Avenida mais badalada do Mundo, a Champs Elysées, no seu domingo sem viatura. 
Este moço,com a filha, estava só me sacando.  Acabou por pedir que eu o fotografasse com a menina.


Para voltar para casa, elegi o ônibus, pois o de número 80, que passa pela rua Cambronne e tem um ponto bem em frente à Rue Miollis, onde fica o apartamento onde estou morando, tem também ponto a 100m de onde eu estava fotografando.  Mamão com açúcar.  Cheguei em casa cedo, às 17h, mas resolvi não forçar mais, porque já estava bastante cansada e satisfeita com o que o dia rendera.


Iolanda Lopes de Abreu

Nenhum comentário: