terça-feira, 18 de setembro de 2018

13º Dia em Paris - 2018.

Hoje, ao acordar, verifiquei que havia chovido durante a madrugada.   De se imaginar que choveria, pois com o calor de ontem à tarde - 31º!  Os parisienses estão curtindo de montão esta extensão do verão.  Parecem todos uns tomates, com as bochechas hiper vermelhas, de tanto ficarem quarando ao sol. 
Saí, então, com uma excelente pashimina que comprei em Milão, porque é a melhor forma de enfrentar quente-frio, às 7h, em direção à Gare d'Austerlitz, para ir a Orléans, ou Orleães, como queira.  Saí um pouco adiantada, para tentar trocar o bilhete de retorno marcado para horário muito tarde.  Tive de pagar uma diferença - 5,80 euros, mas valeu, porque logo percebera que o tempo disponibilizado para ficar na cidade seria extenso demais. 

Orleães é cortada pelo rio Loire, correndo no sentido leste-oeste da cidade. A cidade pertence à região do Vale do Loire (Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO, desde o ano 2000) situada entre a comuna Sully-sur-Loire e a Chalonnes-sur-Loire.
Cheguei à glamourosa cidade, totalmente desorientada, mas fui lendo as placas e acessei, primeiro, um enorme Oratório, quase em frente à Gare, e, em seguida, uma bela praça, logo avistando a estátua de Joana D'Arc,

Estátua de Jeane D'Arc, na Praça Central
Depois, bastante impressionada com a limpeza de Orléans, pedi ajuda a um senhorzinho para chegar ao Museu de Joana D'Arc.  Meio indecisa quanto ao rumo que havia tomado, perguntei novamente, depois de caminhar um pouco, desta vez a um senhorita, que se prontificou a ir comigo até o local, o que dispensei, reconhecendo sua gentileza. No Museu, o ingresso custa 6 euros, mas o pessoal da terceira idade paga 3 euros, com direito a assistir a um filme de uns vinte minutos, bastante interessante.
Museu Jeane D'Arc
Saindo dali, entrei numa elegantíssima área de Orléans.  Lojas de todas as boas griffes.  Chão "tacheado" fantástico.




Mais adiante, a Catedral. 




Sem saber para que lado ficava e não desejando ficar andando a esmo, perguntei a uma senhorinha, que foi muito amável orientando-me, como deveria fazer para chegar ao Rio Loire.  Fácil, fácil.  Eu já estava quase dentro dele. rsrs.  Um termômetro, à beira do rio, marcava 15º.

Rio Loire
Escolhi um misto de boulangerie e restaurante, para ali almoçar.  Gostei muito e o preço não foi escorchante.

Fui retornando para a Gare e, depois de utilizar o toilette, resolvi ir ao Carrefour, um piso acima.  Acessei de elevador.

Ás 14h 38min, pontualmente, como não poderia deixar de ser, o trem parou na Gare de Austerlitz.  Dirigi-me ao apartamento, tomei banho e fui a Les Lilas, visitar Amigos - a Familia Blanchard.

Finalmente, cheguei em casa, para não mais sair, às 20h 30min.


Iolanda Lopes de Abreu

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