terça-feira, 11 de setembro de 2018

6º dia em Paris - 2018.

Por incrível que pareça, ao sair de casa, às 9h 30min, o sol já estava mostrando a que viria - para rachar - e não é que me esqueci de por os óculos escuros?  Fazer o quê?  Voltar é uma palavra que nunca está na minha programação, então, enfrentar, com os olhos em chamas.
Fui comprar passagens para dois passeios na Gare de Montparnasse Bienvenue, o que não consegui fazer, porque os funcionários estavam trabalhando a passos de tartaruga - meia greve (ah, como os franceses curtem isto!!!).
Segui para a Gare de St. Lazare, onde comprei tickets com assentos marcados, para amanhã, destino Trouville-sur-Mer e Deauville.  Não comprei passagem para Le Havre (que já conheço), de onde iria para Étretat, de ônibus, porque acabado o verão, este serviço é encerrado.  Chegar lá, só de carro.  Uma pena!
Embarquei no metrô em frente à Gare e fui para o Château de Vincennes, de Charles V.




Já relatei aqui no blog, que, ao sair do túneldo metrô, no ponto final da Linha 1, e dou de cara com
o Château, sinto-me retroceder incontáveis anos e vejo-me numa roupa de marquesa ou roupa que tal,  com uma peruca bem arranjada...

 O Castelo de Vincennes teve origem num pavilhão de caça mandado erguer por Luís VII, cerca de 1150, na floresta de Vincennes. No século XIIIFilipe II e Luís IX edificaram uma mansão substancialmente maior. Foi de Vincennes que Luís IX partiu para uma cruzada de onde não regressaria. O longo da Idade Média, Vincennes foi mais que uma fortaleza militar: Filipe III (em 1274) e Filipe IV (em 1322) casaram-se ambos aqui e três monarcas do século XIV nasceram neste palácio: Luís X (1316), Filipe V (1322) e Carlos IV(1328)- Fonte: Wikipédia.


Mantém a ponte elevadiça, na sua entrada.

O Castelo de Vincennes é o mais importante Castelo-Real fortificado francês que subsiste..

Capela Realdo Château.


Contornei o Château (porque eles nunca abrem o portão da parte posterior)...





para chegar ao imperdível Parc Floral de Paris.







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Que calor, moçada!
Depois, fui à Gare de Lyon e comprei passagens para Dijon - 114 euros, ida e volta, dispensando Lyon, por causa do alto custo - 194 euros, ida e volta.  Uma pena!
Voltando para casa, onde cheguei às  17h, passei pela Picard (Casa de Congelados), e comprei um caminhão de sorvetes, para combater o calor.


Lanche bem verão: Sucos, Guaraná Antártica  (comprado na Igreja Pão da Vida), água mineral e frutas .; à esquerda, Tartelettes; no centro, uns picolés tipo Eskibon (mini double); à direita,  pote de meio quilo de crème glacè de menta com pedaços de chocolate e na ponta, cones de sorvete de hortelá com pedaços de chocolate e amêndoas.


Iolanda Lopes de Abreu

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