Primeira programação do dia? Ir à Casa do Senhor. Hoje, o Pastor Paulo pregou sobre "A Palavra". Não tivemos a participação da Pastora Eliane, que estava presente, mas vinha se sentindo mal, desde o transcorrer da semana. Ela ainda se ressente do câncer que a acometeu no ano passado. Ao final do Culto de hoje, guaraná Antártica (um luxo, em Paris), empadinhas quentinhas e uma torta de chocolate. É tudo a bom preço, para ajudar nas despesas da Igreja.
Você tem ideia de quanto custa o aluguel do espaço do Teatro Déjazet, para duas horas de culto? 1.250 euros. Só existe um Culto, atualmente, pela manhã, aos domingos, às 10h. Ao final do mês, são 5.000 euros. Muito caro, não é? Mas o Pastor Paulo e os irmãos que administram os dízimos e as ofertas, na Pão da Vida, por mais de 20 anos, conseguem manter a Igreja naquele espaço fantástico.
Ao terminar o Culto, fui almoçar no Bouillon Republique, Restau-rante colado ao teatro supracitado. Eram 11h50min. e levei uns dez minutos na fila. Incrível, sempre tem fila para entrar; Este Bouillon é enorme e ocupa dois andares, mas a acomodação dos frequen-tadores é organizadíssima. O serviço é impecável, os garçons são super eficientes e o atendimento flui como se a casa estivesse atendendo a uma dúzia de pessoas.
Imaginem que eu pedi uma soupe a l'oignon gratinée (a melhor e mais barata que já me serviram em Paris), de entrée - 3,90 euros; boeuf borguignon, lard fumé, coquillettes, plat - 12,20 euros; dessert, crème brulée - 3,80 e uma Vittel demi (água sem gás) e, l'adition (a conta) ficou em 22,10. Dei 2,20 euros de gorjeta (não é obrigatória). Inimaginável, não é? Saí uma hora depois e muitas pessoas aguar-davam, na porta, sua vez de entrar, porque a casa estava lotada.
Saindo dali, embarquei na Estação Republique, no M8, para desembarcar na estação École Militaire. Entrei no Hotel des Invali-des e fui fotografando, só por fora, até à Tour-Maubourg. Não comprei ingresso para entrar em nada. Um abuso, antes, as entradas nesses locais eram gratuitas. Agora... Como eu já conheço tudo, fiz uma economia, mas pedi a um segurança para ir de elevador ao sub-solo, para usar o banheiro. Ufa, ele queria o ingresso, mas acabou deixando eu descer.
Saindo dali, (até a tumba do Napoleão tem cobrança de ingresso para ser vista), usei o acesso posterior e contornei a área militar, para acessar o Musée Rodin. A entrada já está custando 14 euros e, agora, você não paga mais para visitar só a parte externa, não. Tem de pagar o combo: museu mais jardins. Fazia um calor... Fiquei sentada em frente à estátua do Pensador, aproveitando a sombra e tirando fotos dos passantes que me pediam ajuda.
As roseiras e as hortênsias brancas e verdes, como sempre, dando seu show à parte. Aproveitei o banheiro local, sempre muito limpo e fui ao restaurante comprar uma garrafa de 300ml de Evian - 3 euros (compraria trocentas, porque foi a água mais gelada que pude beber fora de casa).
Colocaram um galpão enorme da Dior, no meio do parque, o que impediu a caminhada até os fundos, Rodiei, fotografando outras obras do Rodin e, como não podia deixar de ser, a Porta do Inferno (que estava coberta de pó branco, rsrsrs - não tem chovido, para o lava-jato das esculturas...).
Saindo, para retornar ao apartamento, entrei na estação Varrene, do M13, pertinho do Museu e fiz conexão em Miromesnil, pegando o M9 (delícia, esta linha, pois seus carros são todos refrigerados). Ao saltar em Montreuil, parei na praça, para tomar um sorvete de coca-cola (última moda), assistindo, sentada, ao jogo de petanka da turma local). Entrei no apartamento, às 17h30min. e passei à melhor atração do dia - um gostoso banho e cama, para descansar um pouco e vir blogar.
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