Hoje, acordei mais focada. Parece que estou me recuperando do tranco que foi a viagem Rio/Paris. Antes de tomar o café da manhã, acessei o whatsapp, porque o celular acusara muitos contatos, durante a noite, no plim plim.
Wow! Primeira msg., do sempre Amigo Alexandre, da IPJO. Final do Jogo: Brasil 1 (iê,iê,iê) X Noruega(Ro,Ro,Ro) 2. Pois é, voltem à normalidade, brasileiros! Jesus está voltando! Soube da idolatria - igrejas que não abriram para os ofícios religiosos, porque mais importante era o jogo. Deus não dorme! Vigiai e Orai!
Saí e fui a Montmartre - M9 + M2, para saltar em Anvers. O desembarque dá bem em frente à longa rua de comércio intenso (mercadinho chinês, doceterias, chocolaterias, sorveterias, sanduiche-rias, pizzarias etc. e incontáveis lojas de todo tipo de souvenir) que conduz à alta escadaria que leva à Sacre Coeur.
Caminhando uns 10m para a esquerda, mais comécio, sepre, chega-se ao Ascenseur (Funiculaire), à direita, cujo ingresso está custando 4 euros e 55 cents, mas ele serve também para mais uma viagem de Mètro ou Train. O meu Navigo dá acesso livre a este meio de transporte, ida e volta, quantas vezes eu quiser, no dia.
De observar, que, antes de subir, você deve usar o Toilette gratuito (eles se modernizaram - além do toilette higienizável a cada uso, em uma face, possuem, na outra, um Urinoir para homens e, quase ao centro, uma bica com água potável). Pensa: fila em todos três, mas vale a pena, porque, uma vez lá em cima, você só terá outro banheiro, logo após desembarcar, à esquerda, ou, após sentar-se num Restaurante. Alguns Restaurantes permitem o uso do seu banheiro, a passantes - 2 euros. O La Bohème é um exemplo disso.
Fotografei Paris, de cima, a baboseira dos cadeados nas grades e em todo lugar disponível e dirigi-me ao ápice do furdunço (rs.). No caminho, quero lembrar a você, uma bela vista da Tour Eiffel, à esquerda e uma fonte Wallace, de ferro, do séc. XIX, que infelizmente, encontrei, pela primeira vez, desativada, mas, pelo menos bem conservada.
Dirigi-me, antes de mais nada, à única loja (St. Pierre de Montmartre, logo ao dobar como se fosse para a Place du Tertre) onde ainda poderia encontrar a lembrancinha que premeditara comprar para meus amigos Ritchel e Fernando, da IPJO, únicas pessoas que, imediatamente e gentilmente, ao distribuir inúmeros folders do meu blog, entraram como Seguidores. Ufa, depois de perguntar por ela, em trocentas lojas pela cidade, encontrei-a. Ufa, quase desisti. Mas, está tudo caro, mesmo... e eles merecem.
Resolvi dar uma descansada, parando para almoçar, eram 12h, no meu muito conhecido Restaurante La Bohème (lindíssimo por dentro e refrigerado, mas todos gostam mesmo é de sentar na calçada, vendo a multidão passar, como eu faço sempre).
Terminado o delicioso almoço (30 + 3 euros), circulei, fotografando, pela Place de Tertre (dos Pintores e Caricaturistas) e adjacências. Em seguida, embarquei no Promotrem (12 euros), para a circulada que faço sempre, por toda Montmartre, passando pela Place des Mes Amours e chegando até Pigalle, onde o trenzinho faz uma parada, para fotos do Moulin Rouge. Duração do passeio, 45 minutos.
Retornei ao Funiculaire, para chegar à estação do Mètro, usando M2 até Nation e mais M9, para voltar ao apartamento, a fim de deixar a bolsa, chapéu e as compras. Em seguida, fui ao Franprix, reabas-tecer-me de frutas (comprei abricós, uvas verdes e pretas e cerejas, em quantidade suficiente para dividir tudo ao meio, com o gentil Monsieur Girard, que me ajudou, por duas vezes, a abrir a porta do apartamento) e água.
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