segunda-feira, 27 de julho de 2026

27º dia - 27/07 - Strasbourg e Colmar

Hoje, um combo perfeito.  Fui para a região da Alsácia e conheci duas cidades fantásticas, na divisa com a Alemanha: Strasbourg (491km de  distância até Paris) e Colmar (551km de distância até Paris).  Ambas estavam entupidas de gente de todo o Mundo e quase aumentei meu vocabulário em alemão. rsrsrs.

Depois, postarei mais detalhes e colocarei fotos.

domingo, 26 de julho de 2026

26º dia - 26/07 - Tour de France - Hoje, grande festa em Paris.

Já está tudo preparado, na Av. Champs Elysées, para o encerramento do Tour de France, pena que Paris amanheceu com o céu comple-tamente encoberto por densas nuvens.  No momento, 20º e parece que vai chover. 

A apresentação das equipes acontecerá às 15h40 e, após esta apresentação, os ciclistas seguirão, de ônibus, diretamente para o circuito final.   Na cidade onde o Amor está no Ar, às 17h50min., a largada oficial será dada.

E você poderá acompanhar tudo, no conforto da sua poltrona, da for-ma que eu o farei.  Hoje, só o compromisso com a ida à Igreja Pão da Vida, pela manhã - e será "Dia de Comunhão", uma confraternização entre os irmãos em Cristo, com um simpático lanche.  Abençoado do-mingo para todos.  Aleluia!



sábado, 25 de julho de 2026

25º dia - 26/07 - C'est si bon.

É, pessoal, está muito bom, está gostoso, mas hoje, resolvi dar uma ajudazinha às pernas.  Saí de casa, às 8h30min. e retornei às 20h30min., numa boa. 

Usando o combo M9 + M1, cheguei à Place Étoile, bem a tempo de embarcar num dos primeiros Big Bus - Hop on Hop off que partem do ponto da Place Charles de Gaulle.   Sentei-me na parte de cima, eis que o sol estava amável, naquele horário.  

Resolvi que saltaria, quando houvesse interesse e voltaria a embarcar. Difícil escalar, em Paris, lugar onde interesse não existe, mas declaro a vocês, que o que me cativou mais foi o Petit Palais, cuja entrada é gratuita e porque eu nunca visitara antes, ao contrário do Grand Palais.

Quando restaurar meu wi-fi, postarei incontáveis fotos desse dia fantástico.  Ah, sim, o Big Bus é incomensuravelmente mais caro que o TOOT Bus, mas, inegavelmente, muito mais completo o seu roteiro.

Numa das paradas, próxima à Notre Dame, entrei pela Rue de La Huchette e almocei, novamente, no Restaurante Symposium - comi, suspirando, uma deliciosa Raclatte.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

24º dia - 24/07 - Parc Monceau e outras áreas revisitadas.

Bonjour, Monsieur, Dame! 

Hoje, consegui sair de casa, mais cedo, às 9h, após uma faxininha leve.  O relógio da Farmácia marcava 26º, mas tudo indicava que a temperatura iria aumentar, no decorrer do dia.

Embarquei no M9 e fiz conexão com o M2, em Nation, para desembarcar em Monceau, estação bem  na entrada do Parc Mon-ceau, no 8º arr.

Eu acho que, se residisse em Paris, todo dia sairia de casa para caminhar pelos seu belos e aprazíveis parques.  Não caminhei, dessa vez, por todo ele, porque minhas pernas já não aguentam o tranco.  Fui até o lago, mas não fotografei as incontáveis estátuas que lá existem, embora tenha encontrado uma novidade - um espaço canino parisiense.  Muito interessante.

Saindo dali, embarquei no M2, para saltar em Pigalle.  Fui à Place des Abbesses para, uma vez mais, fotografar o Mur de Je t'aime.  Uma decepção.  Coberta a metade do muro, que está em reparos (aliás, o que não está em reparos, em Paris?  É obra prá tudo quanto é lado...), mas eu tenho a foto do muro por inteiro (eu te amo, em todas as línguas), no blog.  Justo onde está escrito eu te amo, está coberto por tábuas.

Retornei e fui almoçar no Bouillon de Pigalle, imenso e tão concorri-do quanto o da Republique.  Hoje, escolhi de plat, uma comida bem brasileira - bife com fritas, acompanhado de uma garrafa de vidro com meio litro de coca-cola.  Isto mesmo.  Além da carrafe d'eau, o garçom colocou na mesa uma carrafe de coca zero.  Acho que eles tiram o refrigerante de uma máquina.

Ao sair, fui caminhando até Blanche, onde está localizado o Moulin Rouge, para fotografá-lo e resolvi, a partir dali, ir até Saint Denis, para ver se a "seta" tinha sido realmente reposta, na Igreja onde, supostamente, estão enterrados os ossos de reis, rainhas etc.  Não consegui chegar ao meus destino.  A linha 13 do Métro está inter-ditada, em virtude de obras, a partir da Place de Clichy.  Poderia ter seguido, de busão, mas, na realidade, já estava muito cansada. 

Decidi voltar para casa.  Quando cheguei em Montreuil, 36º, pude fotografar um casamento que tinha acabado de acontecer, na Mairie.

quinta-feira, 23 de julho de 2026

23º dia - 23/07 - Parc des Buttes Chaumont

Não, eu não poderia voltar para o Brasil, sem rever este belíssimo e bem cuidado parque, o des Buttes Chaumont, no 19º arr., onde sempre passei incontáveis horas (ou lendo, ou caminhando, ou picnicando, ou meditando), sempre que vim a Paris.

Meio complicado, chegar até lá. Embarquei no M9, em Mairie de Montreuil e desembarquei na estação Porte de Montreuil, para fazer conexão com o T (tram) 3b, que me levou até Porte des Lilás.  Lá, embarquei no M11 e saltei em Place des Fêtes, para, finalmente, embarcar no T 7b, na estação Botzaris.  Ao acabar de subir as altas escadarias do metrô e sair da estação, não precisei dar mais do que 78 passos para chegar a uma das entradas do parque.

Caminhei e fotografei bastante e, depois de usar o banheiro público que fica à esquerda de quem entra no parque, pela entrada que fica posicionada em frente à bonita Mairie do 19º arr., embarquei no bus nº 68, sentido Gare de Nord e saltei em Stalingrad, para embarcar no M7, que me levou à Pont Marie, de onde resolvi ir caminhando, da Ile St-Louis para a Ile de la Cité, até alcançar o Restaurante Symposium, nas proximidades da Fonte St, Michel, onde almocei um delicioso Fondue Royale (de boeuf, magret e poulet), com fritas.

Desisti do que programara para após o almoço, porque, primeiro, só saí do restaurante, às 17h30min., segundo, porque estava muito can-sada e, terceiro, porque ainda precisava dar uma passada no Franprix, para realizar umas comprinhas. Voltei de metrô e cheguei em casa, às 18h30min., onde abandonei a bolsa e saí novamente.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

22º dia - 22/07 - Caminhando e fotografando.

Iniciei o dia, pelo Hôtel de Ville, localizado ao lado da longa Rue de Rivoli - é a Mairie de toda Paris.  Um belíssimo prédio.  

Em seguida, depois de passar por trocentas lojas de lembrancinhas da Cidade Luz,  fotografei, bem de frente, a Ile de Saint-Louis, ligada, por ponte, à Ile de la Cité.  

Logo adiante, o Hotel Dieu, fundado em 651, ao lado da Catedral Notre Dame de Paris.  Impossível pensar em entrar na igreja (queria vê-la pós incêndio e obras de restauração), haja vista a enorme fila que estava formada e ia até à ponte que liga a ilha a St. Michel.

 Fotografei o Sena e suas navettes, os bouquinistes, o Palácio da Justiça,  a Conciergerie, a Fontaine Saint Michel e fui almoçar, mais uma vez, no Le Symposium - escargots, de entrada, filet mignon de porc + sauce e moutarde à lancienne e frites maison e dessert: pomme faite maiso - une formule dos deuses.  

Depois, fui fotografar uma feira de rua, em Cluny - muito comum, durante todo o ano, nos vários bairros dessa cidade fantástica.  

Saindo dali, fui para as Tulherias, ao parque de diversões que sempre funciona ali, para andar na roda gigante, de 55m de altura, que não imaginava oferecer vistas tão fantásticas da cidade.  Quando comprei o ingresso, achei caro - 20 euros, para três rodadas, somente, mas super valeu a pena.  

Cansada, voltei para o apartamento,

21º dia - 21/07 - Annecy, A Veneza dos Alpes.

Amigos(as), valeu todo o sacrifício e investimento (perdi a primeira viagem, por um engano tolo e insisti, comprando novas passagens para a terça-feira). Levantei às 3h45min. e só voltei a me deitar, para recuperar a energia, às 24h45min.

O embarque, agora, é diferente, mas explicarei tudo, em outro post, quando retornar ao Brasil e foi feito na Gare de Lyon, saindo o trem, às 7h, em ponto, como de hábito.  Fechou redondo e eu cheguei à bela Annecy, às 11h23min., distante 492km de Paris - 4 horas de viagem, depois de apreciar belíssimas paisagens, através da janela do confortabilíssimo trem, entre elas, o imenso lago de Aix-les-Bains Le Revard e de fazer a tão temida por mim (bengalando, rs.), troca de comboio, quando chegamos à Gare de Lyon Part Dieu, pelo curto espaço de tempo - 12 minutos, para sair em disparada até outra plataforma e localizar-me num assento livre.

O dia estava belíssimo - 32º/35º, a cidade, extremamente florida - mais bonita ainda do que havia visto em várias fotos e vídeos e, férias, gente para todo lado e de todas as raças.  Uma festa para os olhos.

Saindo da Gare, caminhei em direção ao lago, colocado como item imperdível, na minha programação, observando tudo.  Fiquei gratificada de, após uma longa e exaustiva caminhada, ter chegado ao Lago de Annecy, majestoso, de frente para os Alpes Suíços.  Fiz vários registros (veja no facebook - Iolanda Lopes de Abreu.) e fui caminhando, pelo Parque de l'Europa, passando pela Pont des Amours e parando para descansar, sentada sob frondosas árvores, em frente a um parquinho de crianças.

Saindo dali, dei de cara com o Centro de Informações Turísticas, onde entrei e fui muito bem atendida, recebendo dois mapas da cidade e orientações práticas, e um Burguer King, onde entrei para comprar um enoooooorme copo de coca zero, com bastante gelo (glasson), eis que havia feito um farto lanche no trem, trazido de casa.

Logo em frente, indo para a primeira rua à direita, reiniciei a caminhada e fui dando de cara com trocentos restaurantes, com ótimos preços de formules e logo cheguei ao Centro Histórico Medieval.  Comércio intenso (de tudo, um muito) e sofisticado.

Cheguei até o local que dá o título de Veneza dos Alpes, à encan-tadora Annecy - os canais, maravilhosamente floridos.   Não se para de fotografar.  Cada detalhe era um flash.  Já um pouco cansada, Parei no Paul (imperdível, em toda a França) e deliciei-me com um pain de pommes e um suco de laranjas prensadas.

Retornei atè à Gare, bisbilhotando aqui e ali e aguardei a partida do trem, pontualmente, às 19h15min e que fez outro percurso, pois era um comboio "direto" para Paris, onde chegou às 23h15min.

Depois de pegar o M1 e o M5, fazendo conexão em Nation, cheguei ao aparamento à meia noite e cinco minutos, cansada, mas muito feliz.  Au revoir.


segunda-feira, 20 de julho de 2026

20º dia - 20/07 - Um dia PUNK.

Não vou deixar de contar como o dia de hoje foi punk, para que não aconteça o mesmo com você, em qualquer dia de viagem.

Ontem, estava muito cansada, diria mesmo, estressada.  Só consegui deitar-me, às 23h e coloquei relógio e celular para despertarem às 4h, mas lógico que o sono não veio logo.

A expectativa de ir a Strasbourg.  Tudo arrumado de véspera, conse-gui sair de casa na hora aprazada - 5h30min.  Não fazia frio, como na véspera - 23º.  Embarquei no M9 e fiz conexão, na estação Républi-que, com o M5, para chegar à Gare de L'Est, super a tempo.  Logo, olhei para uma das imensas telas que apontam os horários dos trens, plataformas, situação das linhas.

Estranho, não aparecia o horário do meu trem.  Peguei a passagem e, logo bati com a data - 27/07, a próxima segunda-feira.  Que engano primário!  Eu, com tanta prática...  Havia, inadvertidamente, me preparado para a viagem para Strasbourg e, não, Annecy.  Não pestanejei e resolvi, imediatamente, retornar ao apartamento e pegar o bilhete para esta cidade e dirigir-me à Gare de Lyon.

Se eu estivesse com o bilhete em mãos, daria tempo de passar de uma Gare para a outra, mas não foi o caso.  Aqui, mesmo que eu tivesse perdido a hora de embarque, poderia ter o bilhete substituído, sem ônus algum, até uma hora após o horário de saída do comboio (fica a dica), mas...

Então, de casa, fui para a Gare de Lyon e, depois de muito blá, blá, blá, consegui comprar novos bilhetes de ida e volta, para amanhã, mas só tive um ressarcimento de 20 euros, pela troca do bilhete de volta e ainda paguei 109 euros pelos novos bilhetes, mas pelo menos vou poder ficar mais tempo nesta linda cidade, que dá de cara para os Alpes Suíços, porque consegui um trem que si mais tarde de lá e a viagem é direta, diferente da ida, que será com conexão.

Vim para casa, "vendendo azeite".  Bloqueio total. Lanchei e fui dor-mir.  Descansei bastante, durante três horas.  Fui ao Carrefour, a fim de renovar o estoque para cafés e lanches e, ao retornar para casa, coloquei as compras nos seus devidos lugares, vi as novidades do Whatsapp, passei msgs., do Dia do Amigo e postei no Face e, agora, estou blogando.

Castigos para a falta de atenção:  passarei quaro dias comendo em casa; não me permiti fazer nenhum passeio, em Paris, hoje.

Amanhã, chegarei por volta da meia noite, portanto, só falarei de Annecy, na quarta-feira.  À bientôt.

domingo, 19 de julho de 2026

19º dia - 19/07 - Depois do Culto, Área da Bastilha.

Se vocês soubessem o frio que fez na madrugada passada... Tive de levantar, para fechar a janela e a porta do quarto, para não congelar. O relógio marcava 1h.  Ao sair, às 7h30min., para comprar uns itens, para o passeio de amanhã, o termômetro da farmácia marcava 16º.  É hoje!  Se, quando estava fazendo calor, o povo aqui andava de casaco e botas, imagino como será durante este dia.

Às 9h30min., já estava chegando à Igreja, na Praça da República.  O Pastor Paulo estava na porta e ficamos papeando, enquanto o grupo do louvor ensaiava os cânticos.  Foi um Culto bastante abençoado.  Uma vez encerrado, almocei no Bouillon, para não perder tempo, porque ele fica ao lado de Teatro Déjazet, como já disse anteriormente, onde são realizados os cultos.

Em seguida, segui para a Bastilha e fui revendo o Teatro da Ópera da Bastilha, a Coluna - vi que uma feira se realizava ali perto e, não pude resistir, dei uma chegadinha lá - e, entrando pela Rue Saint Antoine, fui revendo:  a antiquíssima École de Francs Bourgeois, a Place des Vosges, a Maison de Victor Hugo, o Hôtel de Sully, a Église de Saint Paul, as grandes frutarias locais e, finalmente, embarquei no M1 para fazer conexão com o M9 e retornar para casa.  Foi uma caminhada e tanto, mas valeu.  

sábado, 18 de julho de 2026

18º dia - 18/07 - Le Jardin des Plantes.

Hoje, após um compromisso nos Champs Elysées, embarquei no M1e  fiz conexão com o M5, para desembarcar na Gare d'Auterlitz, que fica bem em frente ao Jardim das Plantas.

Este é um espaço fantástico.  Além de seus belíssimos e bem cuidados jardins, ressalte-se que tudo que lá é plantado é identificado com plaquinhas, possui uma menagerie (jardim zoológico de porte médio, o mais antigo de Paris), o Museu Nacional de História Natural, A Grande Galerie de l'Évolution e Serres (estufas) imensas. 

E quando cansar de caminhar, incontáveis bancos protegidos por imensas e centenárias árvores o acolherão para descansar ou picnicar.

Além de quiosques com delícias (bem verdade que caras) francesas e sorvetes, pode-se contar com toilettes, lembrando que, na entrada lateral, bem em frente à Gare, existe um excelente McDonald's, onde você pode pode comprar seu lanche, antes de entrar nos Jardins.

Obs.:  Veja algumas fotos dessa belezura que postei no face (Iolanda Lopes de Abreu) 

sexta-feira, 17 de julho de 2026

17º dia - 17/07 - Ida aos Grands Boulevards.

Não vi se choveu, durante a noite, porque bati na cama e apaguei, aliás, esqueci-me de dizer que o apartamento de Madame Nadia, além de estar localizado em bairro top de linha e ser muito bem equipado, possui uma cama de casal inenarrável, de tão boa.

Saí às 11h30min., porque fiquei resolvendo uns babados, após meu lauto café da manhã e o relojão da Farmácia em frente, marcava a temperatura de 26º.  Peguei o M9 e desembarquei na estação Grandes Boulevards.

Se você quiser passar a manhã e a tarde, no entorno, dá para fechar o dia, com muita programação, sem ter de ficar indo e vindo de Métro, prá lá e prá cá.  Muitos restaurantes, McDonalds, KFC, sorveterias, farto comércio de tudo que a gente possa imaginar e lugares históricos,

Logo ao sair do buraco do metrô, você dá de cara com o Museu Grévin (museu de cera) e, ao lado esquerdo dele, com a entrada da Passagem Coberta, Passage Jouffroy.  Atravesse-a e encante-se. Tem, em suas lojas, de tudo um muito.  No final do extenso corredor, o Hotel Chopin, com seu relógio.  Hummmm.  Você já observou que todo relógio antigo, que fotografo, está sempre ainda em funcionamento?

Não vou voltar a explicar para que serviam essas passagens, recorram ao meu blog, em postagens anteriores.  Está tudo lá. A Jouffroy, à esquerda do hotel, faz um L (lamentavelmente, rs.) e termina no boulevard Montmarte, bem em frente à Passage Verdou.

Do outro lado do Grand Boulevard, encontra-se a Passage Panora-mas, de variado comércio, com muitos restaurantes em seu inte-rior.  Tendo comido um delicioso boeuf bourguignon, em 2023, no Bar de Varietés, resolvi reprisar.  Gostei da entrada, mas o plat (como é chamado aqui o prato principal) não me agradou.  Ao pedir  sobremesa, fiz menção ao fato.  Como eles não pensam em perder o(a) freguês(a), a minha sobremesa veio acompanhada de uma bola de sorvete.

Saindo dali, fui, de bus 32, até às Portas de Paris que ainda existem, até hoje. Eram 14: Porte de Saint Denis e Porte de Saint Martin.  Voltei para casa no mesmo metrô, o 9 e o sol começava a dar a cara, mas a temperatura continuava agradável - 28º.  Dia super ventilado.

quinta-feira, 16 de julho de 2026

16º dia - 16/07 - Hoje, foi massa.

Saí de casa às 9h30min. e o relojão da Farmácia, em frente ao prédio onde estou hospedada, pelo Airbnb, marcava 29º.  Fui até à Avenue Champs Elysées, nº 34, levar umas castanhas de caju para uma moça que muito me ajudou, ontem e, depois, encaminhei-me para o Quartier Latin e fui fotografando: Musée de  Cluny, La Sorbonne, Église de Saint-Étienne-du-Mont, Biblioteca de Sainte-Geneviève, a Faculdade de Direito, a Mairie do 5ª arrondissement e o magnífico Pantheon.

Realizei, então, uma pausa para o almoço.  Demorei-me mais do que o normal, porque estava sentada numa mesa de calçada, de um Restaurante/Bar, bem na badalada Rue Sufflot.  Ficar apreciando o ir e vir da multidão que invadiu Paris, nesse verão, dá para perder a hora.

Depois, segui para o Jardin de Luxembuourg.  Estava, como sempre, incrivelmente florido.  Fiz registros dos canteiros, do lago, da Fontaine de Médicis (de 1630), do Senado e da Tour Montparnasse, que, assim como a Tour Eiffel, é vista de incontáveis pontos da cidade.

Saindo dali, peguei o Bus 38, logo ao deixar os Jardins e desembarquei em Val de Grâce, onde ficam a igreja/hospital, do mesmo nome, o Observatório e a Fontaine des Quatre Partes du Monde (esqueceram da quinta, rs., mas é belíssima).

Exausta (até minha confortável sandália Melissa reclamou e arrebentou, de tanto que andei), voltei a pegar o 38, até uma entrada do M4.  Fiz a conexão com o M9 e cheguei em casa com uma leve chuva, que logo passou.

Não deixem de ver as fotos, no Facebook.


quarta-feira, 15 de julho de 2026

15º quinto dia - 15/07 - Ando devagar, porque já tive pressa...

Pois é, quem não lembra da música do Almir Sater?  É nesse compasso que eu estou indo.  Antes, ficava a bisbilhotar, de tudo um muito, durante quatorze, quinze horas, por dia.  Atualmente, com a idade avançada, quase 79 anos, caminho dentro das minhas possi-blidades.

Saí de casa, hoje, com o propósito de começar pela visita à Opéra de Paris.  Chegando lá, a fila para entrar (ingresso a 14/20 euros) era quilométrica.  Dei uma guinada e entrei no lojão da Lindt (melhor chocolate suíço), no outro lado da rua e descansei, no ar refrigerado, saboreando um delicioso sorvetão de chocolate e creme, coberto com chantilly.  No meu blog, tenho registros da Ópera, anteriores.

Continuei, depois, caminhando e fotografando o Café de La Paix e, da esquina, a Coluna da Place Vendôme (Praça dos Joalheiros).  Dei uma guinada e fui para as Galeries Lafayette.  Imagina, tudo em liquidação (soldes).  Pirei.  Comprei três calças compridas lindas, a 9,99 euros cada uma e, depois, fui à cobertura, fotografar Paris, do alto.  Agora, tem escada rolante para subir até o 8º andar e para descer, também. 

Aproveitei para usar os toilettes - incontáveis, mas são, agora, cobrados - 1,50 euros.  Desci até o local da novíssima ponte de vidro que permite que se faça os melhores registros do belíssimo maga-zine.  Por sorte, só havia um casal de coreanos, na fila, antes de mim.  o rapaz, muito simpático, me fotografou e eu os fotografei, afinal, gentileza gera gentileza.

Dei uma esticada nos Champs Elysées e voltei para casa, para deixar o peso, com a ideia de retornar ao centro da cidade, mas acabei por dar mais uma saída só para comprar três garrafas de Evian e uma garrafa de suco de abricó para mim e outra para meu vizinho, Monsieur Girard, cego, que é um amor de pessoa e tem dificuldade de ir às compras.  Fui levar o suco na porta dele e ele logo me atendeu.

Tomei um bom banho, fiz um lauto lanche e estou aqui a digitar. À  demain.

terça-feira, 14 de julho de 2026

14º dia - 14/07 - Hoje, eu me superei.

Dormi até um pouco mais tarde e, logo após o café da manhã, liguei a TV (pela primeira vez, porque , quase todos vocês sabem, não suporto televisão) para assistir o Desfile Comemorativo de le 14 Juillet, no Champs Elysées, feriado nacional.  

Assistir ao vivo a grande festa, sentada nas cadeiras dispostas ao longo da Avenida, a partir do Round Point, teria sido bem fácil para mim, pois bastaria inscrever-me através do site disponibilizado pela Prefeitura, mas ficar exposta ao sol, durante a bela festa, dirigiu-me para a frente da TV.

Ontem, também, não saí para ver a queima de fogos e bela apresen-tação de drones, junto à Tour Eiffel, porque também não fez a minha praia.  Preferi ficar em casa.  Hoje, recebi fotos e vídeos do belo espetáculo, pelo Face.

Acabado o desfie, saí para ir à Place de Italie.  Fiz fotos do local, incluindo o Place d'Italie 2, imenso shopping, que está em reforma e a Marie local e segui para  Bercy, fazendo a conexão para o Cour Emilion, que está cada vez mais procurado pelos franceses e turistas do Mundo todo.  A nova decoração aérea (tiraram as sombrinhas) está muito simpática.  Almocei, como sempre, no Five Guys (embora não aprecie fast food, mas, às vezes, quebra um galho) que tem sanduíches e refrigerantes especiais (já experimentou coca cola de cereja?).

Retornei a Bercy, onde desembarquei e saí da estação do Métro, para entrar pela lateral do Accor Arena de Paris, no imenso parque (14 hectares).  Subi a escadaria das queda d'águas e cheguei ao local das 21 estátuas (obra de Rachid Khimoune) inauguradas em 2001, que ficam na extremidade da bela Ponte Simone Beauvoir, que me levou até o conjunto de 4 torres da Biblioteca François Mitterand. 

Fui pegar água com gás geladinha, mas acabaram com a fonte, então embarquei no bus 325, com destino ao Castelo de Vincennes.  Dado ao adiantado de hora, já passava das 19h30min, não pude entrar.  Também, ali funcionaria uma fan zone, com entrada gratuita para quem desejasse torcer para a França, no jogo contra a Espanha.  A fila era enooooorme. Embarquei no M1 e passei para o M9, retornando para casa.  Ufa, que disposição!!!

segunda-feira, 13 de julho de 2026

13º dia - 13 de julho - Batendo pernas, prá valer.

Hoje, coloquei o relógio para despertar às 6h, para ajudar meu vizinho do 5ª andar, Monsieur Girard, que é cego, nas compras de mercado, mas ele passou-me um e-mail avisando que fora sozinho até o Franprix, porque batera na porta e eu não o atendera e que, de outra vez, me chamaria.

Saí de casa, às 9h30min, sem chapéu e levando uma capa na bolsa, porque tudo indicava que iria chover.  Céu com muitas e grossas nuvens, ventos fortes, que já batiam desde a madrugada, temperatura com queda para 30º...  Fui para o Champs Elysées (M9 + M1), "turistar".  Estava procurando uma loja específica, e vocês sabem, a numeração aqui é sequencial mesmo: 2, 4, 6,...  Comecei no nº 146 e fui até o nº 34, onde a encontrei, mas o Segurança avisou-me que só voltaria a abrir, na quarta-feira, após as 14h.

No trajeto, não pude deixar de entrar: na Galerie des Champs, onde um Mc Donald's espetacular está localizado (usei o banheiro - 0,50 cents, mas não paguei porque um cidadão gentil, ao sair do reser-vado, deixou a porta aberta para mim); tem também um lojão só de Haagen-Dazs.  Dei uma entrada, ainda, nas Galeries La Fayette Champs Elysées, que tem uma sorveteria no hall principal, de tirar do sério, qualquer diabético.

Então, embarquei no M1 e fiz conexão em Hotel de Ville, com o M11 e desci na Estação Rambuteau.  Contornei o Centre Georges Pompidou, que está em reforma e, por isso, todo cercado, e fui até à interessante Fonte Stravinsky (instalada em 1983) e, para minha surpresa e alegria, todas as esculturas (que ficaram durante muitos anos imóveis) estavam funcionando. 

A fome logo deu sinal.  Também, o que já tinha andado.  Parei para almoçar no movimentado Restaurante Chou Chou, no Bd. de Sebastropol.  Pelo menos, descansei por uma hora.  Depois, continuei caminhando e passei em frente à Fontaine des Innocents, também recentemente restaurada e, pelas duas fachadas do Les Halles (Não me atrevi a entrar.  É um Centro Comercial gigantesco, sempre fervilhando de gente.  Tem, inclusive, uma piscina pública.  Este lugar, há 55 anos atrás, quando aqui estive com o Fernando, era suspicious.  Já falei sobre ele, no blog.). Na última esquina antes de chegar ao Centro Comercial, existe um Starbucks colossal, que fica sempre com uma multidão bem instalada, comendo ou fazendo hora.

Seguindo em frente, passei pela lateral da Igreja de St. Eustache (construída entre 1532 e 1632) e segui até a Bourse de Commerce, 40 Rue Berger.  Como estava a poucos passos da Verrerie de Halles, fui até lá para comprar um porta garrafas de praia (está fechada para férias coletivas).  Depois, embarquei no ônibus 74 e saltei no ponto final, Chatelet, embarcando no M1 + M9, para voltar para casa.

Chegando em Montreuil, dei uma esticada ao Carrefour para comprar dois litros de Evian, dois palmiers, uma Orangine e uma Coca zero.  Ao passar pela boulangerie, na esquina de casa, não resisti  e comprei um coca congelada na pressão, porque, na parte da tarde, o sol reapareceu e a temperatura foi a 34º.

domingo, 12 de julho de 2026

12º dia - 12 de julho - Após o Culto na Igreja Pão de Vida, um rolé legal.

Primeira programação do dia? Ir à Casa do Senhor.  Hoje, o Pastor Paulo pregou sobre "A Palavra".  Não tivemos a participação da Pastora Eliane, que estava presente, mas vinha se sentindo mal, desde o transcorrer da semana.  Ela ainda se ressente do câncer que a acometeu no ano passado.   Ao final do Culto de hoje, guaraná Antártica (um luxo, em Paris), empadinhas quentinhas e uma torta de chocolate.  É tudo a bom preço, para ajudar nas despesas da Igreja.

Você tem ideia de quanto custa o aluguel do espaço do Teatro Déjazet, para duas horas de culto?  1.250 euros. Só existe um Culto, atualmente, pela manhã, aos domingos, às 10h.  Ao final do mês, são 5.000 euros.  Muito caro, não é? Mas o Pastor Paulo e os irmãos que administram os dízimos e as ofertas, na Pão da Vida, por mais de 20 anos, conseguem manter a Igreja naquele espaço fantástico.

Ao terminar o Culto, fui almoçar no Bouillon Republique, Restau-rante colado ao teatro supracitado.  Eram 11h50min. e levei uns dez minutos na fila.  Incrível, sempre tem fila para entrar;  Este Bouillon é enorme e ocupa dois andares, mas a acomodação dos frequen-tadores é organizadíssima.  O serviço é impecável, os garçons são super eficientes e o atendimento flui como se a casa estivesse atendendo a uma dúzia de pessoas.

Imaginem que eu pedi uma soupe a l'oignon gratinée (a melhor e mais barata que já me serviram em Paris), de entrée - 3,90 euros; boeuf borguignon, lard fumé, coquillettes, plat - 12,20 euros; dessert, crème brulée - 3,80 e uma Vittel demi (água sem gás) e, l'adition (a conta) ficou em 22,10.  Dei 2,20 euros de gorjeta (não é obrigatória). Inimaginável, não é?  Saí uma hora depois e muitas pessoas aguar-davam, na porta, sua vez de entrar, porque a casa estava lotada.

Saindo dali, embarquei na Estação Republique, no M8, para desembarcar na estação École Militaire.   Entrei no Hotel des Invali-des e fui fotografando, só por fora, até à Tour-Maubourg.  Não comprei ingresso para entrar em nada.  Um abuso, antes, as entradas nesses locais eram gratuitas.  Agora...  Como eu já conheço tudo, fiz uma economia, mas pedi a um segurança para ir de elevador ao sub-solo, para usar o banheiro.  Ufa, ele queria o ingresso, mas acabou deixando eu descer.

Saindo dali, (até a tumba do Napoleão tem cobrança de ingresso para ser vista), usei o acesso posterior e contornei a área militar, para acessar o Musée Rodin. A entrada já está custando 14 euros e, agora, você não paga mais para visitar só a parte externa, não. Tem de pagar o combo: museu mais jardins.   Fazia um calor... Fiquei sentada em frente à estátua do Pensador, aproveitando a sombra e tirando fotos dos passantes que me pediam ajuda.  

As roseiras e as hortênsias brancas e verdes, como sempre, dando seu show à parte.  Aproveitei o banheiro local, sempre muito limpo e fui ao restaurante comprar uma garrafa de 300ml de Evian - 3 euros (compraria trocentas, porque foi a água mais gelada que pude beber fora de casa).

Colocaram um galpão enorme da Dior, no meio do parque, o que impediu a caminhada até os fundos,  Rodiei, fotografando outras obras do Rodin e, como não podia deixar de ser, a Porta do Inferno (que estava coberta de pó branco, rsrsrs - não tem chovido, para o lava-jato das esculturas...).

Saindo, para retornar ao apartamento, entrei na estação Varrene, do M13, pertinho do Museu e fiz conexão em Miromesnil, pegando o M9 (delícia, esta linha, pois seus carros são todos refrigerados).  Ao saltar em Montreuil, parei na praça, para tomar um sorvete de coca-cola (última moda), assistindo, sentada, ao jogo de petanka da turma local). Entrei no apartamento, às 17h30min. e passei à melhor atração do dia - um gostoso banho e cama, para descansar um pouco e vir blogar.

sábado, 11 de julho de 2026

11º dia - 11/07 - Conhecendo Marie de Montreuil, nos seus mínimos detalhes.

Hoje, minha programação foi reabastecer a geladeira, no Franprix, logo após o café da manhã e, ao depois, circular por Mairie de Montreuil, fotografando tudo, para mostrar a vocês, pelo Facebook, como é esta vila, distante 8km de Paris, e que está situada no Departamento de la Seine-Saint Denis.  Seus habitantes são conhecidos como Montreuillois.

Bati pernas durante uma hora e meia e fiquei encantada com tudo o que vi.  A temperatura era de 31º.   A área tem uma grande praça, em cuja extremidade oposta à da localização do prédio onde estou hospedada, está a Mairie de Montreuil (Sede Administrativa).  Na praça, duas entradas com escada para o Métro e também duas entradas com elevador e duas, com escada rolante.

Na praça, existe um espaço cercado para brincadeiras de crianças,  uma área de areia, demarcada para o jogo de petanka (bocha, boccia ou bule), com bancos ao redor, brinquedos eletrônicos para menores, mesas e cadeiras, que estão sempre totalmente ocupados, de um bar que fica do outro lado da rua Walwein, um teatro, um cinema, uma boulangerie, uma farmácia, um Jeff de Bruges, uma Manceau Fleurs, uma Marionnaud, duas casas de produtos Bio e alguns Restaurantes.

Você pensa que acabou aí?  Não.  Duas linhas de ônibus, a 129 (para Romainville-Vassou) e a 322 (para Bobigny), têm seu início de percurso, na Rua Walwein, ao lado da praça.  Bem no centro dela, há uma longa rua que divide um enorme centro comercial, ao meio.  Ali, encontramos um imenso Carrefour, KFC, colado a um McDonald's, um O'TACOS, uma C&A, a HEMA, mais uma farmácia, casa de venda de armações de óculos, a Yves Rocher e muito mais.

Vou postar no Face, as fotos, porque o bairro ainda tem muitas utilidades mais.  Almocei, dormi um pouco, à tarde e, depois, fiz os circuitos dos dois ônibus citados acima.

De lembrar que, colado ao prédio do apartamento da minha Anfitriã Airbnb, existe um Hotel Ibis.  Ah, tarde demais, descobri a cereja do bolo.

sexta-feira, 10 de julho de 2026

10º dia - 10/07 - Nova canicule a caminho?

Hoje, não foi fácil, não.  Primeiro dia de calor, que peguei, aqui em Paris - 36º.  Embora tenha ventado o tempo todo, foi complicado, andar prá lá e prá cá, porque a secura é muita.  Tive até de comprar um protetor labial.  Será que uma nova canicule está a caminho?

Iniciei o dia meio easy rider,  Fui a La Defense, o Distrito Financeiro de Paris, fiz uns registros fotográficos e entrei no imenso centro Comercial da Estação final do M1.  Um espetáculo. Para ficar por ali, o dia inteiro.  Não entrei no prédio da FNAC, o que faço sempre, porque, durante o percurso de metrô, resolvi que, ao retornar, iria fotografar a Comedie Française e o Palais Royal, e seguiria para o Museu do Louvre para, depois, descer pelo Jardins des Tuilleries, até a Pirâmide, no centro dos Champs Elysées.

Como colocaram o balão que foi usado como pira olímpica, nas últimas olimpíadas, bem no lindo lago central, interrompendo a continuação da caminhada, fui para a direita, em direção à Rue de Rivoli, no ponto onde está a estátua dourada de Joanna D'Arc.

Dali, fui para o Carrossel do Louvre, que estava fervilhando de gente.  Fiquei logo irritada.  Usei um banheiro (1 euro e meio), que não existia no local, e saí dali para embarcar no Métro Louvre-Rivoli, a fim de fazer conexão com o M4 e seguir para Saint Michel.

Pela primeira vez, fiquei rodando no subsolo, por mais de uma hora e meia, seguindo as setas M4 (outras pessoas subiam e desciam escadas, assim como eu) e não encontrava o acesso desse metrô.  Entreguei os pontos e resolvi voltar para casa. A meio do caminho, indignada, resolvi reiniciar a ida para o local onde pretendia almoçar. Afinal, se a cada dia houver um problema e eu desistir do passeio, chegarei ao final da viagem e não aproveitarei tudo, conforme a expectativa.

Finalmente, com a ajuda de uma policial, embarquei no RER B droit e saltei, uma estação depois, em Saint Michel.  Ufa!  Fui almoçar o que estabelecera para hoje - um kebab, num Giro's, na Rue Saint Severin.  Dali, peguei um ônibus para Kremlin Bicetri e saltei na Place Monge, para pegar o M7, com conexão para o M9 e retornei ao apartamento.  Aproveitei e passei numa casa de frutas e comprei mais cerejas deliciosas.

Estava cansadíssima.  Tomei um banho e dormi até 21h30min.  Então fui lanchar e vim blogar.  Até amanhã!

quinta-feira, 9 de julho de 2026

9º dia - 09/07 - Um combo espetacular, sem querer.

Saí de casa, às 10h.  Brisa gostosa.  Meu programa: ir à Géode, entran-do pela Citè des Sciences et de lIndustrie, para rever uma amiga de mais de vinte anos, depois, atravessar, pela ponte, o Canal de l'Ourcq e percorrer todo o trecho do Parque de la Villette, para sair pela entrada oposta, fotografando tudo.  Então, embarquei no M9 e saltei na estação Nation, para pegar o M2 e fazer conexão com o M7.

Quando cheguei na plataforma do M2, vi uns rapazes reabastecendo as enormes e sempre bem fornidas máquinas de refrigerantes e águas e todo tipo de gulodices.  Sempre tivera a curiosidade de saber como aquilo era levado a efeito.  Logo resolvi filmar.  Hein?!  Como? Ha-via deixado o móvel a carregar, na cozinha. 

Quase desabei:  meia hora para retornar e pegar o danadinho, impres-cindível, em termos de turismo, mais meia hora para retornar ao ponto em que já estava, ou seguir em frente, com o no show?  Ah, o que tenho mesmo é força na peruca.   Lembrei-me do corinho que cantava com as crianças, na Igreja Batista do Méier, o Rio:  "Desanimados, não, não, não..."

Voltei, peguei o celular e parti para o abraço, mas, ao chegar à Géode (em 2023, estava fechada para obras e não encontrei Madame Suzanne Esparron - brasileira casada com francês), soube que ela não estava mais trabalhando ali.  Que pena!  Mas, não perdi a viagem, porque, em 11 minutos, às 12h30min, teria início o filme Le Royaume des Requins. Ingresso = 12 euros (tarifa reduzida, devido à idade).  A atendente, muito gentil, escolheu uma excelente poltrona para mim e conduziu-me, de elevador (a entrada é feita, normal-mente, por altas escadarias) até à plateia.  Duração do filme, uma hora.

Saindo dali, fui caminhando em direção ao Canal acima citado.  Verifiquei que, agora, para atravessá-lo, não se passa mais pela alta ponte, mas por uma ponte elevadiça.  Ia cruzando a nova passagem, quando, ao olhar para a direita, avistei uma embarcação da Empresa Paris Canal, que faz a travessia do Canal Saint Martin, ancorada e uma fila de turistas aguardando embarque.  Apressei o passo e procurei saber se havia vaga.  Positivo.  Valor do passeio: 22 euros.

Fiquei feliz da vida, porque sempre faço o passeio pela Canauxrama e, desde a última vez, o seu embarque é a partir da Place de La Bastille.  Então, a navegação teria de ser em outra ocasião.  Interes-sante é que a rota da Paris Canal é mais completa, porque, depois de passar pela Bastilha, eles nos conduzem pelo Rio Sena, até ao cais ao lado do Museu Dorsay.  Pena que não estava na minha programação visitá-lo nessa jornada.  Desembarquei e entrei num ônibus, cujo ponto inicial era ao lado do museu e chegava até o Arco do Triunfo, onde desembarquei e peguei o M1 + M9 e vim em casa para deixar a bolsa e ir ao Franprix, comprar e suco em litro.  Que dia legal!


quarta-feira, 8 de julho de 2026

8º dia - 08/07 - O Balão Cativo e o Divertido Banho de B&$#a.

Após o café da manhã e ter dado uma geral no apartamento, molhando também as plantinhas da Anfitriã, fui para a rua, pegando o M9 (andei quase toda a linha), para fazer conexão em Michel-Ange Molitor, direção Gare d1Austrelitz, e após, o M10, para saltar em Javel-André Citroën.

Entrei no Parque, pela porta ao lado de Quai.  Não havia fila para subir no Balão Cativo e apenas três pessoas estavam na minha frente aguardando a descida do grupo que embarcara anteriormente.

Outro aumento.  Eram 8 euros, passou para 12, depois 15 e, agora, são 20 euros, sendo que aplicam uma redução para quem tenha mais de sessenta anos.  Mas, compensa, principalmente para quem gosta de fotografar.

Ao sair do balão, fui até a fonte de água natural e gasosa, ambas bem geladinhas, que fica logo atrás do ponto de venda dos ingressos, para reabastecer a minha garrafa.  Depois, fui caminhando em direção às estufas, fotografando de tudo um muito.  Aproveitei para usar o banheiro público existente perto dos jatos d'água.

Muitos grupos de crianças, com seus professores e cuidadores e incontáveis pessoas deitadas no gramado, bronzeando-se, davam um colorido especial à grande área verde do imenso parque.

Alcancei o ponto dos jatos de água. eram poucos os que estavam funcionando, mas, mesmo assim, a algazarra da criançada era enor-me e contagiante.  Comecei a filmar e fotografar e veio uma "incon-veniente" e me impediu de continuar a fazê-lo.

Troquei, então, a minha indumentária.  Tirei a saída de praia e co-loquei uma canga, afinal, fora até ali para divertir-me com as crianças e refrescar-me e não para ficar de blá-blá-blá com gente mal amada.

Um rapaz, muito gentil, ofereceu-se para fotografar-me. A tempe-ratura da água estava uma delícia.  Se não tivesse tanta coisa para fazer, ficaria ali até a hora do fechamento do parque.  A esta altura, já tinha bebido toda a água da minha garrafinha.  Retornei ao ponto d'água, aproveitando para secar a roupa, até voltar a vestir a saída de praia e para deliciar-me com o lanche que havia levado: frutas diversas e pomme pote.

Saí pelo mesmo portão através do qual entrara, para fazer o trajeto de retorno ao apartamento, idêntico ao da vinda, invertido.  Dei, ainda, uma passadinha no Carrefour, para comprar 3 garrafas d'água gasosa deliciosa, que ele está vendendo, com o brinde de mais uma e na Boulangerie, para comprar uma salada e uma baguette.

Cheguei em casa bronzeada, feliz com o passeio e, uma vez mais, grata a Deus, que esteve sempre comigo.